A inveja, “mau olhado”, magia, “eguns” (espíritos)

Existem pessoas, ainda que involuntariamente, por uma sensibilidade ou fraqueza astral/espiritual, absorvem cargas negativas de outras pessoas ou ambientes.

Origens:

  •  Dirigida: resultado de ação de magia, de inveja sofrida, mau olhado …
  •  Ambiental: locais como cemitério e hospital (onde existe uma concentração de espíritos), casas, local de trabalho …
 
  •  Egun: são de dois tipos distintos; 1) espíritos “sem luz” altamente destrutivos que “encostam” nas pessoas, quer por ação de magia ou ainda por sensibilidade da pessoa. 2) espírito de parentes ou amigos quando em vida, que no seu desconhecimento inicial do mundo espiritual, tentam nos “ajudar” mas acabam nos prejudicando sem perceber.
  •  Retorno: toda energia por nós emitida, seja positiva ou negativa, sempre volta com as suas conseqüências da Lei do retorno.
 

Os sintomas provocados pelas cargas negativas nos atingem de várias formas:

 

Vida afetiva – Relacionamentos abalados ou destruídos, falta de atração pessoal, solidão.

Caminhos, trabalho e objetivos materiais – Projetos que não se realizam, dificuldade de relacionamento e produtividade no trabalho, desemprego e dificuldade para obtê-lo, “portas que se fecham”, perdas e prejuízos …

 

Disposição física e mental – Sensação de “corpo pesado” e peso sobre os ombros, pressão na nuca, tirando nossa energia e poder de reação, causando angústia, depressão, pessimismo, inquietação, nervosismo exagerado, insônia, sonolência durante o dia, cansaço, desânimo, vendo as coisas mais feias do que realmente são, sofrendo por antecipação, idéias ruins e de auto destruição.
 
Saúde – Saúde frágil, doenças que não curam, males que a medicina não explica ou detecte sua origem, dores de cabeça freqüentes, enxaquecas, dificuldade de cura…

As Soluções:

 

“A solução dos problemas muitas vezes não é um fenômeno (como uma varinha de condão que batemos e o mal some ou as coisas se modificam instantaneamente) mas cada um tem uma forma de tempo de resolução.”
“Através do trabalho de limpeza – ebó – que eliminam as energias negativas, que agem como um campo de força em torno da nossa aura, impedindo que coisas boas se aproximem e atraindo mais negatividade e dificuldades.”
 
As soluções passam por uma “limpeza” e fortalecimento da aura, e são as mais diversas, através da diversidades de “sacodimentos” , oferendas, ebós, boris, obis, abôs, pembas … sempre de acordo com o indicado pelo jogo de búzios, ou mesmo pela vasta experiência prática do babalorixá, o qual já sabe o que fazer em situação conhecida, pois muitas vezes não há a necessidade de se jogar os búzios, como nem sempre é preciso “fazer” alguma coisa, em virtude desta experiência, o babalorixá se torna um psicólogo prático, e um bom conselho e orientação resolvem situações. A forma varia de nação para nação, que são as origens dos locais africanos das diversas casas de candomblé; keto, angola, gêge, fon, ijexá…

Existem casos em que a “limpeza” por si só não é suficiente, oferendas aos orixás, para obtenção de alguma ajuda específica ou generalizada, é preciso, bem como, só oferenda e pedidos não é o suficiente – “para tratar uma ferida, é preciso, antes limpá-la” – há necessidade de se deixar a aura limpa para receber o axé necessário.

“A abertura de melhoria de determinados caminhos pode se obter através de pedidos aos orixás por meio de oferendas e Orô – reza dos orixás.”

 

Oferenda
“Quando fazemos alguma oferenda, comida aos orixás, o orixá se utiliza dos elementos símbolos ali contidos e transforma em energia positiva, seu axé.”
 
Ebó
“Trabalho de lipeza de aura das energias negativas (encosto de espíritos – magias – doenças de plano astral)”
 
Abô
“Banho de ervas (selecionadas) maceradas para lipeza de aura.”
 
Pemba
“Favas – sementes – raladas com pemba (giz especial) branca, utilizada para limpeza da aura. Este pó deve ser passado na cabeça e corpo – utilizado para limpeza e energização.”
 
Qualquer problema é tratável sem a necessidade de uma iniciação, por mais grave que seja, a iniciação é um exercício de vontade, de amor ao orixá, o qual requer dedicação; fazer o “santo” é uma missão, é mais um elemento para atender ou auxiliar no atendimento à quem da religião necessitar, com todos os requisitos necessários ao bom cumprimento, seriedade, humildade, fé, disponibilidade de tempo quando solicitado em detrimento a um lazer pessoal.
 
