Pomba Gira Caveira

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Dona Figueira

Sacerdotisas da Deusa

São espíritos com apresentação feminina que vieram em uma ou mais encarnações como sacerdotisas ou seguidoras dos antigos cultos pagãos onde se cultuava a Deusa ou grande Mãe.
Muitos espíritos se converteram ao culto do divino masculino. Muitas dessas conversões foram forçadas pelo derramamento de sangue nas mais terríveis torturas, e as mulheres convictas em suas crenças e fortes o suficiente para bancarem o custo de serem quem eram, não aderiram a nova religião, e o resultado todos nós sabemos: a fogueira.

Muitas dessas fogueiras eram feitas com pedaços de madeiras da árvore Mãe dos Figos. A Figueira. Devido a parábola bíblica em que Jesus condena a figueira que não deu figos. Então os cristãos associavam a algo amaldiçoado assim como as hereges.
A Lua, à Lilith, à serpente, ao próprio instrumento de imantação lasciva usado por Satanás envolvidos na crença da antiga religião, fez com que as mulheres perdessem seu espaço e respeito. Não podiam mais usar seus conhecimentos sobre a magia natural. Infusão, orações ou mantras eram considerados feitiços do demônio.
Suas vidas se resumiam em filha, esposa e mãe.

Pombo Gira da Figueira são sacerdotisas, feiticeiras, curandeiras. Não são consideradas guardiães de falanges, pois existe Mulambo da Figueira, Padilha da Figueira, Figueira do Lodo. Mas são presença constante em terreiros, mesmo sem incorporação.
São o triunfo da luz sobre as trevas.
São guardiães queridas e compreensivas, recebem oferendas em baixo de árvores, se possível figueiras, de preferência nas sextas-feiras, dia tradicionalmente consagrado às Deusas e aos feitiços amorosos. Essas oferendas incluem o figo especialmente se for para Dona Maria Mulambo da Figueira, vinhos, maçãs, pêras, pêssegos, tamarindos, romãs, incenso, velas de diversas cores, dependendo do pedido ou trabalho realizado   rosas vermelhas, orquídeas, lírios, jasmim, ervas e especiarias, mel, perfumes. Suas oferendas não incluem o padê de pomba gira.
Não recebem oferendas em encruzilhadas.
Podem usar as cores verde, dourada, vermelha, negra, branca e roxa. 
Costumam trabalhar com pó de magia, óleos, filtros e poções. Ervas, sal terra, água e outros elementos.
Seus pedidos atendem amor, saúde e prosperidade.

SALVE DONA FIGUEIRA!

Maria Padilha das Sete Catacumbas

Maria Padilha das Sete Catacumbas

 

Vativa ficou totalmente arrepiada quando ouviu o que a bruxa lhe disse: – Precisamos do sangue de um inocente! – Sua mente imediatamente focalizou a imagem de Yorg, seu pequeno filho de apenas três anos. Seus pensamentos vagaram por alguns instantes enquanto a mulher remexia em um pequeno caldeirão de ferro.

Estava ali por indicação de uma vizinha que conhecia o problema pelo qual estava passando. Era casada, não tinha queixas do marido, mas de repente parece que uma loucura apoderou-se dela. Apaixonara-se por um rapazote de dezessete anos, ela uma mulher de trinta, bela e fogosa não resistira aos encantos do adolescente e sua vida transformou-se em um inferno. Já traíra seu marido algumas vezes, mas desta vez era algo fora do comum, não conseguia conceber a vida longe do rapaz. Conversando com a vizinha, a quem contava tudo, esta aconselhou: – Vá falar com a bruxa Chiara ela resolve o assunto para você. – Pensou durante alguns dias e não resistiu, foi procurar pela feiticeira.

