Pomba Gira Maria Pimenta

Esta pomba gira geralmente vem na falange de Maria Padilha e da Malandragem , assim como a pimenta  sua ferramenta de trabalho é bem apimentada , lida com o poder da discórdia como ninguém é totalmente alegre e consegue  tirar qualquer pessoa do serio em segundos, lida com facilidade em trabalhos de brigas e grandes confusões geralmente quem carrega essa pomba gira e  a deve atrai muitas brigas e discórdias e tem poucos amigos, gosta de bebidas fortes , gosta de bebidas misturadas e carregadas de pimenta admira vermelho e amarelo , pomba gira nova desencarnou a poucas décadas adora rosas vermelhas no cabelo .

Quando se deve essa pomba gira ela atrai muito seu cavalo para bares e bebidas e confusões .
Quando a pomba gira é tratada seus cavalos tem sorte no amor e na parte financeira .
Pomba gira Maria Pimenta geralmente é escrava de Nanã, Oxum ou  Oyá.

Reino de Exú na Quimbanda (Kimbanda)

O culto da  Kimbanda tem sete reinos, sendo sua organização remanescente das organizações tribais em reinos na África Banto. Cada Reino é composto por nove povos de Exu, sendo que cada povo é comandado por um Exú-Chefe. Essas classificações são lugares e energias aonde pertence ou moram estes exús de Umbanda, mas também conhecido e cultuado no Candomblé. 
1) Reino das Encruzilhadas – Que sendo chefiado por Exu Rei das Sete Encruzilhadas e Pombo gira Rainha das Sete Encruzilhadas, governa todas as passagens dos Exús que ali trabalham. Sua função principal é abrir os caminhos para os outros Guias chegarem e também para os filhos e fregueses.
2) Reino dos Cruzeiros – Chefiado pelo Exu Rei dos Sete Cruzeiros e Pombo gira Rainha dos Sete Cruzeiros, governa todas as passagens dos Exús que trabalham nos cruzeiros (não confundir com encruzilhada). 
3) Reino das Matas – Chefiado pelo Exu Rei das Matas e Pombo gira Rainha das Matas. Governa todos os Exús que trabalham nas matas ou locais que tenham árvores a exceção do Cemitério, que pertence a outro reino. 
4) Reino da Kalunga Pequena (Cemitério) Governado pelo Exu Rei das Sete Calungas ou Kalungas e Pombo gira Rainha das Sete Kalungas. Esses Exús também são chamados pelo nome de Rei e Rainha dos Cemitérios. Geralmente quando se diz “calunga” nas giras de Kimbanda é para nomear ao cemitério. Trabalham neste reino todos os Exu que moram dentro dos cemitérios exclusivamente.
5) Reino das Almas – Chefiado por Exu Rei das Almas Omulu e Pombo gira Rainha das Almas. Eles também são conhecidos por Rei e Rainha da Lomba, porque governam todos os Exús que trabalham em locais altos. Porém, os Exús deste reino também trabalham em hospitais, morgues, etc. 
6) Reino da Lira – Os chefes deste reino são muito mais conhecidos por seus nomes sincréticos: Exu Lúcifer e Maria Padilha, sendo na verdade seus nomes kimbandeiros Exu Rei das Sete Liras e Rainha do Candomblé (ou Rainha das Marias). Seus apelidos kimbandeiros mostram justamente sua afinidade pela dança, a música e a arte (lira e candomblé). Dentro do reino da Lira, que também às vezes é chamado “reino do candomblé” não pelo culto africanista aos orixás, senão por ser essa palavra o sinônimo de dança e música ritual. Trabalham aqui todos os Exús que tem que ver com a arte, a música, poesia, boemia, artes ciganas, malandragem, etc. 
7) Reino da Praia – Governado por Exu Rei da Praia e Rainha da Praia. Dentro dele encontram-se todos os Exús que trabalham nas praias, perto d’agua o ainda dentro dela, podendo ser salgada ou doce.

Pombo Gira

A Pomba-Gira é uma entidade espiritual de psiquismo feminino, pertencente, tanto às linhas da Umbanda como da Quimbanda ou do Candomblé.  É um Exú mulher. Era invocada na Idade Média com o nome de Klepoth, como também é conhecida no Ocultismo. Diz ela ser mulher de 7 exús. Trabalha na esquerda, devido à sua situação espiritual. Sendo feminina, é muito vaidosa, vingativa, interesseira, maliciosa, inteligente e sensualíssima, gosta de fazer mexericos, intrigas, seduzir moças e mulheres à pratica de atos contrários à ética e à moral, colocando-se no mau caminho, principalmente se elas são médiuns e não querem trabalhar ou desenvolver-se. 
Gosta de champanhe, mas bebe também licores, whisky com soda e fuma cigarros bons ou cigarrilhas. Recebe seus presentes nas encruzilhadas em forma de “T”. Sua cor é o vermelho vivo, tanto nas velas como nas roupas e guias (colares). Adora rosas vermelhas, cor de sangue, roupas elegantes, jóias e perfumes caríssimos. 
A Pomba-Gira comanda 7 falanges compostas de 7 legiões de exús mulheres, cada uma das quais toma diversas identificações: Maria Padilha, Maria Molambo, Sete Saias, Sedutora, Pomba-Gira Menina, da Praia, das Almas, das Matas, etc.  Não se deve também invocá-las para prejudicar alguém, instigando-lhe o instinto ainda condicionado a atividades inferiores. Satisfazendo-lhe a vaidade e pedido ela trabalha para o bem, beneficiando, assim, tanto quem pede como a ela que serve apenas de instrumento. 
Há quem pense que as Pombas-Giras, por darem gargalhadas quando incorporadas, são felizes. Isso não é verdade ou, pelo menos, não reflete a realidade. A gargalhada é uma manifestação emocional característica da linha de Esquerda, assim como o “Kiô” pertence à Linha de Caboclos ou mesmo o “Aleluia” é expressão dos evangélicos. Porém, observa-se não ser uma explosão de riso espontânea, alegre, e sim um grito impulsivo, disfarçando tristeza depositada no fundo da alma desses espíritos, pois, nem nós, encarnados, somos felizes longe da luz e da perfeição angélica. 
Há muitas pessoas que as associam com prostitutas, ou simplesmente, mulheres que gostam de se expor aos homens e sedentas por sexo. As distorções e preconceitos são características dos seres humanos quando eles não entendem corretamente algo, querendo trazer ou materializar conceitos abstratos, distorcendo-os. Essas nossas irmãs em Deus nada mais são que espíritos desencarnados, que como os Exús  viveram na Terra e hoje, por afinidade fluídica, militam como mais uma corrente de trabalho protetora.
 
