Numerologia Cabalística

Numerologia Cabalística

Curas Ciganas

O povo cigano é grande conhecedor da natureza: da noite, das nuvens, da chuva, das estrelas, da terra, ervas, banhos, chás, unguentos e pomadas, e cosméticos. 
A lua, em cada uma das suas fases, serve para algum encantamento. E mensalmente realizam rituais de agradecimento á “madrinha” lua! Eles respeitam o destino e dizem comumente frente a algum acontecimento sem explicação lógico: “Estava escrito nas estrelas”. 
Conhecer as ervas para curar é fundamental para o povo cigano, nômade, tão longe às vezes de médicos e farmácias.
Os ciganos acham que o homem é uma árvore e quando falam das pernas das suas mulheres se referem a elas como “as raízes da árvore que um dia trarão a vida”. 
Aprenda algumas antigas receitas de cura. 
  •  Cura com argila: a argila só pode ser colhida com colher de pau, na lua cheia. Deverá ser seca sobre treliças de madeira e nunca guardada em sacos plásticos ou recipientes com tampa, já que mesmo quando seca ela deverá respirar. A argila assim pode ser guardada por muito tempo e usada em forma de pó em máscaras para beleza; adstringente para pele com acne; e cicatrizante para ferimentos.
  • Coentro para a beleza da pele: Fazer um preparado com água fervendo e um bom punhado de coentro e algumas folhas de hortelã. Lavar com esta água o rosto três vezes ao dia. Pode fazer e guardar na geladeira.
  • Para a proteção do sol: Se estiver longe de lugares para comprar protetor solar e tiver que ir ao sol, faça como as ciganas, corte um pepino em rodelas e vá passando pelo rosto, colo e braços. E aproveite o sol! LEMBRE: “ter” que ir ao sol por necessidade, em viagens ou para colher alguma coisa, não é a mesma coisa que se “expor” ao sol. 

Zé Pelintra

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Zé Pelintra Existem várias formas de incorporação de Zé Pelintra, tendo cada um sua história de vida. Ou seja, o Zé Pelintra que conhecer, dificilmente o verá novamente incorporado em outro médium. 

Podemos citar três formas comuns de incorporação de seu Zé Pelintra: a do mestre Juremeiro, a do baiano ou das almas e a do malandro.  Preto José Pelintra, como é conhecido no Catimbó ou Jurema, é uma forma de caboclo que trabalha na linha dos índios brasileiros com ervas e rezas para cura e salvaguardar seus fiéis. Profundo conhecedor dos segredos da Jurema, dizem que viveu boa parte de sua vida ao lado de índios brasileiros e absorveu seus conhecimentos. É muito conhecido no norte e nordeste brasileiro, tem grande influência nas matas e profundo respeito pelos santos católicos por ter sido batizado e seguido a Igreja Católica Apostólica Romana, especialmente Santa Bárbara. 

Zé Pelintra da Bahia ou Zé Pelintra das almas vem de uma linhagem de antigos sacerdotes do Candomblé, poderoso em desmanchar feitiços e mazelas de seus adeptos, capaz de desafiar qualquer sacerdote sem se preocupar com os poderes de seu inimigo, é muito louvado em São Paulo e na Bahia, em sua “esquerda” torna-se seu patrono Ogum adquirindo seus poderes e ira deixando seus fiéis em grande temor pela capacidade e poder que adquire, tem como padrinho Santo Antônio e madrinha Nossa Senhora de Santana. 