 

O ambiente era horrível e a aparência da mulher assustadora, alta, muito magra, com apenas dois dentes na boca, vestia-se inteiramente de preto e fora logo dando a solução: – Vamos matar seu marido, aí você fica livre e se muda para outro povoado, bem distante, levando seu amante! – Vativa ficou assustada, não era essa a idéia. Não tinha porque matar seu marido. Não havia um jeito mais fácil? – De forma alguma, se o deixarmos vivo, quem morre é você! Mas não se preocupe eu cuido de tudo. – Foi aí que ela falou do sangue inocente. – A senhora está tentando dizer que tenho que sacrificar meu filho? – Para fazer omelete, quebram-se ovos… Vativa não estava acreditando, a mulher dizia barbaridades e sorria cinicamente. Levantou-se e saiu correndo apavorada. A risada histérica dada por Chiara ainda ecoava em seus ouvidos quando chegou a casa.

 

Desse dia em diante suas noites tornaram-se um tormento, bastava fechar os olhos para ver aquele homem (Sete Catacumbas) todo de preto que a apontava com uma bengala: – Agora você tem que fazer! – Em outras ocasiões ele dizia: – Você não presta mesmo, nunca prestou! – Vativa abria os olhos horrorizados e não conseguia mais dormir.

 

Uma noite, já totalmente transtornada com a aparição freqüente, saiu gritando pela casa. Ouvindo os gritos da mãe o pequeno Yorg acordou e desatou a chorar. Sem saber como, a faca apareceu em sua mão. – Cale a boca garoto dos infernos! – A lâmina penetrou por três vezes no pequeno corpo. Retomando a consciência não suportou a visão do crime cometido e caiu desmaiada. Na queda, a vela que iluminava o pequeno ambiente caiu-lhe sobre as vestes e em pouco tempo o fogo consumia tudo.

 

Por muitos anos o espírito de Vativa vagou até conseguir a chance de evoluir junto a um grupo de trabalhadores de esquerda, mas se há uma coisa que ela odeia é relembrar o fato, por isso poucas vezes o comenta. Com posto garantido na falange do cemitério detesta ser lembrada para amarrações e perde a compostura quando há um pedido do gênero.

 

Hoje todos a conhecem pela grandeza dos trabalhos que pratica na linha da guardiã Maria Padilha das Sete Catacumbas ao lado do Senhor Exú das Sete Catacumbas, pois todo médium que recebe Seu Sete recebe também Maria Padilha das Sete Catacumbas em algumas ocasiões, caso contrário após muito tempo recebendo somente Seu Sete passa a sentir-se pesado.

 

O ambiente era horrível e a aparência da mulher assustadora, alta, muito magra, com apenas dois dentes na boca, vestia-se inteiramente de preto e fora logo dando a solução: – Vamos matar seu marido, aí você fica livre e se muda para outro povoado, bem distante, levando seu amante! – Vativa ficou assustada, não era essa a idéia. Não tinha porque matar seu marido. Não havia um jeito mais fácil? – De forma alguma, se o deixarmos vivo, quem morre é você! Mas não se preocupe eu cuido de tudo. – Foi aí que ela falou do sangue inocente. – A senhora está tentando dizer que tenho que sacrificar meu filho? – Para fazer omelete, quebram-se ovos… Vativa não estava acreditando, a mulher dizia barbaridades e sorria cinicamente. Levantou-se e saiu correndo apavorada. A risada histérica dada por Chiara ainda ecoava em seus ouvidos quando chegou a casa.

 

Desse dia em diante suas noites tornaram-se um tormento, bastava fechar os olhos para ver aquele homem (Sete Catacumbas) todo de preto que a apontava com uma bengala: – Agora você tem que fazer! – Em outras ocasiões ele dizia: – Você não presta mesmo, nunca prestou! – Vativa abria os olhos horrorizados e não conseguia mais dormir.

 

Uma noite, já totalmente transtornada com a aparição freqüente, saiu gritando pela casa. Ouvindo os gritos da mãe o pequeno Yorg acordou e desatou a chorar. Sem saber como, a faca apareceu em sua mão. – Cale a boca garoto dos infernos! – A lâmina penetrou por três vezes no pequeno corpo. Retomando a consciência não suportou a visão do crime cometido e caiu desmaiada. Na queda, a vela que iluminava o pequeno ambiente caiu-lhe sobre as vestes e em pouco tempo o fogo consumia tudo.