Não temos culpa se certos “médiuns” medíocres dão passividade para quiumbas ou mesmo fingem uma incorporação de uma Pombo Gira, para serem aceitos e terem suas opiniões e mesmo trejeitos aceitos pela comunidade religiosa. Com certeza, exteriorizam somente aquilo que suas mentes doentias acham ser certo.
Dentro da hierarquia das Pombos Giras, estão divididas em níveis diversas outras Pombos Giras, da mesma forma que as demais legiões. É claro que em alguns casos podem ocorrer que uma delas em alguma encarna­ção tivesse passado pela experiência dolorosa de ser uma prostituta, mas, isso não significa que todas as Pom­bos Giras tenham sido prostitutas e que assim agem. As que foram, hoje estão integradas na Umbanda, a fim de realizarem a grande reforma íntima através da caridade e do me­diu­nismo redentor.
Não se torna uma Pomba Gira pelo simples fato de se ter errado perante as Leis Divinas. Afinal, quem nunca errou na vida? Ser uma Pombo Gira exige preparo, conhecimento, magia, discernimento e muito amor. É mais uma corrente de trabalho espiritual na Umbanda, onde espíritos seletos atuam na faixa vibratória que mais se afinizam.
As Pombo Giras não são a representação da sexualidade e nem da sensualidade, mas sim freiam os des­vios sexuais dos seres humanos e direcionam essas energias para a construção da espiritualização, evitando a destruição espiritual e material de cada ser.
A sensualidade desenfreada destrói o homem: a volúpia. Este vício moral é alimentado pelos encarnados e desencarnados pela invigilância das Leis de Deus, criando um ciclo ininterrupto  caso as Pomba Giras não atuem neste campo emocional, freiando-o e redirecionando-o.
As Pomba Giras são gran­des magas e conhecedoras das fra­quezas humanas. São executa­do­ras da Lei. Cabe às elas esgotar os vícios ligados ao sexo, equilibrando o ser humano.
Gostaríamos de salientar que as Pombo Giras não são Exús fêmeas como dizem muitas das literaturas encontradas, mas sim, é mais uma das hierarquias de Deus; regidas pelo Poder Reinante do Desejo do Divino Criador.
O que acontece é que para tudo no universo funcionar à necessidade de polarização, ou seja, existirem os pólos positivos e negativos para se completarem e tudo funcionar. O Exú e a Pomba Gira se polarizam, pois se o Exú é o fator vitalidade, fertilidade e princípio da vida, a Pomba Gira é o fator desejo e estímulo. O fator “Desejo” não significa somente o desejo do sexo, mas sim tudo que se relaciona com a nossa vontade de obter. Exemplo: desejo de comer uma maçã, de tomar um café, de ler um bom livro, de viver, de lutar pela vida, de se curar, de casar, de se tornar mãe, etc. Se estamos desejando algo, conseqüentemente estaremos sendo irradiados pelo poder maior de Deus; o seu desejo. Portanto o desejo é fundamental em nossas vidas e sem ele seríamos apáticos em todos os sentidos. O Criador gerou o desejo como uma das suas qualidades ou fatores, pois sem vibrarmos os desejos nada desejaríamos e nos tornaremos além de apáticos, desinteressados e paralisados.
Os fatores vigor, fertilida­de e princípio da vida (Exu) e desejo, estímulo (Pomba Giras) se completam, se polarizam crian­do nos seres as condições ideais que os ativará em todos os sentidos e os in­duzirá a assumir com vigor e paixão tu­do que almejam. A Pombo Gira é um ser cuja presença desperta o de­sejo e o estímulo.
Talvez seja o fator irradiado por ela que muitas pessoas a confundiram com uma prostituta, pois confundiram ser ela somente o desejo da carne, excluindo todos os desejos da vida.
Tudo que se refere ao estudo sobre os Exús vale também para as Pombos Gira, ou seja, elas se manifestam através de espíritos incorporados as suas hierarquias. Elas são elementos mágicos ativados através de oferen­das e elementos reli­giosos quando ativa­dos num Templo. 
Tam­bém são agentes da Lei de Deus que po­dem ser ativadas pela Lei Maior. Os Exús vitalizam/desvitalizam, as Pomba Giras esgotam o emocional ou despertam o de­sejo.
Exemplo: A Mãe Oxum irradia o amor em todos os sentidos da vida e a Pomba Gira irradia o desejo de amar. Desta forma está completa a manifestação agregadora do amor dando-lhe fluidez e expansão, pois amar algo e sentir desejo de amá-lo apegando-nos a este “algo” amado, que pode ser uma hierarquia superior, religião ou pessoa, é amor; agora para que esse amor se complete, à necessidade do desejo de se amar esse algo. Quando existe excesso de amor e desejo e esse se torna uma viciação, ai sim a Pomba Gira esgota o emocional do ser, apaziguando-o para que retorne ao caminho justo do seu equilíbrio.
As Pomba Giras de Trabalho são tão maravilhosas quanto os Exús  Elas realizam curas, até mesmo de enfermidades dadas como incuráveis, desmancham trabalhos de magia negra, resolvem problemas, nos dão conselhos preciosos de como bem dirigir nossas vidas, enfim, fazem tudo pelas pessoas bem intencionadas que as procuram para a prática da caridade. É uma pena que ainda existam pessoas que as procuram somente para desmanchar relacionamentos amorosos ou conquistar alguém.

POMBAS GIRA ATUAM:

• Nas descargas pa­ra neutralizar cor­rentes de elementa­res/elementais vam­pi­rizantes, bem conhecidos como sú­cu­bus e íncubos, que atuam negati­va­men­te, por meio do sexo, fazendo de suas ví­timas verdadeiros escravos das distor­ções sensuais.
• Cortando trabalhos de magia sexual negativa e as ditas “amarrações”, pois ninguém deve se ligar a ninguém a força. Isto é considerado pelos tribu­na­is do astral como desvio de carma e as sanções para aqueles que realizam tais trabalhos são as mais sérias possíveis.
• Cortando trabalhos de magia negra, pois não é permitido pela Lei Divina que as pessoas ou espíritos possam fazer o que bem entenderem, ainda mais ferindo o Livre Arbítrio alheio.
• Neutralizando correntes e trabalhos feitos para desmanchar casamentos.
• Trabalham incansavelmente no combate as hostes infernais, quando estas procuram atingir injustamente quem não merece.
• Trabalham no combate das vicia­ções que escravizam os médiuns, protegendo-os das investidas do baixo astral, quando se fazem merecedores.
• Fazem à proteção dos Terreiros onde habita a Espiritualidade Maior, principalmente onde se pautam pelo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
• Combatem a leviandade, promovendo a firmeza que trás o respeito através do poder da palavra. Tais atributos e a harmonia de seus efeitos combinados, trazem a serenidade mental, onde os Orixás atuam, pois quem não sabe o que pensa, não sabe o que diz.
• Trabalham incansavelmente fazendo de um tudo para que seus médiuns possam galgar graus consciências luminosos perante a espiritualidade maior, equilibrando-os, auxiliando-os, mas jamais são coniventes com os desmandos de seus pupilos, corrigindo-os, às vezes, implacavelmente, para que possam enxergar seus erros e retomarem a senda da Luz.
• As Pomba Giras, como entidades de trabalho, não são e nunca foram espíritos lascivos, tenebrosos, viciados, atrasados e maldosos, como muitos querem doutrinar.
• As Pomba Giras atuam no combate aos quiumbas (na medida do possível ajudando-os a evoluir) e no combate das energias desvairadas e viciantes; nas cobranças e nos reajustamentos emotivos e passionais; nas cobranças da Lei Divina (carma); nas emoções e nas ações dos indivíduos.
• As Pomba Giras conhecem profundamente os mais íntimos segredos dos seres humanos e que apesar dos absurdos em seus nomes, ainda assim, nos auxiliam a evoluir, esperando pacientemente à hora de nossa maturidade.
• A Pombas Gira são valorosas Guardiãs da Antiga Sabedoria, da Tradição da Umbanda. Não são vulgares. São guerreiras, heroínas, protetoras e grandes magas.
Lembre-se que nenhuma Pomba Gira JAMAIS atua negativamente na vida de qualquer ser, promovendo desuniões, feitiçarias, magias negras, fofocas, maledicências e toda sor­te de coisas ruins.

