Pomba gira Maria Bonita

Nasceu na Bahia onde foi uma criança muito levada.Tinha Brigas freqüentes com seus pais ,onde muitas vezes chegava a bater neles.
Aos 13 anosde idade engravidou pela a primeira vez e fez um aborto sozinha, utilizando -se de um objeto pontiagudo.
Aos 15 anos engravidou novamente,e provocou o segundo aborto..
Aos 17 anos encontrou sua grande paixão , e mais uma vez engravidou ,porém desta vez,não conseguiu levar a gravidez até o final , perdendo o bebê. Por causa desta grande paixão envolveu-se em uma briga de rua e morreu esfaqueada.
Teve 4 encarnações contado que essa foi a última. Em todas não foi uma boa pessoa, sempre praticando o mal.
 
Sua última encanação foi a 50 anos atrás.
Hoje vem na linha de Exu que prática o bem… Trabalha na linha de Iansã..onde é orienta pela a pomba-gira Rainha.
 
Pôr ser uma pomba- gira e ser orientada pela a pomba- gira Rainha pode fazer diversos tipos de trabalhos mas seus trabalhos principais aos quais foi designada, são para as pessoas envolvidas com drogas bebidas ou algum tipo de desequilíbrio ,devido ao tipo de vida que levou em suas encarnações. 

 

CIGANA MELANI

Moça bonita e elegante, com porte de rainha, adora fazer magia de amor.
 
É muito fina e educada e adora ouro e brilhantes.
 
Sua erva é o absinto, um planta originária da Europa Central e Meridional.
 
No século XV, na Inglaterra, essa cigana fazia uma porção mágica com óleo extraído do absinto; ela garante a força para os amantes.
 
O perfume dessa erva transmite harmonia, inspiração, amor e intuição.
 
Essa cigana é pouco conhecida no Brasil, mas existem pessoas que têm em sua aura essa moça elegante.
 
A fase da Lua mais forte para essa cigana é a crescente.

Encruzilhada- Por Zé Pelintra

encruzilhada Você chegou num ponto da vida em que não vê saída pros seus conflitos? Tá difícil realizar seus sonhos e nada do que faz lhe agrada? Eh, eh… Se acalme, minha irmã, meu irmão… Você agora está no ponto de zerar tudo e recomeçar, pra então chegar onde tanto quer… Parece um beco sem saída… Mas não é. Na verdade, é uma situação que lembra o Ponto de Força chamado de Encruzilhada…

Uma Encruzilhada é o ponto de entrecruzamento de vários caminhos. Funciona como um “portal” de acesso pra caminhos de renovação. Esse “portal” sempre existiu; mas é preciso ir à Encruzilhada pra descobrir… Só que não basta ir à Encruzilhada: é preciso sentir e saber que ali há um fenômeno de entrecruzamento energético que, justamente, cria e abre o portal. Uma coisa que parece longe do nosso alcance e, no entanto, sempre esteve acessível…

Aos olhos de um leigo, uma encruza (de terra, na mata etc.) é apenas um lugar sem maior significado. Mas, para os fiéis da religião, um ato de Fé torna aquilo sagrado. Para o fiel, uma Encruzilhada (Ponto de Força) representa um encontro de Energias Divinas que governam a Criação, dando acesso a realidades mais elevadas e que podem nos curar no Espírito e na matéria.

Ali, os caminhos se cruzam para esgotar negatividades e fazer uma purificação. Esses caminhos também simbolizam a nossa caminhada pela vida, o tipo de energia que vamos criando em torno de nós (por pensamentos, sentimentos emoções, palavras e atitudes). As experiências diárias nos colocam em correspondência com os Caminhos de Evolução que Deus traçou para o Ser humano. Pois se a gente chegou numa “encruzilhada”, num determinado setor da vida, foi por alguma escolha e conduta nossa ligada ao campo da Fé, ou do Amor, ou do Conhecimento etc. De modo que as Energias Divinas descem ali e nos limpam, abrindo novas portas pra nossa evolução…

Evoluímos pelos Caminhos ou Sentidos da Fé, do Amor, do Conhecimento, da Justiça, da Lei, da Evolução e da Geração. Cada Caminho tem uma Divindade Regente, com Suas Forças auxiliares (Entidades e Guias Espirituais). Essa Divindade “analisa” qual tem sido o nosso comportamento nos vários setores da nossa vida, e se algo precisa ser corrigido nesse caminhar (desequilíbrios, cargas negativas etc.). Quando precisamos de uma limpeza profunda e de um redirecionamento, essas Divindades irradiam Suas Vibrações sobre nós, no Ponto de Força da Encruzilhada, pra nos limpar e redirecionar.