 

Por muitos anos o espírito de Vativa vagou até conseguir a chance de evoluir junto a um grupo de trabalhadores de esquerda, mas se há uma coisa que ela odeia é relembrar o fato, por isso poucas vezes o comenta. Com posto garantido na falange do cemitério detesta ser lembrada para amarrações e perde a compostura quando há um pedido do gênero.

 

Hoje todos a conhecem pela grandeza dos trabalhos que pratica na linha da guardiã Maria Padilha das Sete Catacumbas ao lado do Senhor Exú das Sete Catacumbas, pois todo médium que recebe Seu Sete recebe também Maria Padilha das Sete Catacumbas em algumas ocasiões, caso contrário após muito tempo recebendo somente Seu Sete passa a sentir-se pesado.

Maria Padilha dos Sete Cruzeiros da Calunga

Maria Padilha

Maria Padilha dos Sete Cruzeiros da Calunga

França, final do século dezenove. Juliette estava desesperada. Aos dezessete anos, filha de nobres franceses estava prometida em casamento para o jovem Duque D”areaux. Por coisas que somente à vida cabe explicar, havia se apaixonado por um dos cavalariços de sua propriedade. Entregara-se a essa paixão de forma avassaladora o que culminou na gravidez que já atingira a oitava semana. Somente confiara o segredo à velha ama Marie, quase uma segunda mãe que a vira nascer e dela nunca se afastara, que a aconselhou a fugir com Jean, seu amado. Procurado, o rapaz não fugiu à sua obrigação e dispos-se a empreender a fuga. Sairiam a noite levando consigo apenas a ama que seria muito útil à moça e os cavalos necessários para os três. Perto da meia-noite, Juliette e Marie esgueiraram-se pelo jardim e dirigiram-se até o ponto em que o jovem as esperava. Rapidamente montaram e partiram. Não esperavam, contudo, que um par de olhos os espreitasse. Era Sophie a filha dos caseiros, extremamente apaixonada por Jean. Percebendo o que se passava correu até a grande propriedade e alertou aos pais da moça sobre a fuga iminente. Antoine, o pai de Juliette, imediatamente chamou por dois homens de confiança e partiu para a perseguição. Não precisaram procurar por muito tempo. A falta de experiência das mulheres fazia com que a marcha dos fugitivos fosse lenta. Antoine gritou para que parassem. Assustado Jean apressou o galope e o primeiro tiro acertou-o no meio das costas derrubando-o do cavalo. Juliette correu para o amado gritando de desespero quando ouviu o segundo tiro. Olhou para trás, a velha ama jazia caída sobre sua montaria. Sem raciocinar no que fazia puxou a arma de Jean e apontou-a para o próprio pai. – Minha filha, solte essa arma! – assim dizendo aproximava-se dela. Juliette apertou o gatilho e o projétil acertou Antoine em pleno coração. Os homens que o acompanhavam não sabiam o que fazer. Aproveitando esse momento de indecisão a moça correu chorando em total descontrole. Havia uma ponte à alguns metros dali e foi dela que Juliette despediu-se da vida atirando-se na água gelada. A morte foi rápida e nada se pode fazer. Responsável direta por três mortes (a dela, do pai e da criança que trazia no ventre) causou ainda, indiretamente mais duas, a de Jean e da ama. Triste destino aguardava o espírito atormentado da moça. Depois de muito vagar por terrenos negros como a noite e conhecer as mazelas de incontáveis almas perdidas encontrou um grupo de entidades que a encaminhou para a expiação dos males que causara. Tornou-se então uma das falangeiras de Maria Padilha. Hoje em nossos terreiros atende pelo nome de Maria Padilha dos Sete Cruzeiros da Calunga, onde, demonstrando uma educação esmerada e um carinho constante atende seus consulentes sempre com uma palavra de conforto e fé exibindo um sorriso cativante. Salve minha mãe de esquerda!

Maria Padilha, Rainha do Fogo

Nome que significa Rainha do Fogo, Maria Padilha já teve várias encarnações na terra, e  a última delas foi em Ilhéus. Nesta sua última encarnação, ela era uma espanhola que veio para o Brasil morar em Ilhéus na Bahia e foi morta na porta de um cabaré. Todos os homens que ela teve, em cada uma das encarnações, num total de sete estão com ela na espiritualidade.