Maria Dos Prazeres Padilha

A família Padilha é uma família nobre portuguesa   O nome, originário em homenagem a segunda esposa  de Pedro I de Castela, Dª. Maria Padilha de Castela, da Casa de Padilha (Antiga Família Padilla), em Castela, na Espanha Ibérica, pertencente a Dinastia de Borgonha. Padilha foi uma família efetivamente ligada à Casa Real Portuguesa, com vínculos à Casa Real Espanhola, e a todas as demais casas reais da Europa, e dela houve quatro Mestres da Calatrava e um de Santiago e, durante muito tempo, o cargo de Adiantado-Mor de Castela.
Significado: O termo Padilha é a pronuncia, aportuguesada, originária da palavra espanhola padilla,  em castelhano, é o nome dado a uma ferramenta utilizada por padeiros; também podendo se referir a um determinado tipo de forno de pedra, ao qual se utilizavam pás de cabo longo para posicionar os alimentos no interior. O nome Padilha foi adotado pelos descendentes de Maria de Padilla, a qual teve o nome alterado para Maria Padilha após seu casamento com Dom Pedro I de Castela.
Origem: O nome Padilha originou-se do nome da nobreza espanhola Padilla , mais especificamente de Dª.Maria de Padilla , mais conhecida como Maria Padilha,  a amante, conselheira e, posteriormente, esposa de Dom Pedro I de Castela. Alguns séculos depois da época do lendário Dom João III I, existia um lugar denominado Padilla, em Miranda de Castro Xerez, próximo de Burgos, o qual foi povoado por Dom Pedro I de (Rei de Castela e Leão, filho de Maria de Portugal e Afonso XI de Castela). Em uma de suas províncias   Palencia, vivia a suntuosa Maria dePadilla.
Maria de  Padilla (filha de Juan Garcez de Padilla, o senhor de  Villagera, e de Maria de Henestrona) foi apresentada a Dom Pedro I, por intermédio de João Afonso de Albuquerque, O Conde de Albuquerque, , mordomo-mor de  Maria de Portugal (rainha de Castela) e artífice do casamento de Dom Pedro I de Castela, com Branca de Bourbon. Maria de Padilla tornou-se amante de Dom Pedro I de Castela e passou a influenciá-lo nas mais importantes decisões. Foi graças a Maria de Padilla, em 1353, que Dom Pedro I de Castela, o jovem rei de 19 anos, escolheu governar como um autocrata apoiado no povo. O que lhe valeu o apelido de Justiceiro.
No dia  25 de Fevereiro de 1353, Branca de Bourbon chegava de Valladolid, com seu séquito chefiado pelo Visconde de Narbona  , mas Pedro I encontrava-se em Torrijos  com Maria de Padilla prestes a dar à luz. Em  03 de Junho, do mesmo ano, houve a cerimônia da boda de Pedro de Castela com Branca de Bourbon, apadrinhada por Dom Juan Afonso de Albuquerque e sua tia Leonor de Aragão. Três dias mais tarde, o rei voltou para Puebla de Montalbán , onde Maria de Padilla o aguardava. Após uma breve reconciliação em  Valladolid , Dom Pedro I de Castela partiu, juntamente com Maria de Padilla, para Olmedo, onde se casou, secretamente, com Maria e abandonou sua esposa. 
Após o casamento com Dom Pedro I de Castela, Maria de Padilla muda seu nome para Maria Padilha para adequar-se a pronúncia dialética de Olmedo Nascendo, assim a linhagem da família Padilha. A Casa Real de Padilha.
O partido político, adverso a Pedro, descobre que ele havia se casado, secretamente, com Maria Padilha e exerce pressão política contra o reinado de Pedro. Don Beltran de la Sierra, núncio do papa, intimou o rei a retomar Branca como sua esposa. O rei, entretanto, preferiu mantê-la presa, levando-a de  Siguenza para Jerez de la Frontera e para Medina Sidonia, aonde foi envenenada pelo ballestero Juan Perez de Rebolledo.
Quando tudo parecia bem, a desgraça recai sobre a casa real. Algumas semanas após a morte de Branca de Bourbon, em Medina Sidonia, Maria Padilha, morre da peste bubônica de 1361 .Após sua morte todos os herdeiros, pertencentes à Casa de Padilla mudaram seus títulos para Padilha.

Dª. Maria Padilha e Dom  Pedro I tiveram quatro filhos.

  • Beatriz,  infanta de Castela (Córdoba, 23 de março de 1354-1369 Todesillas) freira na Abadia de Santa Clara;
  • Costança , infanta de Castela ( Castrojeriz, Castela, julho de 1354-24  de março de 1394, no castelo de Luicester 1354-24 de março de 1394 no castelo de Leiceste) casada em  21 de setembro de 1371,em Roquefort-sur-Mer, na Aquitânia, com João Plantageneta de Gaunt  , João de  Gauntou João de  Gand (Flandres 1340-1399),  Duque de Lencastre, filho de Eduardo II de Inglaterra  e Filipa de Hainaut, viúvo desde 1369 de Branca de Derby. Foi pretendente de 1372 a 1387 ao trono castelhano, chegando a se intitular “Rei de Castella”. Teve uma filha, Catarina de Lancaster ou Gaunt ( morta em 1418,) que em  1388 casou com Henrique III de Castela (morto em 1406)  ), irmão de  Fernando II de Antequera, filhos de João de Castela. 
  • Isabek, infanta de Castela (nascida em Morales no verão de 1355 e morta em 23 de Novembro de 1393) casou-se em Hertford em 01 de março de 1372 com Edmundo Plantageneta de Langley (1341-01 de agosto de 1402) Conde de Cambridge em 1385 Duque de York, irmão do precedente pois era o 4º filho de Eduardo II de Inglaterra   e Filipa de  Hainaut. Tiveram três filhos: Ricardo (1375-1415), Conde de Cambridge  ;Constança e Eduardo Plantageneta (1373 -1415)); em  1390, Conde re Rutland.
  • Afonso,  príncipe herdeiro de Castela (Tordesillas, 1359-19 de outubro de 1362).

Dos descendentes de Maria Padilha, o primeiro que passou a Portugal foi Pedro Noberto de Arnot Padilha, que foi Secretário do Palácio, na Repartição do Minho.  Ele procede de Diogo Miranda de Padilha ,que viveu no reinado de Dom Sancho III, de Navarra (994 -1035)). O segundo de que temos notícia é  Lopo Fernandes de Padilha que, no reinado de Dom Fernando, fez parte da comitiva da princesa Dª. Beatriz ,quando de seu casamento com Dom João de Castela. No reinado de Dom João III de Portugal, foram concedidas cartas de armas: em 30 Abr 1530, a Dom Bartolomeu Fermandez Padilha, escudeiro da casa de Dom João III de Portugal, e em 23 Ago 1532, seu irmão, Dom Francisco Fernandes Padilha, por descenderem dos Padilha  de Castela. Na igreja do Convento do Carmo, do lado do Evangelho , logo no princípio da nave, defronte do claustro, foi construído o carneiro de jazida dum  fidalgo castelhano, Cristovão Fernandes Padilha, a quem Dom João III  deu o foro do escudeiro fidalgo e o foro de brasão de armas. Esta capela, no séc  XVIII, pertencia ao conhecido autor das Raridades da Natureza de Hancourt Padilha, cavaleiro fidalgo e escrivão do desembargo d Paço.