A guarda de todos os Caminhos compete à Lei Divina, que traz a Ordem a tudo e a todos. Lei que é simbolizada pelo Sagrado Pai Ogum, o “Comandante” de todas as Forças que servem à Lei de Deus. Um dos braços mais imediatos da Lei é Exu, que corre todos os caminhos para esgotar os desequilíbrios e revigorar os Seres, levando-os a retomar a estrada da evolução. Por intermédio de Exu, pedimos licença pra entrar naquele Ponto Sagrado e receber as Vibrações da Lei. Colocar-se com respeito numa Encruzilhada é um ato simbólico de pedir a purificação de energias e um redirecionamento na vida. Aí, tudo de bom pode nos acontecer, pois abrimos “a porta da solução”… Enfim, os caminhos da nossa vida também “se cruzam” num determinado ponto, nos apertando e acuando, justamente pra nos revelar “a luz no fim do túnel”…

Eles se cruzam para uma revisão dos valores que recolhemos até ali, nos vários setores da nossa vida. Isso nos leva a compreender a necessidade de renovação, de fazer uma limpeza profunda, para reter somente o que nos é benéfico. No final, o que fica circulando em torno de nós é um braço forte de Energias que nos revigoram e nos redirecionam pra um “renascer”… No meio do processo, o entendimento da pessoa “escurece”… Ela sente que está sendo “atravessada” por forças que parecem opostas, ela se confunde e não sabe pra onde vai…

Porém, se tiver a coragem de observar o que está lhe acontecendo, com inteligência e humildade, vai chegar ao momento de entender e, finalmente, de tirar bom proveito daquilo tudo.  Vai depender da sua atitude: ela enxerga aquilo com “olhos de leigo”, ou ela tem a atitude de “um fiel”? Como fiel, entenderá que não foi “por acaso” que entrou naquela “encruzilhada” e sim, por uma providência da Lei Divina que veio em socorro dela, com todas as Suas Milícias! Porque a Lei de Deus não erra o alvo e nem “a dose do remédio” necessário pra cada um de nós; e olha por nós em todo tempo e lugar! Ela nos traz o auxílio da nossa família Espiritual, formada por nossos antepassados diretos e pelas Entidades e Guias Espirituais que colaboram de forma permanente para o progresso e bem-estar Espiritual e material da humanidade. Os “apertos” que a gente passa de vez em quando são os alertas das Forças Espirituais que velam pela nossa segurança e equilíbrio.

Se a coisa “apertou” demais pro nosso lado, é sinal de que precisamos parar e repensar a vida… Muita gente acha que está sendo “vítima de feitiçaria”. Pode ser. Mas geralmente o “feiticeiro” é a própria pessoa agindo contra si mesma: mantendo sentimentos e pensamentos negativos, sem dar amor pra si e pros outros, alimentando crenças destrutivas e envenenando a própria vida, correndo na direção de um abismo que ela mesma escolheu criar…

Seja como for e por qual motivo for, no instante em que chegamos a “uma encruzilhada na vida”, precisamos compreender que chegou o grande momento da Cura e da Renovação. A Lei Divina veio nos socorrer e livrar de um mal maior; é o momento da nossa libertação! Vamos procurar aceitar aquilo. Depois, é abrir o coração e a mente pra receber a Ordenação dos nossos caminhos. Porque “o Espírito de Deus sopra em toda parte”…

A Lei, que representa um dos instrumentos da Vontade de Deus, desce e reina onde é preciso; e daí Ela traz também a Justiça, o Amor, o Conhecimento (um entendimento mais claro sobre o significado da Vida), a possibilidade concreta de mais Evolução e, finalmente, a Geração do alimento mais saudável e adequado pro nosso Espírito e o nosso corpo.  Quando aceitamos “o corretivo”, tudo fica mais fácil.  

