Exú 7 Buracos

 

Muita gente confunde o Exu Sete Buracos com o Exu Sete Covas, mas uma entidade não tem nada a ver com a outra.

 

Enquanto o Sete Covas ampara os espíritos dos mortos, o Sete Buracos ajuda os vivos a saírem do buraco financeiro.

 

Mas, atenção: um olho no peixe e outro no gato ao lidar com o Sete Buracos!

 

Porque assim como esse compadre ajuda a desatolar as pessoas da desgraça financeira, ele também pode ajudar a enterrá-las naquele mesmo lodaçal.

 

Uma coisa é algum negócio ir mal de vez em quando, o que é absolutamente normal. Outra, bem diferente, é tudo estar virado na breca durante todo tempo.

 

Nesses casos há grandes possibilidades do Sete Buracos estar agindo na contramão.

Exú das Matas

Exu das Matas  chefiado por Exu Rei das Matas. Comanda todos os Exus que trabalham no verde ou locais que tenham árvores (à não ser de cemitérios, pois pertence a outro reino). Líder de falange, trabalha tanto para Oxóssi como para Ossâim. Tem seu ponto de força firmado em matas fechadas ou à beira de lago circulado por verde. Quando ele está incorporado observa tudo a sua volta, costuma falar mais do que ouve pois já observou a pessoa que irá conversar. 

É muito evidente o seu extinto de caçador, mostra-se muito ágil quando incorporado lembrando jovens índios caçadores, porém ao falar nos passa a impressão de ser um velho sábio, assim como um grande Pajé. Exu das Matas é conhecedor dos mistérios das ervas, raízes, sementes, folhas, flores e frutos. Costuma ensinar o preparo dos banhos, chás, pós, óleos para a cura da alma e do corpo. 

Exige dos seus filhos o estudo religioso, a disciplina e o respeito com o próximo, pois costuma dizer que nada adianta a entidade ter o conhecimento se o cavalo esta despreparado como ser humano e como médium para auxiliar. Não admite traição e mentiras. Agora, não se esqueça de pedir licença quando adentrar a Mata de Oxossi, pois ela tem um Guardão. 

Laroiê, Exu das Matas! Ê Mogibá! Eu te saúdo, Exu das Matas! 

Exú Cigano

Este, como seu nome indica, se manifesta sob a aparência de um cigano. Quando vivia foi um cigano árabe, que veio como escravo ao Brasil junto com um contingente que provinha da África Oriental. Seu nome em vida era Hassam. 
Por ser o primeiro cigano que se iniciou no culto afro-brasileiro que ele conheceu no cativeiro junto com os demais escravos, obteve o privilégio de ser o comandante dos demais ciganos que se iniciaram, de onde passou a ser chefe do povo cigano. Logo, quando começa a manifestar-se, primeiro na macumba primitiva, logo depois na Umbanda e por último como “Exu de Alto” se dá a conhecer como “Cigano L’erú” que significa: “O cigano que foi escravo”, dando a entender que foi um dos que chegaram primeiro.
 
Sua vestimenta é composta de panos coloridos, turbante e bombacha no estilo árabe. Sendo um dos poucos ciganos (homens) que se apresentam desta maneira, já que a maioria vem com chapéu de feltro ou lenço de cabeça, calça, camisa e jaleco, pois são ciganos muito mais novos no tempo.
 
Os outros Exus que se manifestam como ciganos, quase nunca se chamam “ciganos”, por que de uma maneira geral são Almas de Ciganos que se iniciaram no culto, e chegam com a representação de algum outro Exu do Alto Comando, por exemplo: Exu Corcunda Cigano.
 
Alguns de seus caminhos são ramos de onde podem chegar os distintos ciganos:
 
Exu Cigano do Oriente – O que vem da África Oriental, Arábia e outros países asiáticos.
 
Exu Cigano do Circo – O que trabalha – como indica seu nome – nos circos e também em todos os lugares onde fazem espetáculos públicos.
 
Exu Cigano do Pandeiro – É ele que vem com um pandeiro na mão, bom dançarino, tem um estilo turco.
 
Exu Cigano Caló – É ele que representa a os ciganos que vieram ao Brasil desde Portugal, Espanha e França.
 
Exu Cigano da Praça – Aquele que se dedica a buscar oportunidades nas praças, feiras e parques, fazendo negócios.
 
Exu Cigano Romanó – Quando se apresenta como um cigano que vem de algum dos países de Europa oriental.
 
Exu Cigano do Violino – Que é a passagem na qual ele sabe tocar violino, sendo um cigano rumano.
 
