Pombo Gira Rosa Negra

A Pombo gira Rosa Negra pertence à falange de Dona Rosa Caveira e das Pombo Giras que trabalham com Rosas, Dona Rosa Caveira, Sete Rosas, Rosa Vermelha, Dama das Rosas entre outras, são Pombo Giras ligadas a sexualidade e sensualidade, o que difere a Dona  Rosa Negra das demais é que ela esgota as ações negativas ligadas a questões afetivas, sensuais e até sexuais..  Contam que em sua última encarnação foi uma escrava em uma fazenda na Bahia. Rosa Negra é muito rara,  de difícil aparição
 
Adotou o nome Rosa por pertencer à falange de Rosa Caveira, e Negra, devido a sua última encarnação, como escrava, numa alusão à sua pele. 
 
Pessoas que praticam trabalhos de amarração, pessoas que cometem adultério entre outras coisas são cobradas por esta Dama da Rosa Negra. É uma Pombo Gira que conta com aliadas como a Pomba Gira Dama da Noite, seu campo de atuação é vasto, cruzeiro das almas, campos, bosques, florestas, encruzilhadas, todos os locais que uma rosa puder crescer e florescer é seu ponto de atuação.
 
Existem muitas Pombo giras  que se apresentam como mulheres negras. Como bela negra que era, sofreu muito com os abusos sexuais por parte de seu senhor e feitores. Para vingar-se, utilizava a magia negra contra o seus agressores. Morreu aos 28 anos, vítima de doença venérea. 
 
O desencarne, aliviou o sofrimento da carne, mas não o da alma. Dona Rosa Negra hoje, arrependida, dos males que causou com seus feitiços, trabalha para sua evolução como Pombo gira na Falange de Dona Rosa Caveira. Não se interessa muito pelos romances, atua nos casos de proteção contra contra magos negros. Não recebe oferendas, pois age somente com o mando e permissão de Dona Rosa Caveira. Dona Rosa Negra se encontra hoje em paz, buscando evoluir cada vez mais.

Laroiê Pomba Gira Rosa Negra!

Exú Kaminaloá

Kaminaloá

Discreto, muito calmo,  mesmo  quando  invocado  em   trevas   Exu  kaminaloá [ Tharithimas ]  trabalha ao lado de Exu Mangueira, e é um dos seis mais poderosos da quimbanda. Aparece comandando, um grande número de espíritos com forma de pretos ornados de penas na cabeça e na cintura; com argolas nos lábios, nas orelhas e nos braços, são especialistas em criar e curar doenças mentais.

O Exu Kaminaloá é o chefe da linha de Mossurubi da quimbanda. Seu ebó e amalá são levados na Calunga. Não aceita brincadeiras. Usa de muita psicologia com as pessoas. É calado, vingativo e não gosta de fazer amigos. Usa muita pimenta misturada com azeite e vinagre nas suas oferendas. Gosta de aparecer  com traje de cor vermelho vivo.

Seu Ponto Cantado

“Em uma noite de névoa forte

Eu caminhava num cemitério

Entre as tumbas eu vi um homem

Alma bendita com teu mistério

Fui até ele, perguntei quem era

Com muita calma ele me respondeu

Fui até ele, perguntei quem era

Com muita calma ele me respondeu

Eu sou da falange da Meia Noite

Eu sou da falange de Sr. Omulu

Uso minha capa com muitas penas

Eu sou Kaminaloá

Eu sou Exu

Exú Gato Preto

Exú gato preto era um feiticeiro da Europa antiga, o gato em muitos mistérios mágicos estava ligado a questões de sorte e má sorte, alta magia negra, homossexualidade.