Em muitos casos se restaura uma energia pessoal, que de certa forma foi “contaminada” e se acrescente uma boa dose de energia positiva a qual está necessitando para desempenho das suas funções. Este tipo de tratamento eu comparo como uma limpeza de caixa d’agua, onde se tira toda água suja, esfrega-se as paredes com um bom produto de limpeza e coloca-se água limpa, aliás operação que deveria ser feita periodicamente, pois o contato com essas energias negativas é comum e constante. Sabiamente em alguns lugares da China e da África um doente antes de se internar num hospital , passa por uma limpeza de aura, que vai auxiliar a sua cura. 
Assim como a gordura de uma cozinha se acumula sobre o azulejo, as energias negativas se acumulam sobre nossa aura, formando um “campo de força negativo” , onde as energias boas “batem e resvalam” , nos deixando expostos a toda gama de consequências já relatadas, que estamos sujeitos; e assim como não basta um pano com água para “lavar” a gordura do azulejo, mas um bom detergente; em nossa aura, é pura inocência achar que simples banho de água e sal ou poucas ervas, serão suficientes para um bom resultado, é como dar aspirina infantil para úlcera.
“Nosso Orixá não tem obrigação de nos dar mas, o receber é consequência dos nossos atos.”
“Receberemos o axé pedido se: Merecermos e se for o tempo de recebermos.”
“Quem vê a vida somente com os olhos do interesse não enxerga o caminho.”
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MAGIA CIGANA-CRAVO-DA-ÍNDIA




O cravo-da-índia tem o poder de limpar a aura, traz vigor para pessoas debilitadas por doenças,afasta o medo, combate infecções bucais, e bactericida, muito indicado também nas receitas de amor dos espíritos ciganos, pois é atrativo de boas energias.
 
 


PARA ATRAIR UM AMOR 
 


Para atrair um grande amor, coloque 3 cravos-da-índia dentro do seu perfume ou numa colônia, de preferência aquele que você mais usa no seu dia-a-dia.




PARA LIMPEZA ESPIRITUAL E FÍSICA DE AMBIENTES
 


  • 14 cravos-da-índia
  •   1 litro de álcool
  •   3 folhas de louro


Pegue os 14 cravos, o louro e deixe-os por 14 horas em contato com a terra (pode ser em um vaso qualquer planta que você tenha em casa). Faça seus pedidos aos espíritos ciganos para que energizem esses elementos, para que tragam o benefício desejado.No dia seguinte, coloque o louro e os cravos dentro do álcool e o embrulhe com um plástico escuro e deixe-o descansar por 9 dias, depois pode usá-lo para limpar sua mesa de trabalho, o chão do banheiro e da casa toda. Passe-o com o pano limpo. Poderá utilizá-lo em borrifador. Basta diluir 10 tampinhas para 2 litros de água.
 


PARA BANHO (PARA  O VIGOR FÍSICO E ESPIRITUAL E ATRATIVO DE BOAS ENERGIAS)
 


  • 3 cravos
  • 1 colher (chá) de mel
  • 1 colher (chá) de sementes de erva-doce 
  • 2 litros de água
  • 1 rosa vermelha



Tire a cabeça dos cravos-da-índia (não esqueça de deixar tudo por 24 horas em contato com a terra, como dito anteriormente). Esfregue a erva-doce nas mãos para ativar o óleo essencial, quando a água levantar fervura, desligue o fogo e acrescente as ervas , tampe e deixe até esfriar, após tomar seu banho normal, acrescente água do chuveiro a seu banho de ervas, até amorná-lo e jogue devagar do pescoço para baixo. As ervas usadas devem ser descartadas na terra.
 



Esse banho pode ser usado por gatos e cães debilitados. Basta retirar da receita o mel. Com a ajuda de um borrifador, borrife seu bichinho 2x por semana, um pouquinho já é o suficiente.

A Magia da Capoeira – A arma da Malandragem.

 

 

A capoeira é uma expressão cultural Afro-brasileira que mistura luta, dança, cultura popular, música. Desenvolvida no Brasil por escravos africanos e seus descendentes, é caracterizada por golpes e movimentos ágeis e complexos, utilizando os pés, as mãos, a cabeça, os joelhos, cotovelos, elementos ginástico-acrobáticos, e golpes desferidos com bastões e facões, estes últimos provenientes do Maculelê. Uma característica que a distingue da maioria das outras artes marciais é o fato de ser acompanhada por música.

ZÉ PELINTRA E A CAPOEIRA

Seu Zé, como é carinhosamente chamado por seus admiradores, é também um conquistador nato. Conhecedor da noite e dos perigos da vida, anda sempre com seu lenço no pescoço e sua navalha alemã no bolso. Não é preciso ser capoeirista para saber que muito dessa personalidade de Seu Zé, está ligada também à personalidade histórica do capoeirista.

Se retornarmos para um segundo momento na história da capoeira, pós-abolição, vamos encontrar entre os praticantes da arte justamente os malandros, que, sendo exímios capoeiristas, sabiam como escapar de qualquer perigo e estavam sempre atentos ao caminhar pelas ruas. Os capoeiristas também sempre foram “conquistadores natos” do mulherio.

Ainda que afirmar isso nos idas de hoje seja tão polêmico, era no passado também muito natural que os praticantes da capoeira fossem praticantes de alguma religião afro brasileira, uma vez que essas religiões estão fortemente ligadas ao universo de onde eles e a própria capoeira vieram. Mais do que uma simples prática, a religiosidade do povo africano não é apenas vivida no espaço de um terreiro ou um templo, é algo levado para o dia a dia, não é só uma religião, mas também uma forma de viver e de ver o mundo.