Zé Pelintra malandro é muito conhecido e louvado no sudeste e sul do Brasil trata-se de uma linhagem que andou entre a malandragem do Rio de Janeiro e São Paulo criado em portos e cabarés nas décadas passadas, envolvendo-se em brigas, amizades e mulheres sendo conhecido e respeitado por seus poderes em livrar seus adeptos e fiéis de perseguições e traições tem grande influência em magias dos mares pela sua amizade e respeito pelas entidades dos mares tendo como padrinho São Jorge e Nossa Senhora dos Navegantes. Portanto é uma das únicas entidades que incorpora em qualquer culto afro-brasileiro seja na forma de um caboclo, baiano, Exu ou malandro. Bastante considerado, especialmente entre os umbandistas, como o espírito patrono dos bares, locais de jogo e sarjetas, embora não alinhado com entidades de cunho negativo, é uma espécie de transcrição arquetípica do “malandro”. No seu modo de vestir, diverge-se as três formas o típico Zé Pelintra é representado trajando terno completo na cor branca, sapatos de cromo, gravata grená ou vermelha e chapéu panamá de fita vermelha ou preta. Sua roupa se assemelha aos “zoot suit”, usada nos EUA por negros e latinos nas década de 1930 e 1940, bem como na Jurema de camisa comprida branca ou quadriculada com mangas dobradas e calça branca dobrada nas pernas, sem sapatos e com um lenço no pescoço nas cores vermelha ou outras, traz na mão sua bengala e seu cachimbo.

Na linhagem dos baianos ou das almas seu Zé Pelintra utiliza roupas de algodão comumente usadas entre os escravos e chapéu de palha diferenciando-se apenas por seu lenço vermelho ou cachecol vermelho e uma fita vermelha em seu chapéu, bem como porta sua bengala tipica. Contam que nasceu no povoado de Bodocó, sertão pernambucano, próximo a cidadezinha de Exu. Fugindo da terrível seca que assolava a cidade a família de José dos Anjos rumou para Recife em busca de uma melhor vida, mas o menino aos 3 anos perdeu a mãe. Cresceu, então, no meio da malandragem, dormindo no cais do porto e sendo menino de recados de prostitutas. Sua estatura alta e forte granjeou o respeito dos circunstantes. Sua morte seria um mistério.Aos 41 anos foi encontrado morto sem nenhum vestígio de ferimento.

Uma outra versão do mito alude a José Gomes da Silva, nascido no interior de Pernambuco, um negro forte e ágil, grande jogador e bebedor, mulherengo e brigão. Manejava uma faca como ninguém, e enfrentá-lo numa briga era o mesmo que assinar o atestado de óbito. Os policiais já sabiam do perigo que ele representava. Dificilmente encaravam-no sozinhos, sempre em grupo e mesmo assim não tinham a certeza de não saírem bastante prejudicados das pendengas em que se envolviam. Não era mal de coração, muito pelo contrário, era bom, principalmente com as mulheres, as quais tratava como rainhas.

Zé Pelintra é invocado quando seus seguidores precisam de ajuda com questões domésticas, de negócios ou financeiras e é reputado como um obreiro da caridade e da feitura de obras boas. A Umbanda é um culto legitimamente Brasileiro com seus próprios rituais e estrutura, enquanto o Catimbó é uma forma regional de sincretismo entre elementos tanto brasileiros, europeus, indígenas, portanto, animista, católico e naturalista. Na Umbanda, Zé Pelintra é um guia pertencente à linha do Povo da Malandragem, na Umbanda seu Orixá patrono é Ogum. Já no Catimbó, é considerado um “mestre juremeiro”.

Na Umbanda, Zé Pelintra é creditado como pertencente à linha das almas, cujos seres humanos desencarnados auxiliam no benefício da humanidade como forma de expiação de uma vida anterior de extrema dissipação material. Majoritariamente os seguidores de Zé Pelintra concentram-se nos ambientes urbanos de Rio de Janeiro e São Paulo, mas eles também podem ser encontrados no Nordeste do Brasil, entre os “catimbozeiros”, e nas áreas rurais de praticamente todo o país. Zé Pelintra, tanto na Umbanda como no Catimbó, é tido como protetor dos pobres e uma entidade de importância entre as classes menos favorecidas em geral, tendo ganhado o apelido de “Advogado dos Pobres”, pela patronagem espiritual e material que exerce. Um exemplo real chama-se Lala. É comum achá-lo em festas e exposições, sempre rindo. E é claro, sem fazer rir.suco detox