O Cavaleiro da Ordem de Sant’lago Dom Cristovão Fernandes Padilha, cavaleiro espanhol, filho de Fernão Soeiro Fernandes Padilha, casou com Dª. Ana de Miranda, filha de Dom Pedro de Miranda com quem teve Dom Sebastião Padilha. Este casou com Dª. Filipa Osório , filha de Dom Belchior Osório e de Catarina Henriques.  Desse matrimônio nasceu Dom Luis Padilha de Miranda, Cavaleiro da Ordem de Avis e provedor dos Coutos.

Dom Diogo Fernandes Padilha, foi pai de Dom Lázaro Padilha, cavaleiro da Ordem de Cristo    que casou com Dª. Maria Ribeiro Salazar, filha de Dom Gaspar Ribeiro de Arévalo, espanhol, e de Dom Francisca Cifuentes de Castela. Deste casamento nasceu Dª. Bárbara de Padilha, que adquiriu matrimônio com seu primo Dom Luis Padilha de Miranda, acima referido, gerando os Haucourt Padilha e a Família Assud Miranda, que viraram  ciganos , mas que o utilizavam o Brasão dos Padilha.

BRASÃO DA FAMÍLIA PADILHA

Da Casa de Padilha: Um escudo pleno, contendo três pás de prata, em posição vertical, sobre fundo azul, cercado por nove meias-luas, em prata, sendo três acima das pás, três abaixo das pás, uma à direita das pás e duas a esquerda das pás; Um timbre de Águia Imperial Nascente, de cor negra com adornos prata; Um virol, na cor azul e negra, aos pés da Águia Imperial; Dois Paquifes, um a cada lado do Escudo Pleno, nas cores azul e prata.

AS CORES

Para cada cor do brasão da Casa de Padilha existe um significado singular.

  • Prata: pureza, integridade, firmeza e obediência
  • Azul: zelo, lealdade, caridade, justiça, lealdade, beleza e boa reputação.
  • Negro: prudência, astúcia, tristeza, rigor e honestidade
  • A Águia Negra: Conhecida como Águia Imperial Nascente, por ser a insígnia peculiar do Sacro Império Romano . Representada em cor negra, ornada em prata, com as asas abertas, de pontas voltadas para cima, a cauda espalmada, as pernas abertas com as garras estendidas, a cabeça voltada para o flanco direito, ereta, com a língua de fora. —Essa é a posição estendida. A Águia pode ser vista, figuradamente, como símbolo de força, de grandeza e de majestade. Foi muito usada em brasões de exércitos, figurando nos estandartes de Ciro, rei dos Persas, e, mais tarde, durante o segundo consulado de Mário, encimando as lanças que eram insígnias das legiões. Na simbologia cristã aparece como possível símbolo da ressurreição e o triunfo de Cristo e do cristianismo. Foi também o símbolo da alma humana, o símbolo das artes. Chama-se de águia o homem muito perspicaz, penetrante, que vê longe; superior em inteligência.

Consolo de Maria Padilha

História de Maria Padilha dos sete cruzeiros da Calunga

França, final do século dezenove. Juliette estava desesperada. Aos dezessete anos, filha de nobres franceses estava prometida em casamento para o jovem Duque D’areaux. Por coisas que somente à vida cabe explicar, havia se apaixonado por um dos cavalariços de sua propriedade. Entregara-se a essa paixão de forma avassaladora o que culminou na gravidez que já atingira a oitava semana.

Somente confiara o segredo à velha ama Marie, quase uma segunda mãe que a vira nascer e dela nunca se afastara, que a aconselhou a fugir com Jean, seu amado. Procurado, o rapaz não fugiu à sua obrigação e dispôs se a empreender a fuga. Sairiam a noite levando consigo apenas a ama, que seria muito útil à moça, e os cavalos necessários para os três. Perto da meia-noite, Juliette e Marie esgueiraram-se pelo jardim e dirigiram-se até o ponto em que o jovem as esperava. Rapidamente montaram e partiram. Não esperavam, contudo, que um par de olhos os espreitasse.

Era Sophie a filha dos caseiros, extremamente apaixonada por Jean. Percebendo o que se passava, correu até a grande propriedade e alertou aos pais da moça sobre a fuga iminente. Antoine, o pai de Juliette, imediatamente chamou por dois homens de confiança e partiu para a perseguição. Não precisaram procurar por muito tempo. A falta de experiência das mulheres fazia com que a marcha dos fugitivos fosse lenta. Antoine gritou para que parassem.

Assustado Jean apressou o galope e o primeiro tiro acertou-o no meio das costas derrubando-o do cavalo. Juliette correu para o amado gritando de desespero quando ouviu o segundo tiro. Olhou para trás, a velha ama jazia caída sobre sua montaria. Sem raciocinar no que fazia puxou a arma de Jean e apontou-a para o próprio pai. – Minha filha, solte essa arma! – assim dizendo aproximava-se dela. Juliette apertou o gatilho e o projétil acertou Antoine em pleno coração.

Os homens que o acompanhavam não sabiam o que fazer. Aproveitando esse momento de indecisão a moça correu chorando em total descontrole. Havia uma ponte à alguns metros dali e foi dela que Juliette despediu-se da vida atirando-se na água gelada. A morte foi rápida e nada se pode fazer. Responsável direta por três mortes (a dela, do pai e da criança que trazia no ventre) causou ainda, indiretamente mais duas, a de Jean e da ama.

Triste destino aguardava o espírito atormentado da moça. Depois de muito vagar por terrenos negros como a noite e conhecer as mazelas de incontáveis almas perdidas encontrou um grupo de entidades que a encaminhou para a expiação dos males que causara. Tornou-se então uma das falangeiras de Maria Padilha. Hoje em nossos terreiros atende pelo nome de Maria Padilha dos Sete Cruzeiros da Calunga, onde, demonstrando uma educação esmerada e um carinho constante atende seus consulentes sempre com uma palavra de conforto e fé exibindo um sorriso cativante.lista de emails

MENSAGEM DA POMBA GIRA MARIA PADILHA DAS ALMAS

A Entidade Tem Que Dizer Tudo?

Sempre escuto isso: “A Entidade tem que falar tudo!” E sempre digo isso: “Claro que não!” 

Até quando meus filhos, vocês vão fingir que não entendem? Porquê “burros” vocês não são! Não vêem que não somos os donos da verdade? A verdade está dentro de cada um de vocês e Deus independe da verdade ou da mentira…

Ele é onisciente, ou seja, tudo só Ele o sabe! Já olharam para si mesmos, procurando identificar o quanto há de orgulho neste pensamento?  

É como se vocês se achassem mais importantes do que os outros e chegam até pensar que, nós todos, espíritos em evolução, tivéssemos a obrigação de dizer o que vocês por covardia não falam!  