Então, a nossa Fé se ilumina, e ficamos prontos pra receber mais Bênçãos de todas as Vibrações Divinas, que vão nos conceder toda a força, coragem e determinação necessárias pra seguirmos em frente. Daí em diante, estamos por nossa conta… Podemos “errar” de novo, chegar noutra “encruzilhada”, mas já sabendo que haverá uma saída para a Luz. Isto é crescer, aprender, evoluir…

Não existe “fórmula mágica” ou “receita pronta” pra isso; cada um vai descobrir por si… Mas há um princípio comum pra todos nós, que passa pelo entendimento de que a Vida Maior não atende a caprichos, por mais que a gente teime… A Vida leva em conta as necessidades superiores do Ser Espiritual que nós somos. Nossa alma tem um roteiro Eterno pra cumprir e que precisa ficar a salvo das nossas ilusões.

Da mesma forma que os pais não permitem que seus filhos pequenos se empanturrem de doces e rejeitem outros alimentos indispensáveis ao seu crescimento saudável, também a Vida Maior barra nossas atitudes impulsivas e ilusórias. Por “Vida Maior” entenda-se “o Olho de Deus” pousado sobre a Criação; “o Grande Arquiteto do Universo” trabalhando pela preservação e evolução de tudo e de todos; etc.

Não importa como a gente queira chamar. O importante é reconhecer que a nossa vida não se resume a um corpo que tem fome e sede; que somos mais que isto; que nascemos e renascemos, pois somos eternos; e, sendo eternos, nada, e ninguém pode nos derrotar!… Nenhum problema ou dificuldade há de ser motivo pra nos sentirmos derrotados. Com inteligência e bom senso, pesando e medindo cada obstáculo, vamos ultrapassá-lo. Nada de amontoar coisas, de somar tristezas antigas e atuais, e sair carregando um fardo pesado e insuportável…

Então, agradeça pela “encruzilhada de vida” em que se encontra, saudando o Divino ali Presente e depositando ali o seu fardo… E se renove… Abra os olhos praquele “portal” que surge e siga por ele, de cabeça limpa e alma renovada… Preserve suas forças, já sabendo que outras “encruzilhadas” virão, mais dia menos dia… Mas aí você vai estar mais treinada (o) e preparada (o)…

E se precisar de ajuda, conte comigo, pois também tenho passado por “encruzilhadas” e procurado aprender; então podemos nos ajudar… E não se esqueça de agradecer às Forças que guardam todos os caminhos pra gente andar em paz e ter bom proveito na caminhada…

Caminhe pedindo a Bênção de tudo o que lhe acompanha e serve: a família, os amigos, a água, a comida, a roupa, o teto, a saúde, o trabalho, e até mesmo os adversários e as dificuldades que desafiam sua perseverança e inteligência. Agradeça e peça Bênção pra tudo, de modo que você alimente seu Espírito e seu corpo só de Bênçãos… Traga Bênçãos pra sua vida… Transforme os caminhos mais duros numa Encruzilhada de Luz…

Salve suas forças! Axé!

(Zé Pelintra, 23/10/2012.) Escrito  por Maria de Fátima clique aqui

Orixá Xangô

Xangô é um dos Orixás mais populares no Brasil e zela pela justiça e pelo fogo. Também é charmoso, sensual e gosta de fazer tudo com muito prazer. Por isso, teve três esposas: Iansã, Oxum e Obá. Sentimento de derrota é uma coisa que não existe em sua personalidade. Apesar de ser famoso por sua ação repressiva e autoritária, consegue distinguir entre o bem e o mal.
O raio é sua arma, que envia como castigo a quem age de maneira contrária a seus princípios de justiça. Os filhos de Xangô são justos e odeiam a mentira e a falsidade. São muito sociáveis e costumam deixar as pessoas admiradas por sua maneira extrovertida de conversadora. Há quem os odeie por dizerem tudo o que pensam. No amor, não há problemas para conquistar, mas podem ser um pouco infiéis.
 