Este Exú possui duas versões onde numa ele foi morto por praticar sodomia com outros homens e ao ser torturado e morto pelos inquisidores, o calabouço onde ele foi torturado e morto se encheu de gatos pretos que apareceram misteriosamente;
Outra versão diz que ele era praticante de alta magia na Irlanda antiga que vivia no interior de uma caverna e usava o gato preto para trazer imortalidade, pois a lenda diz que os gatos possuem 9 vidas, sendo que este se encantou como o Exu gato preto, trabalhando para trabalhos de boa sorte, sendo que muitos confundem o Exú Gato Preto com quiumbas que se passando por ele trabalham em feitiços para trazer má sorte (azar) para a vida das pessoas, não sendo estes realmente o Exú Gato Preto. Ele trabalha para sorte, longevidade e proteção contra inimigos e emboscadas, para casos amorosos entre homens, trazendo sigilo e segredo, tem forte ligação com Exú Duas Cabeças.
Exu Gato preto é um Exú muito alegre e muito gentil. Solícito e muito brincalhão 
Gosta de vir na gira dos Malandros comandadas por Seu Zé Pelintra. Sempre sorrindo e dançando gosta de ficar perto das moças, ( Pombo giras) gosta de cantar e fuma cigarro, só trabalha com charuto em casos muito particulares. 
Ele passa uma energia alegre e cheia de malandragem. Gosta de uma cerveja e uma boa aguardente.  Um Exu muito carismático e que sempre tem um Gato Preto perto dele.  
Ele trabalha com outros Exus como Seu Exu Pantera Negra e Exu Meia Noite. 

Faça seu jogo de Búzios, Cartas ou Tarô

Jogo Carlos

Numerologia Cabalística

Numerologia Cabalística

Curas Ciganas

O povo cigano é grande conhecedor da natureza: da noite, das nuvens, da chuva, das estrelas, da terra, ervas, banhos, chás, unguentos e pomadas, e cosméticos. 
A lua, em cada uma das suas fases, serve para algum encantamento. E mensalmente realizam rituais de agradecimento á “madrinha” lua! Eles respeitam o destino e dizem comumente frente a algum acontecimento sem explicação lógico: “Estava escrito nas estrelas”. 
Conhecer as ervas para curar é fundamental para o povo cigano, nômade, tão longe às vezes de médicos e farmácias.
Os ciganos acham que o homem é uma árvore e quando falam das pernas das suas mulheres se referem a elas como “as raízes da árvore que um dia trarão a vida”. 
Aprenda algumas antigas receitas de cura. 
  •  Cura com argila: a argila só pode ser colhida com colher de pau, na lua cheia. Deverá ser seca sobre treliças de madeira e nunca guardada em sacos plásticos ou recipientes com tampa, já que mesmo quando seca ela deverá respirar. A argila assim pode ser guardada por muito tempo e usada em forma de pó em máscaras para beleza; adstringente para pele com acne; e cicatrizante para ferimentos.
  • Coentro para a beleza da pele: Fazer um preparado com água fervendo e um bom punhado de coentro e algumas folhas de hortelã. Lavar com esta água o rosto três vezes ao dia. Pode fazer e guardar na geladeira.
  • Para a proteção do sol: Se estiver longe de lugares para comprar protetor solar e tiver que ir ao sol, faça como as ciganas, corte um pepino em rodelas e vá passando pelo rosto, colo e braços. E aproveite o sol! LEMBRE: “ter” que ir ao sol por necessidade, em viagens ou para colher alguma coisa, não é a mesma coisa que se “expor” ao sol. 

Zé Pelintra

zé

Zé Pelintra Existem várias formas de incorporação de Zé Pelintra, tendo cada um sua história de vida. Ou seja, o Zé Pelintra que conhecer, dificilmente o verá novamente incorporado em outro médium. 

Podemos citar três formas comuns de incorporação de seu Zé Pelintra: a do mestre Juremeiro, a do baiano ou das almas e a do malandro.  Preto José Pelintra, como é conhecido no Catimbó ou Jurema, é uma forma de caboclo que trabalha na linha dos índios brasileiros com ervas e rezas para cura e salvaguardar seus fiéis. Profundo conhecedor dos segredos da Jurema, dizem que viveu boa parte de sua vida ao lado de índios brasileiros e absorveu seus conhecimentos. É muito conhecido no norte e nordeste brasileiro, tem grande influência nas matas e profundo respeito pelos santos católicos por ter sido batizado e seguido a Igreja Católica Apostólica Romana, especialmente Santa Bárbara. 

Zé Pelintra da Bahia ou Zé Pelintra das almas vem de uma linhagem de antigos sacerdotes do Candomblé, poderoso em desmanchar feitiços e mazelas de seus adeptos, capaz de desafiar qualquer sacerdote sem se preocupar com os poderes de seu inimigo, é muito louvado em São Paulo e na Bahia, em sua “esquerda” torna-se seu patrono Ogum adquirindo seus poderes e ira deixando seus fiéis em grande temor pela capacidade e poder que adquire, tem como padrinho Santo Antônio e madrinha Nossa Senhora de Santana. 