Mas falam que nós, Exús e Pomba Giras, não seguramos a língua dentro da boca! E vocês? Basta virarem as costas pra soltarem a língua também! 

Não somos iguais a essas “máquinas” de fazer dinheiro, que soltam uma “bolada” pra chamar a atenção do mundo inteiro! 

E repito, pra chamar a atenção do mundo inteiro, assim: “Joguem, joguem mais, cada vez mais” Jogar? Só se for jogar fora, iah, há, há…E enquanto isso, nem percebem que o que vocês têm é o que realmente tem valor! 

Passam uma vida inteira tentando viver que nem um doutor! E acabam vivendo que nem um computador! Iah, há, há, joga o laço seu Zé, no filho de pouca fé! Já devem estar pensando: “Nós todos, espíritos em evolução, mas e os espíritos de luz?” Iah, há, há…  

Nós todos, espíritos em evolução sim, pois a escuridão só existe no pensamento dos filhos! Se todos caminham para a eternidade, só pode haver Luz, pois na escuridão ninguém caminha pra lugar algum, iah, há, há…! 

Nos olhos de quem vê, é tiro na certa… Nos olhos de quem crê, é bala que adoça a alma e logo enxerga! 

Maria Padilha das Almas .

POMBO GIRA PAGÃ.

Existem na erraticidade ( planos dos desencarnados) muitos níveis de evolução.
Os espíritos ditos genericamente obsessores, têm uma enorme variação de consciência de sua situação e do que acontece nas diversas colonias espirituais, ou moradas vibracionais temporárias, como as chama Maria Mulambo.
Sua insistência em permanecer junto aos encarnados, apegados à situações, paixões e necessidades de sensações materializadas, ocorrem por uma infinidade de motivos.
Os espíritos inofensivos que apenas estão inconscientes de sua condição de desencarnados, ou mesmo que tenham consciência, mas não aceitem o desligamento com a matéria e as questões pertinentes a sua vida enquanto encarnado, podem ser facilmente encaminhados às suas devidas colonias por atitudes de seus entes queridos encarnados, como: orações sinceras e com fé, ou ainda como a frequência a um Centro Kardecista ou Centro de Umbanda. Em geral, os espíritos perdidos e sofredores que não intencionam causar danos aos encarnados são resgatados, orientados e conduzidos pelas queridas Pombas Giras Guardiãs das Almas.
Entretanto, os obsessores sedentos de vinganças ( que na maioria das vezes, acreditam estarem certos em suas cobranças ) como os que foram assassinados, violentados, mal tratados, espancados, explorados, humilhados, torturados, perseguidos, prejudicados financeiramente, traídos por seus amantes, etc.
Esses espíritos são obstinados, eles não conseguem ver além de sua dor, estão saturados de revolta e na tentativa de minimizarem seu sofrimento, tentam fazer com que seus algozes, paguem o que devem.
Isso é fácil de entender é típico do ser humano!
Essas perseguições podem se ocorrerem por muitas encarnações, não somente pela a atual ou a imediatamente anterior.

O grupo mais perigoso de espíritos maléficos, que são os mentores das trevas e os magos negros, usam os espíritos dos grupos acima citados, como instrumentos de seus planos de ataques aos encarnados. Esse tipo de ser, não quer e não tem, ainda, condições de evolução, segundo as leis e preceitos divinos. Não aceitam Luz e ainda ironizam os seres de bem.

Quando citei as funções das Pombas Giras do Lodo, em que elas impediam o assédio de seres maléficos ,aos espíritos em recuperações nas zonas umbralinas, estava referindo-me justamente à esse grupo.
Quando os Guardiões Exús e Pombas Giras, capturam um kiumba, eles os encaminham ao local mais adequado à esse espírito, no momento. E muitos deles, após tratamento, são convidados à ingressarem nas falanges dos Guardiões. Esses espíritos estariam sobre liberdade vigiada. Num processo de reconhecimento de seus erros, consciência e arrependimento, trabalho e evolução. O que é fácil de se verificar, pois não se engana Guardião!

Os espíritos chamados Kiumbas que são aceitos nas falanges dos Guardiões Exús e Guardiãs Pombas Giras, à priori, não são mais considerados kiumbas, mas ainda não são e não podem ser considerados Guardiões. São então denominados EXU PAGÃO E POMBA GIRA PAGÃ (NADA TEM HAVER COM RELIGIÕES PAGÃS)

Eles estão sobre observação constante e sua elevação à EXÚ BATIZADO OU POMBA GIRA BATIZADA, depende de seu trabalho e conduta. Passam por momentos de provações e tentações muito difíceis e estão sempre sendo assediados à fazerem o mal. Como muitos deles ainda tem o cérebro perispiritual com muitas lembranças de sensações da matéria, caem em tentação por oferecimentos feitos por médiuns e consulentes escusos, que têm dupla responsabilidade: a do mal que pedem para alguém e a do mal que fazem ao se aproveitarem da fragilidade moral da entidade que invocam.

Mas a grande maioria dos EXÚS PAGÃOS E POMBAS GIRAS PAGÃS, consegue à duras penas e com a ajuda, cobrança e aconselhamento dos Guardiões, evoluírem à uma condição espiritual mais digna e conscienciosa de bem e mal e certo e errado.

Essa Pomba Gira Pagã, enquanto subordinada às regras, só pode tomar atitudes com a permissão da Guardiã imediatamente superior a ela, responsável por seu aprendizado. 
Quando for de fato aceita, como Pomba Gira Guardiã, passará a usar o nome de identificação da falange, então será mais um espírito a engrossar a falange de Maria Mulambo, Maria Padilha, Rosa Caveira etc. 
Será mais uma das milhares de “Marias” ou “Rosas”, e com certeza, muito orgulhosa, pois só ela saberá o que passou, encarnada e na erraticidade, quantos erros e acertos cometeu, quanto mal fez, quantos pecados pagou, quantos infernos visitou para receber o benefício e o título, que para muitos ingênuos é sinônimo de ironia, escárnio ou maldição:
“POMBA GIRA GUARDIÃ, a milícia do Astral temente às leis do Criador e combatentes do mal”.
Então a expressão POMBA GIRA PAGÃ, deve ser revista e reconceituada com respeito e deixando de ser usada somente de modo depreciativo.
LAROIÊ POMBAS GIRAS!

Você não é sua Pomba Gira!

Médiuns de incorporação não desenvolvidos ou recentes no exercício de suas funções mediúnicas, algumas vezes confundem a personalidade da entidade à qual servem, com a sua própria.