 CONHECENDO MAIS DE XANGÔ

Como personagem histórico, Xangô teria sido o terceiro Alafin Oyo, Rei ( Senhor do Palácio) de Oyo. Era filho de Oranmiyan e de Torossí, esta filha de Elempe, rei dos Tapa, que tinha firmado uma aliança com Oranmiyan. Xangô cresceu no país de sua mãe indo se instalar, mais tarde, em Kosô, onde os habitantes não o aceitaram por causa de seu caráter violento e imperioso; mas ele conseguiu, finalmente , impor-se pela força. Em seguida, acompanhado pelo seu povo, dirigiu-se para Oyo, onde estabeleceu um bairro que recebeu o nome de Kosô. Conservou, assim, seu título de Oba Kosô que, com o passar do tempo, veio a fazer parte de seus Orikis (louvores).
Dadá-Ajaká, irmão consangüíneo de Xangô, filho mais velho de Oranmyian, reinava em Oyo por essa época. Seu caráter era calmo e desprovido da energia necessária a um verdadeiro chefe. Xangô o destronou e Dadá-Ajaká exilou-se em Igboho, durante os sete anos de reinado de seu meio-irmão. Teve que se contentar, então, em usar uma coroa feita de cauris, chamada Adé de Bayani. Depois que Xangô deixou Oyo, Dadá-Ajaká voltou a reinar. Em contraste com a primeira vez, ele mostrou-se, agora, valente e guerreiro e, voltando-se contra os parentes da família materna de Xangô, atacou os Tapa, sem grande sucesso.
 
Xangô, sob seu aspecto divino, é filho de Oranmyian, tendo Yamassé como mãe e sendo marido de três divindades: Oyá, Oxun e Oba, que se tornaram rios no país Yorubá.
 
Xangô é viril e potente, violento e justiceiro, castiga os mentirosos, os ladrões e os malfeitores. Por este motivo, a morte pelo raio é considerada infamante. Da mesma forma, uma casa atingida por um raio é uma casa marcada pela cólera de Xangô. O proprietário deve pagar pesadas multas ao sacerdotes do Orixá que vêm procurar, nos escombros, os Edun Ará ( pedras de raio) lançados por Xangô e profundamente enterradas no local onde o solo foi atingido.
Este Edun Ará (na realidade machados neolíticos ) são colocados sobre um pilão de madeira esculpido, odô, consagrado a Xangô. Tais pedras são consideradas emanações de Xangô e contém o seu Axé – o seu poder. O sangue dos animais sacrificados é derramado, em parte, sobre suas pedras de raio para manter-lhe a força e a potência. O carneiro, cuja chifrada tem a rapidez do raio, é o animal cujo o sacrifício mais lhe convêm. Fazem-lhe, também, oferecimentos de Amalá, iguaria preparada, com farinha de inhame regada com um molho feito com quiabos. É no  entanto, formalmente proibido oferecer-lhe feijões brancos da espécie Sesé. Todas as pessoas que lhe são consagradas estão sujeita à mesma proibição.
 
O emblema de Xangô é o duplo machado estilizado, Oxé, que os seus iniciados trazem na mão, quando em transe.
O chocalho, chamado Xeré, feito de uma cabeça alongada, contendo pequenos grãos, é sacudido em honra a Xangô. Convenientemente agitada, quando são anunciados os seus louvores, este instrumento imita o barulho da chuva.
As saudações, Oriki, que seus fiéis lhe dirigem não deixam de ter certa graça e mostram a sua forte personalidade:
Ele ri quando vai à casa de Oxun.
Ele fica bastante tempo em casa de Oyá.
Ele usa um grande pano vermelho.
Elefante que anda com dignidade.
Meu senhor, que cozinha o inhame com o ar que escapa de suas narinas.
Meu senhor, que mata seis pessoas com uma só pedra de raio.
Se franze o nariz, o mentiroso tem medo e foge.
Xangô foi sincretizado com São Jerônimo, no Brasil.
Na Bahia, quando uma festa é celebrada em honra de Dadá, irmão mais velho de Xangô, a cerimônia parece conter reminiscências de fatos antigos, sem que os participantes saibam, muitas vezes as histórias dos Yorubás. O Iaô de Dadá vem dançar frente a assistência, tendo na cabeça uma coroa, o Adê de Bayani. Logo depois, Xangô montado sobre um (ou uma) de seus iniciados, toma a coroa, colocando-a sobre sua própria cabeça. Após ter dançado assim adornado por um certo tempo, a coroa é restituída a Dadá.
Este elemento do ritual parece ser uma reconstituição do destronamento de Dadá-Ajaká por Xangô, e sua volta ao poder sete anos mais tarde.
 