Ori

“Mesmo quando nosso Orixá está bem, só ficará tudo bem se o nosso Ori estiver também”.
Para termos ideia da importância e precedência do ORI em relação aos demais Orixás; “Ogum chamou ORI e perguntou-lhe: 
“Você não sabe que você é o mais velho entre os Orixás”? Que você é o líder dos Orixás?”
Sem receio podemos dizer, “ORI mi a ba bo ki a to bo Orisa”, ou seja, “Meu ORI, que tem que ser cultuado antes que o Orixá” e temos um oriki dedicado à ORI que nos fala que “ Ko si Orisa ti da nigbe leyin ORI eni”, significando, ” Não existe um Orixá que apoie mais o homem do que o seu próprio ORI”.
Quando encontramos uma pessoa que apesar de enfrentar na vida uma série de dificuldades relacionadas a ações negativas ou maldade de outras pessoas, continua encontrando recursos internos, força interior extraordinária, que lhe permitam a sobrevivência e, inclusive, muitas vezes, mantém resultados adequados de realização na vida , podemos dizer, “ENIYAN KO FE KI ERU FI ASO, ORI ENI NI SO NI”, ou seja, “as pessoas não querem que você sobreviva, mas o seu ORI trabalha para você”, trazendo, nessa expressão, um indicador muito importante de que um ORI resistente e forte é capaz de cuidar do homem, de lhe garantir a sobrevivência social e as relações com a vida, apesar das dificuldades que ele enfrente. 
Esta é a razão pela qual o BORI, forma de louvação e fortalecimento do ORI utilizada em nossa religião, é utilizado muitas vezes, precedendo ou, até, substituindo um Ebó. Isso se faz para que a pessoa encontre recursos internos adequados, esta força interior de que falamos, seja à adequação ou ajustamento de suas condições frente às situações enfrentadas, seja quanto ao fortalecimento de suas reservas de energia e consequente integração com suas fontes de vitalidade. 
É importante dizer que é o ORI que nos individualiza e, por conseqüência, nos diferencia dos demais habitantes do mundo. Essa diferenciação é de natureza interna e nada no plano das aparências físicas nos permite qualquer referencial de identificação dessas diferenças. Sinalizando essa condição, talvez uma das maiores lições que possamos receber com respeito ao ORI;
“Uma pessoa de mau ORI não nasce com a cabeça diferente das outras.
Ninguém consegue distinguir os passos do louco na rua.
Uma pessoa que é líder não é diferente
E também é difícil de ser reconhecida.
É o que foi dito à Mobowu, esposa de Ogum, que foi consultar Ifá.
Tanto esposo como esposa não deviam se maltratar tanto,
Nem fisicamente, nem espiritualmente.
O motivo é que o ORI vai ser coroado
E ninguém sabe como será o futuro da pessoa.”
Para os Iorubás o ser humano é descrito como constituído dos seguintes elementos: ARA, OJIJI, OKAN, EMI e ORI. 
ARA é o corpo físico, a casa ou templo dos demais componentes. 
OJIJI é o “fantasma” humano, é a representação visível da essência espiritual. 
OKAN é o coração físico, sede da inteligência, do pensamento e da ação. 
EMI, está associado à respiração, é o sopro divino. Quando um homem morre, diz-se que seu EMI partiu.
Portanto um conselho: Para termos um Ori bom e próspero é fundamental cuidar sempre dos pensamentos, da saúde mental buscando harmonia, paz e positividade. 
Nossa mente é programável, e nosso Ori conduz nossa vida conforme a nossa consciência. Não adianta dizermos que somos filho de tal Orixá e que Orixá será o responsável por nossas condutas; Orixá é o caminho e energia pura, Ori é o o desejo, a sabedoria, o “EU”, a consciência e harmonia que fará conduzir com inteligência e força nossa vida em direção ao caminho mais voltado a nossa real existência. Por isso, de nada adianta ter Orixá e possuir um Ori em desarmonia pois a desarmonia da consciência fará com que conduza suas preces e energias a caminhos obscuros, distantes dos sonhos, cegos surdos às mensagens e sinais de nossos antepassados.