 

Quando incorporados, é normal que haja uma influência mútua, pois a entidade usa os recursos que o médium oferece para poder se manifestar. Esses recursos disponibilizados pelo médium à entidade são a somatória de seus conhecimentos, habilidades, crenças, gostos, moral, formação, educação etc. e a influência da personalidade da entidade, também com seus conhecimentos, habilidades, experiências, gostos, temperamento e grau de evolução moral e espiritual.
Uma entidade responsável jamais irá influenciar o médium em sua vida pessoal, à ponto de aliená-lo de si mesmo, privando-o do seu poder de decisão e de expressão. Se isso estiver ocorrendo, a entidade em questão não é uma Pombo-Gira Guardiã. Pombo-Giras nunca agem dessa forma leviana.
A entidade à qual você serve pode não gostar de seu marido, por motivos que provavelmente são justificados, mas jamais irá obrigá-la à deixá-lo ou traí-lo com outros homens. Isso não existe. Não ocorre em hipótese alguma.
Então se você quer justificar para si mesmo ou para os outros seus desejos e atitudes usando uma entidade tão nobre quanto as Pombo-Giras de lei, das duas uma, ou você de fato está sendo manipulado por entidades levianas e se deixando dominar, ou você não tem o conhecimento necessário sobre si mesmo para poder avaliar quem de fato você é e o que quer realmente.
Procure fazer uma reflexão sobre o que verdadeiramente está ocorrendo, quais são os seus projetos, quais são seus medos, se está satisfeito com sua vida amorosa, familiar ou profissional.
Reavalie seus pontos fracos, como lida com a raiva, com a inveja, com a frustração, com a traição, com o desejo sexual, etc.
Irá descobrir que muitas das influências atribuídas às suas Pombas Giras são inerentes à você mesmo.
Analise ainda suas preferências, gostos, que importância dá à sua imagem pessoal, se você é muito vaidosa e extravagante. Se não é você que faz questão de jóias, adornos e chamar a atenção das pessoas por inseguranças ou carências que na realidade são suas.
Você pode ser uma pessoa exuberante e brincalhona, e no entanto trabalhar com uma entidade extremamente séria, nem por isso a entidade irá exigir que você abra mão do seu modo de se expressar e assuma a personalidade rígida dela.
O que sua Pombo-Gira pode e deve fazer é aconselhá-lo(a), encorajá-lo(a) e ajudá-lo(a) à fazer as mudanças necessárias em sua vida. Essas mudanças, quando necessárias, devem ser planejadas através de um criterioso exame sobre si mesmo, as pessoas ao nosso redor e todas as consequências que acarretarão.
Assuma sua vida, conheça a si mesmo, conheça e respeite a entidade com a qual trabalha e seja feliz. Mas jamais transfira para as Pombo-Giras a responsabilidade por suas atitudes!
Saravá Guardiães Pombo Giras!

Principais trabalhos que Exús e Pombo giras fazem por você

Todos esses casos são especialmente bons de serem resolvidos nessas ocasiões com a presença das Pombo giras na terra para receber as oferendas e encaminhar mais rapidamente os trabalhos e as demandas.
  • Aconselhamento espiritual
  • Arrumar namorado(a),  casamento,
  • Amarração amorosa especial
  • Afastar inimigos e rivais
  • Ganhar dinheiro extra
  • Melhora nos negócios e relações profissionais
  • Melhora no desempenho sexual
  • Cura de impotência ou falta de apetite sexual
  • Quebrar feitiço ou macumba feitos contra a pessoa

 

E muitos outros trabalhos podem ser feitos pelo povo da rua, a falange dos Exús e Pombo giras, pois são entidades muito poderosas e próximas dos seres humanos, tendo grande poder sobre nós, sobre nossas atitudes, principalmente aquelas relacionadas com o mundo material e carnal. O mundo do dinheiro, do sexo, dos prazeres carnais.

Principais trabalhos ou rituais com Exú e Pombo gira

 

 
1 – Ritual da Chama de Fogo da Pombo gira e do Exú
O “Ritual da Chama de Fogo da Pombo gira e do Exú” é um feitiço muito forte que trabalha a energia sexual dos pacientes, com sacrifício a Pombo giras e Exús para obtenção de sorte e para vencer demandas de ordem sexual e amorosa feito com a Pombo gira incorporada.
 
Este é um trabalho de manutenção da energia sexual, para que ela continue ativa, também para pessoas que precisam melhorar seu desempenho sexual ou querem simplesmente apimentar as relações amorosas.
 
Muito bom para homens que estão com problemas de impotência e precisam de manutenção nos trabalhos de ativação da sexualidade.
 
Ajuda a manter os trabalhos de “Amarração Amorosa” e “Ativação da Pombo gira e do Exú pessoal”
 
 
2 – Ritual de Quebra de Feitiço e Olho Gordo da Pombo gira e Exú
O “Ritual de Quebra de Feitiço e Olho Gordo” para quem quer manter os inimigos longe ao longo do ano. Este é um trabalho muito forte feito com a Pombo gira incorporada para vencer demandas e fazer a manutenção mensal  do “Fechamento de Corpo” e do equilíbrio financeiro do meus clientes.
 
Excelente para quem deseja manter afastado o olho gordo dos negócios e deseja crescer na profissão, ganhar mais dinheiro, manter o equilíbrio financeiro com o auxílio dos Exús e Pombo giras.
 
 
3 – Ritual de Ativação da Pombo gira e do Exú Pessoal
O “Ritual de Ativação da Pombo gira e do Exú Pessoal” é um ritual que canaliza a energia dos Exús e Pombo giras que cada pessoa carrega, pois cada pessoa tem um Exú e Pombo gira que nos protege dos males e faz a comunicação entre nós e os nossos orixás de cabeça.
 
Quando estas entidades não estão ativadas a energia sexual e a vida financeira começa a ficar estagnada, entre outros problemas que podem aparecer. Ativar o canal que nos liga a nossa entidades pessoais nos faz ficar mais fortes e resistentes contra macumbas e feitiços jogados contra nós.
 
Com este ritual direcionamos corretamente o elo com as entidades pessoais de cada pessoa, proporcionando harmonia na vida sexual e econômica através do sacrifício a Pombo giras e Exús onde todo o  trabalho é feito com a Pombo gira incorporada.

Pombo Gira Sete Saias

Esta é uma das entidades mais conhecidas e queridas dentro da Umbanda e Povo do Oriente, é a cigana Sete Saias. Muitos médiuns e chefes de terreiros por falta de informação não costumam apresentar esta maravilhosa entidade com a sua verdadeira origem cigana, fazendo desta linda gira uma pomba-gira de encruzilhada. A Pomba -Gira Cigana Sete Saias é considerada a Deusa do Amor pelo povo do oriente, e a ela que as moças recorrem quando desesperadas por falta de amor. 
” A lenda conta que a Cigana Sete Saias foi apaixonada por um moço “não cigano” o que seus pais não aceitavam… e proibida de viver este amor parou de comer até vir a falecer. Quando seu corpo estava sendo preparado para velar, sua mãe trouxe suas sete saias favoritas e colocou a seus pés para poder rodar e jogar cartas nos caminhos do astral superior. A moça chegando as astral, foi recebida por Santa Sara a qual a designou a proteger e ajudar todas as moças que choravam por seus amores proibidos e impossíveis… É a esta entidade poderosa que as mais serias mandingas de amor são realizadas… e há quem diga que o que a Cigana Sete Saias Une… Ninguém separa!
Esta pomba-gira gosta de receber suas oferendas e presentes nas encruzilhadas de campo e preferencialmente as 18:00 nas sexta-feiras de lua cheia. Nas suas oferendas não pode faltar perfume de flores ou gardênia… sua velas são coloridas quase sempre vermelhas, brancas e Rosas… que são as cores que simbolizam o sexo, o amor e a tranqüilidade nas relações.