E se hoje o preconceito é grande, imagine então naquela época… Um pouco mais a frente na história, encontramos entre os angoleiros figuras tão malandras quanto Seu Zé, principalmente na capoeira Angola, onde os malandros chegavam em seus ternos impecáveis, chapéu de lado, e jogavam sem que uma mancha de poeira sequer maculasse o branco de suas roupas. “moça não tenha medo do seu marido se ele é bom na faca, eu sou no facão se ele é bom na reza, eu na oração se ele bate em cima, eu vou na rasteira sou da capoeira”

VIBRAÇÕES NA CAPOEIRA

A tão famosa “mandinga”, uma energia quase palpável na capoeira, que todo capoeirista já sentiu, é uma energia herdada dessa época em que era preciso mais do que esperteza e habilidade no jogo, mas também – opinião própria – uma proteção espiritual para o capoeira. Negro, pobre de recursos materiais, mas rico de recursos culturais, e discriminado, perseguido pela polícia, pelo preconceito, por outros capoeiristas…

A mandinga é uma energia que vem da época em que o negro escravo precisava fugir da senzala e lutar pela liberdade e para isso contava com um auxílio divino. Então, por mais incrível que pudesse parecer, o escravo e o malandro conseguiam escapar das mais inacreditáveis situações…emagrecer bebendo água

A Magia da Capoeira

A MAGIA DA CAPOEIRA – A ARMA DA MALANDRAGEM.

A capoeira é uma expressão cultural Afro-brasileira que mistura luta, dança, cultura popular, música. Desenvolvida no Brasil por escravos africanos e seus descendentes, é caracterizada por golpes e movimentos ágeis e complexos, utilizando os pés, as mãos, a cabeça, os joelhos, cotovelos, elementos ginástico-acrobáticos, e golpes desferidos com bastões e facões, estes últimos provenientes do Maculelê. Uma característica que a distingue da maioria das outras artes marciais é o fato de ser acompanhada por música.

ZÉ PELINTRA E A CAPOEIRA

Seu Zé, como é carinhosamente chamado por seus admiradores, é também um conquistador nato. Conhecedor da noite e dos perigos da vida, anda sempre com seu lenço no pescoço e sua navalha alemã no bolso.
Não é preciso ser capoeirista para saber que muito dessa personalidade de Seu Zé, está ligada também à personalidade histórica do capoeirista. Se retornarmos para um segundo momento na história da capoeira, pós-abolição, vamos encontrar entre os praticantes da arte justamente os malandros, que, sendo exímios capoeiristas, sabiam como escapar de qualquer perigo e estavam sempre atentos ao caminhar pelas ruas. Os capoeiristas também sempre foram “conquistadores natos” do mulherio.
Ainda que afirmar isso nos idas de hoje seja tão polêmico, era no passado também muito natural que os praticantes da capoeira fossem praticantes de alguma religião afro brasileira, uma vez que essas religiões estão fortemente ligadas ao universo de onde eles e a própria capoeira vieram. Mais do que uma simples prática, a religiosidade do povo africano não é apenas vivida no espaço de um terreiro ou um templo, é algo levado para o dia a dia, não é só uma religião, mas também uma forma de viver e de ver o mundo. E se hoje o preconceito é grande, imagine então naquela época…
Um pouco mais a frente na história, encontramos entre os angoleiros figuras tão malandras quanto Seu Zé, principalmente na capoeira Angola, onde os malandros chegavam em seus ternos impecáveis, chapéu de lado, e jogavam sem que uma mancha de poeira sequer maculasse o branco de suas roupas.
“moça não tenha medo do seu marido 
se ele é bom na faca, eu sou no facão 
se ele é bom na reza, eu na oração 
se ele bate em cima, eu vou na rasteira 
sou da capoeira”

VIBRAÇÕES NA CAPOEIRA

A tão famosa “mandinga”, uma energia quase palpável na capoeira, que todo capoeirista já sentiu, é uma energia herdada dessa época em que era preciso mais do que esperteza e habilidade no jogo, mas também – opinião própria – uma proteção espiritual para o capoeira. Negro, pobre de recursos materiais, mas rico de recursos culturais, e discriminado, perseguido pela polícia, pelo preconceito, por outros capoeiristas… A mandinga é uma energia que vem da época em que o negro escravo precisava fugir da senzala e lutar pela liberdade e para isso contava com um auxílio divino. Então, por mais incrível que pudesse parecer, o escravo e o malandro conseguiam escapar das mais inacreditáveis situações…

Orixás e entidades da Umbanda e do Candomblé.

O conhecimento da religião dos Orixás, mostrando lendas, curiosidades e mistérios da nossa religião.

Umbanda de Caboclos, Boiadeiros, Pretos Velhos, Marinheiros e todo o seu mistério

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Ciganos, suas origens e seus mistérios.

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Mestre Zé Pilintra

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Rainha Maria Padilha, Exús e Pombo Giras

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Lendas, Mistérios e Curiosidades da Religião Afro

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