Cabocla Janaína

A Linha das Águas compreende tanto as Caboclas de Iemanjá como as Caboclas de Oxum. As Caboclas dessa Linha são formosas, simpáticas e de extrema paciência. Assumem diversos nomes, como: Janaína, Iara, Inaê, Jandiara, Jandira, Jandaia, Indaiá, entre outros. 
Janaína significa “Rainha do Lar”. 
Ela nasceu na Tribo dos Goitacás, no litoral sul do estado do Espírito Santo. Eles eram índios pacíficos e felizes porque evitavam a guerra. Seu pai era um grande guerreiro e sua mãe uma grande tecelã. Viviam da caça e da pesca. Sua pele era queimada do sol da praia, onde gostava de passar horas apreciando o mar. Sabia nadar como um peixe e compreender a linguagem da natureza.
Quando a expedição Cabralina passou por suas praias ela foi uma das primeiras a avistar o navio e o homem branco. Apaixonou-se pelo que viu: eles pareciam deuses para ela… Janaína possuía olhos amendoados, longos cabelos negros e pele morena do sol. Seu corpo possuía boa forma e beleza. Por isso, chamou a atenção do homem branco, quando ele desembarcou próximo a sua aldeia. Ela correu avisar os chefes da Tribo e chamar os demais. Acompanhou de longe todos os contatos, mas não entendia o que eles falavam. 
Pelos sinais percebeu que tentavam se aproximar e fazer amizade. Deram presentes, que para ela eram desconhecidos: garfos, colheres, espelhos, colares… Mas, que pareciam tesouros! O que mais lhe chamou a atenção foi o espelho! Já havia se mirado nas águas de um lago, mas olhar-se num espelho, era mágico!
Os portugueses lhe deram um vestido e um adorno de cabelo e lhe mostraram como usar tudo aquilo. Ela se vestiu e se enfeitou e percebeu os olhares sobre ela. Nunca mais foi a mesma. Sentiu-se encantada com esse novo mundo. Sabia que existia muito mais do que ela conhecia. Foram vários meses de visita. Ela não tinha medo do homem branco e até apaixonou-se por um deles; ele era um dos imediatos do navio. Mas, ela já estava prometida em casamento.
Após dois anos de visitas contínuas, ela entregou-se ao rapaz, em meio a natureza. Dois meses depois estava grávida e o navio já estava de partida. Sua tribo era severa com traições. Seria mantida presa na oca até o nascimento da criança, a qual seria dada aos animais. Depois a prenderiam em um mastro no meio da tribo, com privações diversas sob o sol e a lua, até que contasse quem era o pai da criança. 
Em seguida seria expulsa ou morta com uma flechada no peito. Por conta disso, desesperou-se ao perceber que ficaria sozinha. Não tinha planejado nada daquilo, apenas aconteceu. Então, ao ver o navio partindo, atirou-se às águas e nadou o mais que pode para alcançá-lo. Queria pedir ao pai da criança que a levasse junto. Mas, suas forças enfraqueceram e afogou-se nas águas profundas… A Mãe d’Água compadecida, devolveu seu corpo à praia e quando a encontraram não entenderam o que aconteceu. A Tribo dizia que ela morreu por amor ao homem branco.
Depois que desencarnou seu espírito foi recolhido e ela soube o restante da história. O rapaz retornou a Portugal e nunca mais visitou o Brasil. E somente trinta anos depois os brancos voltaram a pisar em sua terra nativa. Os capixabas foram colonizados e os índios catequizados pelo Padre José de Anchieta. Foi convidada a trabalhar para auxiliar os índios que morreriam nos próximos anos devido à ocupação pelo homem branco. 
Foi então fundada a Colônia de Jurema, que começou a abrigar todos os nativos que morriam para preservar seu solo. Os séculos passaram e muita coisa aconteceu ao Brasil. Sua terra não era mais a mesma. Surgiu a Colônia de Aruanda e um novo trabalho se instalou e ela se tornou mais uma trabalhadora da Seara Umbandista no solo brasileiro.