Zé Pelintra malandro é muito conhecido e louvado no sudeste e sul do Brasil trata-se de uma linhagem que andou entre a malandragem do Rio de Janeiro e São Paulo criado em portos e cabarés nas décadas passadas, envolvendo-se em brigas, amizades e mulheres sendo conhecido e respeitado por seus poderes em livrar seus adeptos e fiéis de perseguições e traições tem grande influência em magias dos mares pela sua amizade e respeito pelas entidades dos mares tendo como padrinho São Jorge e Nossa Senhora dos Navegantes. Portanto é uma das únicas entidades que incorpora em qualquer culto afro-brasileiro seja na forma de um caboclo, baiano, Exu ou malandro. Bastante considerado, especialmente entre os umbandistas, como o espírito patrono dos bares, locais de jogo e sarjetas, embora não alinhado com entidades de cunho negativo, é uma espécie de transcrição arquetípica do “malandro”. No seu modo de vestir, diverge-se as três formas o típico Zé Pelintra é representado trajando terno completo na cor branca, sapatos de cromo, gravata grená ou vermelha e chapéu panamá de fita vermelha ou preta. Sua roupa se assemelha aos “zoot suit”, usada nos EUA por negros e latinos nas década de 1930 e 1940, bem como na Jurema de camisa comprida branca ou quadriculada com mangas dobradas e calça branca dobrada nas pernas, sem sapatos e com um lenço no pescoço nas cores vermelha ou outras, traz na mão sua bengala e seu cachimbo.

Na linhagem dos baianos ou das almas seu Zé Pelintra utiliza roupas de algodão comumente usadas entre os escravos e chapéu de palha diferenciando-se apenas por seu lenço vermelho ou cachecol vermelho e uma fita vermelha em seu chapéu, bem como porta sua bengala tipica. Contam que nasceu no povoado de Bodocó, sertão pernambucano, próximo a cidadezinha de Exu. Fugindo da terrível seca que assolava a cidade a família de José dos Anjos rumou para Recife em busca de uma melhor vida, mas o menino aos 3 anos perdeu a mãe. Cresceu, então, no meio da malandragem, dormindo no cais do porto e sendo menino de recados de prostitutas. Sua estatura alta e forte granjeou o respeito dos circunstantes. Sua morte seria um mistério.Aos 41 anos foi encontrado morto sem nenhum vestígio de ferimento.

Uma outra versão do mito alude a José Gomes da Silva, nascido no interior de Pernambuco, um negro forte e ágil, grande jogador e bebedor, mulherengo e brigão. Manejava uma faca como ninguém, e enfrentá-lo numa briga era o mesmo que assinar o atestado de óbito. Os policiais já sabiam do perigo que ele representava. Dificilmente encaravam-no sozinhos, sempre em grupo e mesmo assim não tinham a certeza de não saírem bastante prejudicados das pendengas em que se envolviam. Não era mal de coração, muito pelo contrário, era bom, principalmente com as mulheres, as quais tratava como rainhas.

Zé Pelintra é invocado quando seus seguidores precisam de ajuda com questões domésticas, de negócios ou financeiras e é reputado como um obreiro da caridade e da feitura de obras boas. A Umbanda é um culto legitimamente Brasileiro com seus próprios rituais e estrutura, enquanto o Catimbó é uma forma regional de sincretismo entre elementos tanto brasileiros, europeus, indígenas, portanto, animista, católico e naturalista. Na Umbanda, Zé Pelintra é um guia pertencente à linha do Povo da Malandragem, na Umbanda seu Orixá patrono é Ogum. Já no Catimbó, é considerado um “mestre juremeiro”.

Na Umbanda, Zé Pelintra é creditado como pertencente à linha das almas, cujos seres humanos desencarnados auxiliam no benefício da humanidade como forma de expiação de uma vida anterior de extrema dissipação material. Majoritariamente os seguidores de Zé Pelintra concentram-se nos ambientes urbanos de Rio de Janeiro e São Paulo, mas eles também podem ser encontrados no Nordeste do Brasil, entre os “catimbozeiros”, e nas áreas rurais de praticamente todo o país. Zé Pelintra, tanto na Umbanda como no Catimbó, é tido como protetor dos pobres e uma entidade de importância entre as classes menos favorecidas em geral, tendo ganhado o apelido de “Advogado dos Pobres”, pela patronagem espiritual e material que exerce. Um exemplo real chama-se Lala. É comum achá-lo em festas e exposições, sempre rindo. E é claro, sem fazer rir.suco detox

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