Exu Cigano da Lira – Que faz alusão aos conceitos: 
  • a) que provém de uma cidade africana chamada Lira e que fora a princípio um ponto de encontro entre várias raças para comerciar; 
  • b) que é hábil compondo canções, cantado e tocando instrumentos variados.
Exu Cigano Giramundo – Que não deve se confundir com “Exu Giramundo-cigano”, pois Cigano giramundo é uma passagem de Exu Cigano o que mostra sob a faceta de trota-mundos, andarilho, em sua carruagem viajando de povo em povo. Sem dúvida, Giramundo-cigano é a representação de Exu Giramundo através de uma passagem como cigano.
 

Exu Cigano do Garito – O que trabalha nas casas de jogo clandestino. Devemos ressaltar, que “garito” é uma palavra cigana.

Há, todavia, muitos sub-ramos derivados das primeiras passagens e também outras passagens. Devemos deixar claro que, na Kimbanda, não há algum lugar para ciganos (homens) com nomes próprios, pois temos ouvido por aí que chegam: cigano-andrés, cigano-sandro, cigano-marco, etc. Na Kimbanda só chega Exu Cigano- “de tal parte”, os espíritos de ciganos homens que venham com nomes próprios, NÃO SÃO EXUS DE LEI, não devem ser admitidos nas giras, porque não pertencem à nossa religião. Os ciganos que entraram na nossa religião quando viviam, têm até o momento, somente um dos caminhos: 
a) Chegar representando a Exu Cigano ou Pombagira Cigana e um grupo; 
b) Chegar representando qualquer Exu dos altos comandos e ter ao final a denominação: “cigano”.

Exu Angola – Que pertence ao povo das Almas do Cativeiro.

Exu Cobra Preta – Pertence ao povo das Cobras que trabalha dentro do Reino das Matas.

Exu Come-Fogo – Ronda nas cercanias dos crematórios e pertence ao povo do forno.

Exu Coquinho dos Infernos – Que integra o grupo do Povo dos Infernos (dentro do Reino da Lira)

Exu da Estrada – Que trabalha nas rotas e estradas (povo do Cruzeiro da Rua)

Exu da Lama – Tem a incumbência onde há incêndios e faz parte do Povo do Forno.
 
Exu Dalva – Pertence ao Povo do Cruzeiro do Espaço. Gosta de trabalhar quando está amanhecendo e recebe as oferendas em terrenos abertos.
 
Exu do Ar – Trabalha sob o comando de Exu dos Ventos.
 
Exu Formiga – Pertence ao Povo das Campinas, mora perto dos formigueiros onde procura um de seus alimentos prediletos: as formigas.
 
Exu Gato – Prefere trabalhar nas encruzilhadas dos montes.
 
Exu Gererê – Trabalha dentro do mar, pertence ao povo dos pescadores, de fato, seu nome significa “red” em linguagem banto.
 
Exu Hora-Grande – Outro tipo de nome que se usa para referir-se a Exu Meia-Noite.
 
Exu Kolobô – Que trabalha nos cemitérios e ataca condolências, pertence ao povo das mirongas.
 
Exu Lalu – Trabalha nas encruzilhadas da praia sob as ordens de Exu Mirim.
 
Exu Limpa-Trilhos – Trabalha nas vias de trem abrindo os caminhos, pertence ao povo da Encruzilhada de Trilhos e seu chefe direto é o Exu Marabô.
 
Exu Mangue – Vive nos mangues.
 
Exu do Pantanal – pertence ao povo do Lodo.
 
Exu Pinga-Fogo – Que pertence ao povo dos Fornos ou do Fogo (povo do fogo material)
 
Exu Relâmpago – Trabalha no povo da Encruzilhada do Espaço (pontos cardinais), sob as ordens de Seu Sete Gargalhadas.
 
Exu Sete Horas – Que pertence ao povo do Cruzeiro do Espaço.
 
Exu Tira-Tôco – Trabalha nos montes de Eucaliptos a beiradas do mar. Pertence ao povo da mata da praia.
 
Exu Tranca-Gira – Trabalha nos cruzeiros sob as ordens de Exu Tranca Tudo.
 
Pombagira da Terra – Trabalha nos cemitérios.
 
Pombagira Rosária – Trabalha nos mercados e feiras.
 
Pombagira Sete Folhas – Pertence ao povo das árvores e trabalha na entrada dos montes.