Algumas Qualidades do Orixá Xangô

  • AGANJÚ – Quer dizer terra firme. Tem perna de pau e é casado com YEMONJA. É o filho mais novo de ORANNIAN e o preferido, herdou sua fortuna. É o mais cruel é aquêle que leva o coração do inimigo na lança. É o SÀNGÓ amaldiçoado que matou e comeu a própria mãe.  Na verdade foi o 6º Alafin de Oyo que viveu em 1.240 A.C., aproximadamente. Era sobrinho neto de XANGO.
  • BARU  –  Pega tempo e come com ÈSÙ. Dependendo da época este Òrìsá ora é BARU ora é ÌRÓKÒ. Tem caminhos com OYA YÀTOPÈ . Não come quiabo nem amalá, come amendoim cozido e padê. Na África ele é chamado de maluco, pois durante seu reinado fez muita besteira, motivo pelo qual os africanos não o raspam nem assentam. Não fazia prisioneiros, matava todos. Veste-se de marrom e branco e suas contas são iguais a roupa. Toca-se para ÈSÙ e SÀNGÓ. BARU era muito destemido, mas quando comia quiabo, que ele gostava muito, dormia o tempo todo e por isto perdeu muitas contendas, pois, quando acordava seus adversários já tinham voltado da guerra. Ele ficava indignado. Então resolveu consultar um OLUÓ que lhe disse : Se é assim, deixe de comer quiabo – BARU perguntou : me diz o que comerei no lugar do quiabo… Só folhas… Só folhas ? perguntou BARU – Sim, respondeu o OLUÓ, tem duas qualidades , uma se chama oió e a outra xaná, são boas e gostosas como o quiabo. E BARU falou : – A partir de hoje, eu não comerei mais quiabo.
 
  •  BADÈ  –  É o mais jovem VODUM da família do raio ( cujo chefe é KEVIOSSO ), corresponde ao SÀNGÓ jovem dos NAGO. É irmão de LOKO. Usa roupa azul com faixa atada atras. Não fuma, não bebe nem fala. Um de seus animais prediletos é o chicharro.
  • OBAKOSSO  –  Perdeu os poderes mágicos de transportar-se da terra para o céu, enforcando-se num pé de OBI. Tem fundamentos com ÈSÙ, ÉGÚN e OYA, devido a sua morte.
 
  • AGODO  –  Muito ruim, brutal, inclinado a dar ordens e ser obedecido, foi ele quem raptou OBÁ. Come com YEMONJA.
 
  • AFONJÀ  –  É o dono do talismã mágico dado por OYA a mando de OBÀTÁLÁ. É aquêle que fulmina seus inimigos com o raio. Come com YEMONJA, sua mãe.
  • ALAFIN  –  É o dono do palácio real, o governante de OYO. Vem numa parte de ÒÒSÀÀLÀ e caminha com OSOGUIAN.
 
  • OBÀ OLUBÈ  –  É muito orgulhoso, intratável e muito bruto. Come com OYA.
  • OLO ROQUE  –  Seria o pai de ÒSUN OPARÀ. Tem fundamento com ÒSÓÒSÌ. Veste vermelho e branco ou marrom e branco.
 
  • ALUFAN  –  É idêntico a um AYRÀ. Confundem ele com OSÀLÚFÓN. Veste branco e suas ferramentas são prateadas.

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