Entre mitos mais variantes que revelam alguma qualidade a característica especial desta mulher, o que servirá nos terreiros é o segundo nome que acompanhará o primeiro. Recebe outros apoios que alguns podem pensar que se trata de outra Pombo Gira. mas na realidade ela é: “Rainha dos Infernos”, “Rainha do Candomblé”, “Rainha das Marias”, “Rainha das Facas”, “Mulher de Lúcifer”, “Rainha da Malandragem”, “Rainha dos Ciganos”, etc. Em cada lugar lhe dão diferentes sobrenomes, que na realidade busca elogiar a entidade e transmitir uma maior intimidade.

Pombo Gira Maria Padilha é conhecida por sua eficiência e rapidez, e está entre as mais populares das Pombo Giras. Maria Padilha também descreve um certo tipo de mulher que exige respeito e cujo comportamento é real. Muitas lendas cresceram em cima da sua reputação de feiticeira, e dentro de cem anos, as bruxas na Espanha e Portugal, usavam seu nome e chamando seu espírito para ajuda-las em suas magias. Tem predileção – igual ao seu principal marido, Rei das 7 Liras (Lúcifer) – pelas navalhas e armas brancas em geral, especialmente aquelas que são afiadas e pequenas, onde se deve ter muita agilidade para não ser cortado. Ela gosta de luxo, de homens, de dinheiro, de jóias, dos jogos de azar, de bebidas finas, cigarros, de baile e de música. É uma grande bailarina, cujos movimentos podem incluir passos das ciganas em alguns momentos, mexendo sensualmente seus braços, como quem desfruta plenamente de seduzir com o corpo em movimentação. Seu porte é altivo, orgulhoso, majestoso, possui características das mulheres que não tem medo de nada. É muito requisitada para atrair amantes, abrir os caminhos, trazer o amor de volta, mas principalmente é muito temida por sua frieza e seu implacável poder na questão de demandas.

Maria Padilha

Maria Padilha existiu.