7º. Itan:

rei_e_rainha_medieval

Exú provocou a guerra entre famílias. Um rei e sua família deixaram de prestar as homenagens devidas a Exú e este não se deu por vencido. Haveriam de pagar bem caro pela ofensa. Exú procurou a rainha que vivia enciumada porque o rei só se interessava pela esposa mais nova. Disse-lhe que faria então um feitiço para que ela voltasse a ser a preferida do marido. Deu a ela uma faca e disse que cortasse um fio de barba do rei para fazer o tal trabalho. Então Exú, foi a casa do príncipe herdeiro e disse que o pai queria vê-lo naquela noite. Que fosse ao palácio e levasse seus guerreiros.
Exú foi ao rei e disse-lhe que tomasse cuidado, porque a rainha planejava mata-lo naquela noite. O rei então se recolheu naquela noite, mas ficou acordado esperando e viu então a rainha entrar no quarto e dele se aproximar com a faca na mão, imaginou que ela pretendia mata-lo e engalfinhou-se com a faca na mão numa luta feroz.  O príncipe que chegava ao palácio com seus homens ouviu o barulho, os gritos e correu a câmara real com os soldados e viu o rei com a faca na mão. Faca que tirara da rainha na luta e pensou que o rei ia matar a rainha, a sua mãe. Invadiu o quarto com os soldados. Seguiu-se grande mortalidade. O preço fora pago e alto. Exú cantava, Exú dançava. Exú estava vingado.
Ensinamento: Esse itan revela que nem tudo é o que parece ser. Revela muitas vezes, que um cliente vai a mesa de jogo buscar muitas vezes, uma vingança, vai buscar uma cobrança por ciúme, a cobrança por negligência pessoal e muitas vezes não se dá a ele aquilo que ele foi buscar. Convencer de que na realidade as coisas podem ser diferentes se forem vistas de forma diferente e muitas vezes uma queimação, muitas vezes um feitiço, uma magia, por mais negra que seja possa ser mudada por um ebó de paz, aonde os conflitos são desfeitos, aonde os mal entendidos são esclarecidos, sem envolver tragédia, sem envolver dor, sem envolver lágrimas, evitando que Exú cante, que Exú dance, evitando vinganças de Exú.

6º. Itan:

Em outra estória, em outro itan, Exú com certeza come tudo e ganha o privilégio de comer primeiro. Exú era o filho caçula de Iemanjá e Orumilá, irmão de Ogum, Xangô e Oxóssi. Exú comia de tudo. Sua fome era incontrolável. Comeu todos os animais da aldeia em que vivia. Comeu de 4 pés, comeu de penas, comeu de cereais, as frutas, os inhames, as pimentas. Bebeu toda a cerveja, toda aguardente, todo o vinho. Ingeriu todo o azeite de dendê, mastigou todos os obis. Quanto mais comia, mais fome sentia. Primeiro comeu tudo do que mais gostava, depois começou a devorar árvores, pastos e já ameaçava engolir o próprio mar. Furioso Orumilá compreendeu que Exú não pararia e acabaria por comer até o céu. Orumilá pediu a Ogum que detivesse o irmão a todo custo, e para preservar a terra, os seres humanos e os próprios Orixás, Ogum teve que matar o próprio irmão. A morte, entretanto não aplacou a fome de Exú, que mesmo depois de morto podia se sentir sua presença devoradora, sua fome sem tamanho nos pastos, nos mares, nos poucos animis que restaram, todas as colheitas, até os peixes iam sendo consumidos. Os homens não tinham mais o que comer e todos os habitantes da aldeia adoeceram, e de fome, um a um foram morrendo. O sacerdote da aldeia consultou o Oráculo de Ifá e alertou Orumilá quanto ao maior dos riscos. Exú, mesmo em espírito estava pedindo a sua atenção. Era preciso aplacar a fome de Exú. Exú queria comer. Orumilá então obedeceu ao Oráculo e ordenou:
“– Doravante para que Exú não provoque mais catástrofes, sempre que fizeres oferendas aos Orixás, deverão em primeiro lugar, servir comida a ele, para haver paz e tranquilidade entre os homens é preciso dar de comer a Exú em primeiro lugar.”
 
 
Ensinamento: Esse itan marca o ebó de tudo o que a boca come que é aplicado nos iniciados, é aplicado em orôs, em clientes, dependendo das circunstâncias, dependendo do estado de vida que ele se encontre, dependendo da pobreza que bate a sua porta. Esse ebó de tudo o que a boca come, é um ebó que rende homenagem a Exú, é aquele ebó tradicional que se coloca de tudo um pouco, desde açúcar, até o pó de café. Os itans, eles falam por nós, eles falam por cada estória, eles justificam cada gesto, justificam cada momento da nossa vida. Com os itans foi cultuado a história do Candomblé, com os itans foi criado momentos especiais que fazem parte do progresso individual de  cada ser humano.

5º. Itan:

Em outra época, Exú ajudava Olodumare na criação do mundo, bem no princípio, durante a criação do universo. Olodumare reuniu os sábios do Orum para que o ajudassem no surgimento da vida e no nascimento dos povos sobre a face da terra, entretanto, cada um tinha uma ideia diferente para a criação e todos encontravam algum inconveniente nas ideias dos outros, nunca entrando num acordo, assim surgiram muitos obstáculos e problemas para executar a boa obra a que Olodumare se propunha.