Características

 

Arma 1 punhal, 1 pandeiro, 1 par de castanholas, 1 violino e uma espada.
Bebida Champanhe
Cores azulão, vermelho, lilás,roxo e verde
Fuma cigarros, cigarrilhas
Lugar Estradas
Vela Pretas, Vermelhas, Brancas, Verdes
 

Pontos Cantados

 

Ó gira formosa tem alegria e rosa.
Na gira da pomba-gira você vem
balançar.
No balanço das pomba-giras
sete saias vem girar.

Maria Padilha das 7 Encruzilhadas

É a Rainha da Umbanda e Candomblé, Pomba Gira considerada majestosa e deslumbrante chamada Maria Padilha das 7 Encruzilhadas, uma mulher maravilhosa que poderá ajudar a todos que confie nela.
 
Sua bebida predileta é o champanhe e Vinho Branco, gosta de cigarro e cigarrilha, adora rosas vermelhas, gosta de andar bem arrumada, repleta de jóias, muito cheirosa e sempre com uma rosa vermelha nos cabelos.
 
Fala a verdade mesmo que doa aos ouvidos de quem não quer ouvir verdades.
Maria Padilha; É especialista nos casos dê: AMOR, SEPARAÇÕES e PROSPERIDADE.
 
Sua Saudação: Laroiê 
Suas cores: Vermelho e preto
Seu Domínio: As Encruzilhadas
Seu Dia: 2a. Feira
 
 
Confie e Ela Poderá Te Ajudar!

Pombagira Pantera Negra

Esta qualidade de pomba-gira é muito requisitada por aquelas mulheres que foram traídas pelos seus maridos e namorados e querem vingança… Mais fiquem sabendo que esta poderosa pomba-gira trabalha muito bem para a saúde como para guerrear contra feitiços e armadilhas do astral. Sempre quando ela chega ao mundo é chamada pelo seu companheiro o Exu Pantera. 

Se apresenta como uma mulher alta, magra e toda de negro e vermelho, seus olhos são claros e chamativos como de uma pantera e dizem que no astral seus soldados são estes magníficos animais as panteras negras. Por isto acredito que uma demanda desta pomba-gira não deve ser brincadeira.
 

Ela aceita seus pedidos e presentes nas encruzilhadas de mato fechado, ou em cruzeiros de chão batido e bem seco. Adora Champanhes, cigarros e rosas vermelhas… Gosta de sua oferendas bem iluminadas e perfumadas. Quando incorporada… é danada e muito ligeira, fica muito pouco tempo incorporada e conversa somente com quem ela queira… Dizem que ela é muito prestigiada e no astral muito trabalhadeira, por isto só chega na terra se for chamada pelo seu companheiro.

Pombo Gira Dama da Noite

As entidades que atendem pelo nome Pomba Gira Dama da Noite, pertencem a todas as falanges, tal qual as Pomba Giras do Cabaré.
Fazem a comunicação e a troca de informações entre essas falanges.
São uma espécie de informantes, estão em toda a parte, “correm a gira”no astral para avaliar todas as questões que envolvem um caso que esteja sendo tratado por outras Guardiãs. São muito versáteis e conhecem de tudo um pouco. 
Uma outra atribuição muito importante, dessas Pomba Giras, é o desenvolvimento mediúnico de médiuns iniciantes. Portanto podem se manifestar em qualquer ponto cantado, ou, mesmo não sendo, a Pomba Gira que irá trabalhar com o médium, pode dar ao mesmo “intuição” de quem será sua Pomba Gira de trabalho, incorporando ou passando vibração ao médium apenas no ponto cantado de sua Pomba Gira.
 
Dificilmente riscam ponto e dão consulta, ficam de pé no meio do terreiro dançando e preparando o médium, por isso, é muito comum incorporações de curta duração, para evitar desgaste e fadiga do médium. Outra forte atuação dessas Senhoras é a comunicação intuitiva, já que o médium em desenvolvimento não está “pronto” para identificar mensagens claras, pois ainda não sabe se quer o nome de sua Pomba Gira.
 
Isso não ocorre com todos os médiuns, em alguns casos, dependendo da história, do grau de mediunidade e da relação “entidade-médium”, a Pomba Gira de trabalho, já informa ao médium, quem é e o que quer.
As Pombas Giras Damas da Noite, após um período, que varia, de caso para caso, acabam por optar por uma atividade mais especializada, aí sim, ingressando numa falange específica.
São muito bem humoradas e passam ao médium, uma sensação de alegria e descontração. Estão sempre presentes nos Terreiros, e mesmo que um determinado médium da corrente, não seja médium de incorporação, recebe sua vibração, o que o protege das energias densas que são desagregadas nas giras de Exú.
Seu nome “Dama da Noite” pode fazer com que seja associada à “Pomba Gira do Cabaré”. Mas essas guardiãs têm funções distintas, as Damas da Noite, por serem entidades responsáveis pelo desenvolvimento mediúnico de muitos médiuns, não costumam enfrentar o astral inferior, de modo frontal, pois precisam manter uma vibração perispiritual menos densa, para a proteção dos médiuns que estão sendo por elas desenvolvidos.
Em sua denominação simbólica, normalmente são conhecidas apenas por Pomba Gira Dama da Noite, não havendo a complementação, como por exemplo, Pomba Gira Dama da Noite das Almas, ou Pomba Gira Dama da Noite da Encruzilhada, etc.
Mas em alguns casos, a entidade, por motivos que julgue necessários, pode oferecer alguma complementação, mas isso é menos comum com as Damas da Noite, que são essencialmente discretas e reservadas em relação ao seu trabalho.
Como existem milhares de Pomba Giras Damas da Noite, também existem
milhares de histórias sobre cada uma.
 

     UMA DAS LENDA DA POMBA-GIRA DAMA DA NOITE

Carmem vagava pelas ruas sem saber para onde ir. Perdera os pais, quando tinha cinco anos, e fora morar com seus tios. Tratada como escrava por anos, nunca soube o sentido da palavra felicidade. Analfabeta, somente conhecia os segredos da cozinha e da limpeza que era obrigada a fazer diariamente. O assédio de seu primo tornara-se insuportável conforme crescia em formas e beleza. Tanto o rapaz insistiu que acabou levando-a para a cama, onde foram flagrados pela velha tia, que em nenhum momento duvidou da palavra do filho que acusava a moça de seduzi-lo dia após dia. 
 
De nada valeram os apelos e juras de inocência. Imediatamente foi posta na rua sem um tostão e apenas com a roupa do corpo. Agora estava ali perambulando por ruas que não conhecia em uma noite escura e com lágrimas correndo pelo belo rosto. Um homem aproximou-se dela: – O que faz uma moça tão bonita perdida por aqui? E porque chora? Desalentada, começou a falar tudo que havia se passado. Não tinha nada a perder. Quem sabe aquele rapaz não a ajudaria? Fora o único que mostrara interesse no seu drama. Após ouvir tudo ele disse: – Venha comigo, tenho um lugar para você ficar! Sem outra opção a jovem o seguiu. Entraram em um casarão escuro em que somente uma pequena luz bruxuleava. Uma senhora vestida e maquiada com extravagância para àquela hora da noite, atendeu-os prontamente:
- Mais uma menina, Jorginho? De maneira brusca, o rapaz agarrou a mulher pelo braço e sussurrou-lhe:
- Esta é minha, vou querer somente para mim!
- Calma lá garotão! Se você pagar não vejo motivo para que não seja sua. 
 