Maria Padilha existiu. Não veio da África. Reinou em Sevilha na Espanha junto com o Rei Dom Pedro I, seu amante, que era casado com a Rainha Blanca Bourbon. Seu nome era Dom Pedro de Castela, conhecido como “o cruel”.
Corria o ano de 1340 e eles se amaram junto a Porta do Leão, monumento medieval na estrada dos Alcazares reais.
Para alguns, Maria Padilha, diaba, mulher de Lúcifer, entidade do mal. Que mulher é essa tão temida nos terreiros? Seria perigosa? Maléfica?
Vamos desmistificar um pouco de quem realmente foi esta grande mulher que existiu e viveu toda a sua vida na Espanha, na Idade Média. De uma beleza inigualável, postura e requinte de uma verdadeira dama da corte. Magia no olhar, no sorriso, no bailar. Essa mulher cheia de graça, não passava despercebida pelas praças de touros. Sua gargalhada envolvente, quando ela passava todos a desejavam, admiravam; porém todos os homens sabiam que aquela mulher tinha seu destino traçado e se contentavam apenas em admirá-la.
Conta à lenda que um dia Maria Padilha, ao passear pelas proximidades do Palácio de D. Pedro I, o cruel, imaginou como seria viver dentro do mesmo. Muito inteligente, maquinou seu plano em cada detalhe e o que deveria ser feito passo a passo até conseguir seu objetivo. Após tudo muito bem planejado, sai Maria perfumada e cheia de graciosidade, e vai se encontrar com um alquimista que lhe ensina a fazer a magia. Mesmo sabendo que D. Pedro era casado, em nenhum momento perdeu a esperança de conquistar seu objetivo; afinal ela era Maria cheia de graça, encanto e beleza, mulher vista como intocável e que somente D. Pedro poderia possuir. Após aprender a realizar feitiços e magias, manda que um de seus empregados roube o cinto usado pelo rei, o qual enfeitiçou e mandou de volta. O rei ao receber o cinto entregue por sua esposa, viu o mesmo se transformar em uma grande serpente e ficou aterrorizado há ponto de expulsar Blanca de seu palácio. Era chegada a hora de Maria Padilha concluir seu objetivo. O Rei ao vê-la ficou impressionadíssimo com sua beleza e postura de rainha, e sabia que ela saberia se por a seu lado e assumir não só seu coração, mas também todo o seu reino.
D. Pedro fez um castelo em Sevilha em estilo mouro com uma pintura sua. Castelo que existe até hoje. A Espanha naquela época tinha grande influência dos Árabes, dos judeus, mas também dos católicos e das bruxas e feiticeiras.
Conta-se que maria Padilha frequentava os sabás das bruxas espanholas dedicados a Grande Mãe, a primeira divindade da terra, desde os tempos paleolíticos.
Ao morrer D. Pedro e Padilha, as portuguesas que vieram para o Brasil, trouxeram o culto desta rainha, Sevilhana, dançadora de flamenco, bruxa, grande amante.
Ainda não havia Candomblé, nem Umbanda e estas portuguesas faziam conjuros (reza forte puxada para a Magia Negra) para o espírito de Maria Padilha e foram pegas pela Inquisição. Estas portuguesas faziam para prender os seus amados.
Maria Padilha em verdade foi branca com dentes de ouro, riquíssima, ia às touradas, as sevilhanas, aos bailes na Corte de Granada e as missas na Catedral da Virgem de Mascarenhas.
Salve Maria Padilha cheia de graça!
Costuma-se dizer que Maria Padilha é uma “Pombo Gira”, o que é contestado por muitos estudiosos da religião. A semelhança com outras Marias trata-se de espíritos que desencarnaram e continuaram aprisionados no corpo astral. Quase sempre teriam sido prostitutas, porém fortes e decididas, que não se entregaram a um gigolô qualquer. No entanto, o termo “Pombo Gira” é usado para identificar as manifestações femininas que surgem nas casas de santo durante as festas, em especial para beber, dançar e fumar.
Talvez essas Marias gostem de fazer parte da tropa de choque de Exú, misturando-se com as pombo giras, masa realidade é que muitas vezes se tratam de “eguns” e não de “encantados”. Com essas explicações, estou longe de tirar um pingo do poder das Marias, mas serviram para mostrar que elas estão muito mais próximas de nós seres comuns, do que possamos imaginar.
Maria Padilha gosta que a tratem com carinho. Adora presentes, em especial os que possam torná-la mais atraente, saias vistosas, bebidas de qualidade e jóias, muitas jóias. Sem papas na língua, Maria Padilha diz o que quer. Destemida, não se intimida jamais, sendo uma das poucas entidades que”atacam” seus médiuns, por vezes chegando a ser chamada, apenas para dançar, fumar e beber.
Já foram presenciados casos em que Maria Padilha simplesmente “chegava” em uma festa de aniversário, presença denunciada pela dança constante e o desejo de beber champanhe. Essa médium não tinha o vício do cigarro, mas fumava mais de dois maços de cigarros durante as incorporações de Maria Padilha. Ela é muito poderosa, e se o consulente obter a sua simpatia, terá em especial uma protetora incansável, em especial no amor e nas finanças.

Características de Maria Padilha:

Quando ela chega quer cigarro da melhor marca possível. Pode vir quando chamada, ou quando ela acha que é o momento. Não pode faltar pelo menos uma garrafa de champanhe. Quem pedir seus favores tem de se preparar para presentes de qualidade, roupas e jóias de preferência.
Diante da irreverência de Maria Padilha, é comum ver o médium perder completamente sua máscara de moralidade, falar palavrões e se entender de igual para igual, liberando-se de uma carga opressiva. Em casos de amor ou dinheiro, Maria Padilha, “topa” qualquer parada, mesmo nas situações consideradas pouco éticas. Maria Padilha diz sempre para seus consulentes que ela costuma fazer a sua parte, e todo o bem ou mal que eles pedirem, retornarão para aqueles que pediu (principalmente se o consulente pedir algo de muito ruim), mas cuidado com o que prometer a Maria Padilha, a ela deve cumprir, ela não é de brincadeira, é ponta de agulha, não brinque com ela.

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