João Caveira – José Caveira – João Catacumba – José Catacumba – Os Cavaleiros do Campo Santo!

No Cemitério existem muitos Exus e Pombo giras trabalhando, pois é um local de grande concentração de fluidos vitais.
Nesse local, existem quatro Exus que atuam incansavelmente: guardando os portões do Cemitério, seu Cruzeiro, seus túmulos e seus trabalhadores. Eles também impedem ataques dos vampiros espirituais (seres que se alimentam dos restos da energia vital dos desencarnados). 
Muitas pessoas, ao morrerem, não são desligadas de seu corpo carnal pelos Socorristas Espirituais, pois tiveram uma vida cheia de tropeços. Essas pessoas chegam aos cemitérios presos à matéria de seu corpo. Ao serem desligados dos despojos carnais, essas almas liberam o restante da energia vital que lhes resta, atraindo, assim, seres que se alimentam dessa energia.
Espíritos de pessoas de bem, são imediatamente desligados após a morte e levados ao Plano Espiritual pelos socorristas. Espíritos de pessoas com débitos pendentes permanecem presos à matéria. Espíritos de pessoas malignas, que causaram grande mal à humanidade, são imediatamente carregados por aqueles que lhes cobram as dívidas. Pessoas que não entendem ou não aceitam a morte também ficam presas à matéria carnal. Nesse momento, a ação dos Exus e Pombo giras se faz necessária, pois muitos desencarnados se tornam “banquete” desses seres enlouquecidos. Portanto, o Campo Santo é um local de muita reserva energética para os seres trevosos, devendo ser protegido para evitar o mau uso dessa energia. 
Os Senhores João Caveira e José Caveira guardam os portões da Cidade dos Mortos e conferem a entrada e a saída de todos os seus visitantes carnais ou espirituais. Também são eles que fazem uma varredura constante no Cemitério para mantê-lo em perfeita ordem e funcionamento. 
Os Senhores João Catacumba e José Catacumba são responsáveis por recolher os despojos espirituais daqueles que ficaram presos à matéria e encaminhá-los devidamente ao local onde deverão ser atendidos. Também são eles que atuam junto aos espíritos em débito com a lei: ladrões, assassinos, suicidas, violentadores, etc.
Ao entrar no cemitério devemos saudar esses Exus e ao sair devemos agradecer, para que nossa visita seja tranquila e nossa partida também.

Dona Sete Gargalhadas

Dona Sete Gargalhadas vem, normalmente, na falange de Maria Padilha. Juntamente com o Exu Sete Gargalhadas comanda a Legião (ou Povo) da “Encruzilhada do Espaço”.
Dona Sete Gargalhadas é uma guardiã alegre (estará sempre rindo, mesmo quando seus pensamentos não forem “simpáticos”), mas sabe ser séria nos momentos certos, e de palavra – o que promete cumpre, desde que a pessoa seja merecedora, porém sabe tirar se a mesma não for humilde para reconhecer a ajuda e agradecer. 
A maioria dos médiuns que trabalham com esta pombo gira diz que ela se “estressa” com facilidade, pois não gosta quando não vê seriedade nos trabalhos, tanto por parte dos médiuns como por parte dos assistentes.
Esta pombo gira trabalha nas linhas de Oxóssi e Iansã e, em muitos casos, seus aparelhos são filhos de Oxóssi. Costuma ser escrachada ao falar: fala o que acha, não faz rodeios, doa a quem doer.
Como muitas Padilhas, gosta do luxo. Suas roupas, na maior parte das vezes, são de “pano da costa”. Seus trabalhos e oferendas, geralmente, são ofertados em encruzilhadas de espaços abertos – podendo mudar de acordo com o pedido da entidade. Gostam de bebidas doces e, em alguns casos, pode pedir cachaça ou meladinha (cachaça com mel); Dona Sete Gargalhadas costuma ter ligação/afinidade com a malandragem.

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