 

Então, quando sábios e o próprio Olodumare se propunha e já acreditava que era impossível realizar tal tarefa. Exú veio em auxílio de Olodumare e disse que para obter sucesso em tão grandiosa obra era necessário sacrificar 101 pombos como ebó. Com o sangue dos pombos se purificariam das diversas anormalidades que perturbavam a vontade dos bons espíritos, daqueles que queriam uma construção, que queriam uma vida melhor. Ao ouvi-lo, Olodumare estremeceu, porque a vida dos pombos está muito ligada a sua própria vida. Mesmo assim, pouco depois sentenciou; assim seja pelo bem de meus filhos, e pela primeira vez então, sacrificaram-se pombos.

 

Exú foi guiando Olodumare por todos os lugares aonde se deveria verter o sangue dos pombos para que tudo fosse purificado e para que seu desejo de criar o mundo assim fosse cumprido. Quando Olodumare realizou tudo o que pretendia convocou Exú e lhe disse:

 

“– Muito me ajudastes e eu bendigo teus atos. Por toda a eternidade sempre será reconhecido. Exú será louvado sempre e antes do começo de qualquer empreitada, você será homenageado”.

 

Ensinamento: Nesse itan extrai-se literalmente o uso do ilé nos Boris, o uso do ilé nas obrigações. O ilé que acompanha a cabra, que acompanha o cabrito antes da galinha d’angola. Para louvar, para render homenagens, para limpar, para consagrar, para espalhar sobre o ori. O manto sagrado da criação do mundo, o manto sagrado da criação de uma nova vida, de um novo caminho sobre a cabeça a qual se está trabalhando.

 

4º. Itan:

E Exú também refez o tabu e refeito o decano dos Orixás. Exú era o mais novo dos Orixás. Exú assim deveria reverências a todos eles sendo sempre o último a ser cumprimentado. Mas, Exú almejava o cargo, almejava grau, almejava a superioridade, desejando ser homenageado pelos mais velhos. Para conseguir seu intento Exú foi consultar o Babalaô. Foi dito a Exú que fizesse sacrifício. Deveria oferecer 3 ecodidés, que são as penas do papagaio vermelho, 3 galos de crista gorda, mais 15 búzios, azeite de dendê, mariwo. Exú fez o ebó e o adivinho disse a ele para tomar um dos ecodidés e usá-lo na cabeça amarrado na testa e que assim não poderia por três meses carregar na cabeça o que quer que fosse. Olodumare a eles atribuíra responsabilidades. Oxú, a grande mãe lua foi buscar os orixás, Todos os Orixás se preparavam para o grande momento, a grande audiência com Olodumare. Todos trataram de preparar suas oferendas, fizeram suas trouxas, seus carregos, para levar tudo para Olodumare. Cada um foi com a trouxa de oferendas na cabeça, só Exú não levava nada porque estava usando ecodidés. Sua cabeça estava descoberta, não tinha gorro, nem coroa nem chapéu, nem carga. Oxú levou os orixás até Olodumare. Quando chegaram ao Orun de Olodumare, todos se prostraram, mas Olodumare não teve que perguntar nada a ninguém, pois tudo o que ele queria saber lia nas mentes dos Orixás, e disse ele então:

 

“– Aquele que usa o ecodidés foi quem trouxe todos para mim. Todos trouxeram oferendas e ele não trouxe nada, ele respeitou o tabu e não trouxe nada na cabeça, ele está certo, ele acatou o sinal de submissão, doravante será meu mensageiro, pois respeitou o “ó”, tudo o que quiseres de mim, que me seja mandado dizer por intermédio de Exú, e então por isso, por sua missão, que ele seja homenageado antes dos mais velhos, porque ele é aquele que usou o ecodidé e não levou o carrego da cabeça em sinal de respeito e também de submissão.” Assim, o mais jovem dos Orixás, o que era saudado por último, passou a ser o primeiro a receber o cumprimento, a saudação. Os mais novos foi feito os mais velhos. Exú é o mais velho e o decan dos Orixás.

 

Ensinamento: Esse itan marca a abertura de um axé, de um Xirê, de qualquer orô que vá se fazer para um Orixá. Qualquer orô que vá começar numa casa de santo é preciso com certeza dar caminho a Exú, rodar o padê, levar Exú até a rua, conduzi-lo para que ele possa estar satisfeito e ser o primeiro a ser louvado. Ao abrir o Xirê numa casa de axé, não se faz nada sem consagrar, sem louvar, sem render homenagens ao primeiro e com certeza também, o mais velho, aquele que conseguiu superar os tabus. Com certeza Exú é reverenciado nos dias de hoje, ainda baseado neste itan, baseado na sua vantagem que teve por usar a inteligência.

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