Seu Zé do Catimbó

http://www.youtube.com/watch?v=EXvV0WXcERY

Seu Zé do Catimbó

Sou o mestre Zé Pelintra

Sou Doutor do Catimbó

Mulher tenho mais de trinta

Mas minha alma vaga só.

Pra agradar me dá cachaça

Dá cigarro pra eu fumar

Eu te livro da desgraça

Firma um ponto pra eu sambar.

Levei chumbo de espingarda

Navalhada de outro Zé

Muita paulada de guarda

Mas o que mata é a mulher.

A polícia eu despacho

Navalha foi de raspão

O chumbo acertou o braço

E a mulher o coração.

Venho lá de Aruanda

Sou boêmio, sou malandro

Se aqui houver demanda

Meu chapéu eu vou tirando

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Marinheiros

Eles chegam do mar e desembarcam em terra, sua alegria é contagiante, abraçam a todos, brincando sempre, com aquele jeito meio “maroto”, embriagado. São os Marinheiros, grupo de Espíritos que trabalham na Umbanda em prol da caridade.

Eles conheceram muito bem o mar e a navegação, pois participaram da descoberta de novos mundos através das viagens que empreenderam que duraram anos e anos.
As Entidade de Marinheiro trabalham na Linha de Iemanjá e também de Oxum, que compõem o chamado “Povo da Água”. Seus conselhos e mensagens são sempre cheios de esperança e de fé. Costumam trabalhar em grupos. São fortes, pois enfrentarem guerras e mares agitados, mas também conheceram a calmaria e a bonança.
Dão consultas, passes e também fazem trabalhos fortes de descarrego que envolvam grandes demandas. Em algumas casas, também costumam trabalhar nas giras de desenvolvimento de Médiuns.
Quando dão consultas, essa Falange costuma ir direto ao ponto, sem rodeios, mas também sabem como falar aos consulentes sem criar um clima desagradável ou de medo. Assim, conseguem atingir fundo as almas dos aflitos que costumam procura-los em busca de auxilio e de esperança.
 
Carregam consigo um sentimento profundo de amizade. Nas consultas, gostam muito de ajudar àquelas pessoas que se apresentam com problemas amorosos. Seus conselhos são sempre fiéis e certeiros, têm uma grande responsabilidade e assumem o compromisso de um trabalho bem-feito.
 
As pessoas tem uma ideia muitas vezes distorcida desta linha de trabalho. Os marinheiros são em sua grande maioria espíritos que militam a umbanda para dar sustento no campo da diluição de cargas trevosas, outros atuam como elementos de sustentação de trabalhos voltados a curas, atraindo os poderes elementais dos quais estes espíritos de alto grau espiritual, trazem consigo.
 
Na realidade estes abnegados servidores da lei são verdadeiros “magos que atuam nos mistérios aquáticos” e com uma forma de atuação única dentro dos domínios da umbanda. Como magos, trazem para nós, a possibilidade de nos libertar-nos de nossos entraves, com uma forma bem simpática lidam com os consulentes de forma extrovertida, deixando o assistido muito a vontade com trejeitos peculiares desta linha maravilhosa da umbanda.
Muito diferente do que imaginamos, estes irmãos do astral não são e não estão embriagados, como muitos se mostram, na realidade sua forma de balanço é uma maneira de liberar suas ondas energéticas se utilizando do próprio médium.
 
Como isso ocorre?
Em torno do médium existe um campo de energia sustentado por seus centros de força e, além da energia gerada a partir da energia corpórea, existe um campo espiritual que se reflete em todo o ambiente. Os guias quando encorporados em seus médiuns, dançam, giram, balançam, gesticulam, etc… desta forma os guias liberam não só a energia que se desprende do médium, mas também libera de forma salutar o poder de seu mistério através de ondas magnéticas que são liberadas dentro do campo espiritual do médium e do templo. É desta forma que os marinheiros fazem, em formas onduladas, ou através de seu balanço, que mais parece de uma pessoa embriagada, é que este irmão na luz faz seu trabalho redentor dentro dos campos da Umbanda Sagrada.

Exú 7 Porteiras (Guardião 7 Porteiras)

 É o encarregado de guardar tudo o que está fechado por meio de caminhos , portas , chaves , segredos.

Pertence a terceira linha negativa da Umbanda , comandada pelo Ogum de Lei .

Esse Exú da o poder ao seu Médium , o que invoca para abrir os caminhos das pessoas que o procuram . Exú Chefe de Falange .
O sentido é figurado , pois pela condição de confiança que ele faz passar as pessoas que estão junto ao seu protegido , essa faz as vontades do médium , permitindo , autorizando , fazendo , confidenciando .

É muito soturno , fala pouco , porem sempre a verdade , ele sempre diz que fala a verdade para seu consulente , e não fala o que seu consulente quer ouvir , mesmo se a verdade for digamos , ruim para o consulente , também faz as pessoas falarem muito com ele .
Tem a característica de incorporar sempre próximo a uma porta . Domina as 7 fronteiras , ou seja , ele pode abrir ou fechar suas portas , caminhos , destinos , etc …
Ele é um dos 7 guardiões que toma conta dos 7 portais astrais , de um mundo para o outro ou de um astral para o outro .

Características :

– Bebida : Bebidas finas e marafos .
– Fuma : Charuto .
– Guia : Vermelha e Preta .
– Lugar : Ambientes fechados , na encruzilhada de terra ou mata .
– Vela : Pretas , vermelha e preta .
Canto cantado ao Exú 7 Porteiras

Cadê a chave
Do seu 7 Porteiras (2x)
Ele precisa passar
Ele é seu 7 Porteiras (2x)
Cheguei , cheguei pra trabalhar
Cheguei , cheguei pra ajudar .
Eu não como ,eu não bebo,eu não durmo
Enquanto esses filhos não curar (2x)
Vou a brir a porteira
Vou abrir pra ele passar
Seu 7 Porteira é curador
Por isso veio pra nos ajudar . (2x)

Laroyê 7 Porteiras !!!

Pombo Gira Maria Rosa

Maria Rosa é uma pomba-gira que trabalha na linha das almas, mais também recebe suas oferendas em cruzeiros de pomba-giras. 

Trabalha para o amor e tudo que estiver envolvido neste sentido, sendo para união, castigo ou dano. Deve se ter muito cuidado para o que se pede para esta gira, pois ela trabalha da linha de Obá, e é vulgarmente conhecida como Maria Navalhada.

Nunca tente pedir um companheiro(a) para esta entidade se este for casado, pois ela trabalha com as navalhas de baixo da sua saia e voce é quem sairá sofrendo neste dano, pois ela não entrega quem cobiça homem casado. Agora se quiser alguém solteiro e que este não esta lhe dando bola… seus trabalhos são infalíveis e pode apostar que o que pedir terá! basta ter fé no poder desta maravilhosa entidade

Fogo

Fogo: A vela simboliza o elemento fogo. Pode ser de qualquer cor, dependendo da finalidade com que será usada, e deverá estar no canto superior esquerdo. O fogo representa o início e o fim da existência do homem. Por limpar e transmutar as energias negativas é usado em todo ritual de magia em forma de vela, carvão queimando, pira ou fogueira. Suas chamas são ideais para concentração, viagens astrais, meditações e o desenvolvimento da intuição.

Quiabo não é só ofertado a Xangô!

Alimento do culto de Egungun, porém é muito utilizado no culto de vários Orixás como; Òrò (Baba-Eègun) para favorecimento em qualquer assunto, fazer justiça, exemplar os perversos e injustos.
 
 
Quando ofertado à Exú sua função é acelerar uma melhoria financeira e Ifá.
 
Para Ogum sua finalidade é derrotar um inimigo em confronto manifesto.
 
Para Xangô sua finalidade é atacar ou apaziguar qualquer ameaça que ainda não tenha se manifestado. 
 
Para Obaluaiê é servido cru pilado a fim de acelerar o andamento de riqueza e prosperidade. 
 
Para Obatalá sua função é apaziguar qualquer força ou situação agressiva. Ou seja, o Ila possui características que para adiantar algo, fazer deslizar, escorregar para dentro ou fora de uma situação.
 
Numa Oogun (magia) quando sua seiva é colocada sob folha de bananeira tem a
finalidade de causar a queda de um inimigo. Quando usado somente a seiva do Ilá provocada com a mistura de água, tem finalidade apaziguadora, refreadora, calmante diante de uma força agressiva, confusão na vida ou no Ori.
 
Quando usado como Amalà é utilizado na forma de um molho cozido no Epo ofertado quente com Egba (pirão) também bem quente, sua finalidade é acelerar a chegada ou o desfecho de algo que ambiciona, então se o Amalá for ofertado à Obaluaiê com peixe, búzios, pó de Osun e Efun, é para acelerar a prosperidade, dinheiro e abundancia. 
 
Ofertado à Xangô com peito de carne assada e Orogbo é para alguém obter coragem e enfrentar algo ou alguém complexo, já com pedras de raio ou fogo em brasa é para pedir defesa contra inimigos perigosos e injustos. 
 
Ofertado à Òrò (Baba-Eègun) com uma rabada de boi cozida sua finalidade é para acelerar o término de um sofrimento, doença, processo judicial, autoridade excessiva, abuso, tirania ou má intenção de pessoas

8º Itan

Em outra circunstância, Olofin estava muito doente, muitos foram vê-lo, mas não se encontrou em lugar nenhum quem o curasse. 
 
Por esse tempo, Exú comia aquilo que encontrava, convivendo com a pobreza. Sabendo da doença então, ele seguiu. Vestiu um gorro branco igual aos que usavam os Babalaôs e foi visitar o velho rei. Levou consigo suas ervas e com o seu poder curou então Olofin. 
 
Orumilá ficou muito agradecido e perguntou então a Exú qual deveria ser a recompensa. Exú que conhecia a pobreza, que conhecia a fome, que provara do desprezo de todos, pediu-lhe que lhe desse primazia nas oferendas, que lhe desse sempre um pouco de tudo que desse a qualquer um e que o pusesse às estradas das casas de modo a ser sempre o primeiro a ser saudado pelos que chegassem à casa, para que fosse saudado pelos que saíssem a rua. Orumilá estava grato a Exú e deu tudo o que Exú pediu.
 
Ensinamento: 

Este itan revela dois lados, ele revela a abertura dos padês nas iniciações dos Xirês, dos orôs internos e nos orienta que ao contarmos para os Orixás, que ao começarmos uma oferenda, uma mesa de comidas secas ou até mesmo uma obrigação simples, uma oferenda simples como um amalá para Xangô, como um Omolocum para Oxum, ou um Acarajé para Iansã, é preciso dar também um padê para Exú para manter o itan vivo. Revela ainda nas comunhões que se fazem às mesas de Bori, aonde se retira um pouco de cada comida e oferece para que a cabeça que está tomando esse Bori coma primeiro. Essa parte é um respeito à Exú, é um enaltecimento, é pedindo a Exú que antes dos Orixás, cubra também essa cabeça com respeito e proporcionando e essa pessoa, a esse filho, aquilo que ele pediu relacionado à obrigação.

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