A partir desse momento Carmem transformou-se em mais uma menina da famosa Madame Eglantine. A principio deitava-se com Jorge pela gratidão, aos poucos, porém foi tomando-se de amores pelo rapaz, que em pouco tempo enjoou do que tinha com facilidade. Depois de dois meses de amor incondicional, o rapaz procurou pela Madame e falou:
- Já está na hora da garota fazer a vida, não tenho mais como pagar pela sua estadia aqui.
 
 Eglantine sorriu com desdém, pois já sabia que o final seria esse, não era a primeira que passava por isso em sua casa. Ao ser informada de suas novas atribuições, a moça desesperou-se, chorou uma tarde inteira. Sem ter como fugir da situação, preparou-se para cumprir o combinado. Sentada no grande salão mal iluminado Carmem aguardava. Cada vez que uma das meninas subia acompanhada de alguém, ela suspirava de alivio por não ter sido escolhida. No entanto, quando já achava que estaria livre por aquela noite, Madame aparece com um senhor: 
- Querida, trate muito bem o Comendador Belizário, ele é prata da casa! Ao olhar o homem, sentiu o estômago revirar, ele podia ser seu avô! Eglantine percebeu e fixou um olhar gélido sobre ela:
- Leve-o para seu quarto e faça tudo para agradá-lo. Com os pés pesados ela subiu as escadas que a levariam para o sacrifício, puxando o comendador pela mão. O velho fungava em sua nuca e ela tentava desviar do contato, ao sentir o hálito mal cheiroso, não resistiu, pediu que ele a soltasse e o empurrou com violência. Isso somente excitou mais o homem que agora literalmente babava em seu pescoço. Instintivamente agarrou a haste de bronze do abajur e desferiu com ódio na cabeça de Belizário. 
O sangue correu imediatamente manchando seu seio. Mas o velho não caiu, tomado de ira, apertou o pescoço da jovem até que, com os olhos vidrados, ela deu o último suspiro. Assustado pelo que fizera e com o sangue escorrendo pelo rosto, o comendador correu para as escadas onde tropeçou e rolou caindo morto no meio do salão de Madame Eglantine. Durante muitos anos o espírito de Carmem vagou por regiões escuras onde reviu e reviveu carmas e pecados de vidas anteriores. 
Amparada por linhas auxiliares começou seu trabalho de evolução espiritual utilizando a roupagem da Pomba-Gira Dama da Noite. Quem já se consultou com essa grande mulher sabe dos ótimos conselhos que ela sempre distribui entre sorrisos gentis e calorosos. Laroiê a Dama da Noite! Laroiê as Pomba-Giras!.

 

História da Pomba Gira Maria Padilha

A verdadeira história desta entidade ainda não esta comprovada de fato! Porque devido a várias histórias contadas e publicadas sempre deixa um fecho para inúmeras controvérsias. Já faz um bom tempinho que venho lendo e pesquisando histórias de Maria Padilha ou ( Maria de Padilha) que vem a ser o verdadeiro nome da amante rainha do Rei de Castela.
 
A história conta que Maria de Padilha era uma jovem muito sedutora que foi viver no reinado de Castela como dama de companhia de D. Maria, mãe de D. Pedro I de Castela ( O cruel ) . Sendo que esta moça tinha um tutor e este responsável e tio da bela donzela, que também era herdeira de sangue nobre, devido a influencia de seu pai na corte espanhola.
 
A lenda conta que D.Pedro de Castela já estava noivo de D. Blanca de Bourbom, uma jovem pertencente a corte francesa, que foi enviada para Castela para casar-se com D. Pedro porque este estava já para assumir o Reinado do pai, no ano 1350.
 
D. Maria de Padilha e o Rei de Castela depois de apresentados, fulminaram-se de paixão um pelo outro e mesmo as escondidas começaram um grande caso de amor, onde sabiam que jamais seria aceito D.Pedro I de Castela, não queria casar-se com D. Blanca de Bourbom, mais este casamento traria excelentes benefícios políticos para a corte Espanhola e Portuguesa.
 
Dizem que Maria de Padilha, trabalhava na magia com um judeu cabalista e que este a ensinou muitas magias e através destas… conseguiu dominar o Rei de Castela completamente. Conta a história que ela foi uma das grandes responsáveis pelo o abandono ou morte de D. Blanca de Bourbom pelo rei, digo abandono ou morte porque ainda é uma história muito confusa… alguns livros indicam que D. Blanca foi decapitada ao mando do Rei… outros apenas citam que ela foi abandonada por ele e devolvida a sua família na França por ele ter assumido seu amor por Maria de Padilha.
 
Maria de Padilha de Castela, depois do sumiço de D. Blanca passou a viver com o Rei em seu castelo em Sevilha, palácio que foi construído e presenteado a Maria de Padilha pelo seu amado rei de Castela.
 
Maria Padilha deu quatro filhos ao rei de Castela sendo que o primogênito morreu em idade tenra.
Ao contrario do que conta muitas histórias publicadas desta grande personagem, Maria Padilha morreu antes do Rei de Castela e este fez seu velório e enterro como de uma grande rainha, fez com que seu súditos beijassem as mãos do corpo falecido por peste negra e a enterrou nos jardins de seu castelo.
 
O Rei anunciou ao sei reinado que havia casado com D. Maria Padilha as escondidas e que queria que seu filhos com ela fossem reconhecidos como herdeiros do trono e que a imagem de Maria Padilha diante do povo fosse de uma Grande Rainha.
 
Um ano mais tarde o rei veio a casar-se de novo, mais nunca escondeu que o grande amor de sua vida tinha sido D. Maria Padilha, os contadores contavam que o feitiço lançado ao rei pela poderosa Padilha seria eterno! pela família e tampouco pela corte. Alguns anos depois o Rei de Castela veio a falecer pelas mão de seu meio irmão bastardo que acabou assumindo o seu posto de Rei de Castela… o corpo do rei deposto foi enterrado a frente da sepultura de sua Amada Rainha Padilha, onde foram construídos duas estátuas uma em frente a outra, para que mesmo na eternidade os amados nunca deixassem de olhar um pelo outro.
 
Dizem que a entidade de Maria Padilha, na sua primeira aparição, foi em uma mulata no tempo da corte de D.Pedro II no Brasil, onde esta mulata em um sessão da Catimbó… recebeu uma entidade muito feiticeira e faceira que se apresentou com D. Rainha Maria Padilha de Castela e contou a sua história e que depois dela outras Padilhas viriam para fazer parte da sua quadrilha.
 
Dizem que depois desta anunciação de D. Maria Padilha, ela só voltou mais uma ou duas vezes e que não mais chegaria na terra por sua missão presente estar cumprida, mais que por castigo de Jesus e por mando do Rei das Encruzilhadas ela ainda permaneceria na terra e confins, comandando a sua quadrilha de mulheres e exus para todos os tipos de trabalhos… Depois disto, nunca mais ninguém voltou a ver ou assistir a curimba desta poderosa entidade rainha das giras. 
 
Há muitos pais de santo e estudiosos que dizem que D. Rainha da Sete Encruzilhada é D. Maria Padilha de Castela, por ter sido ela eleita a Rainha de todas as giras, mais esta desconfiança, ainda não foi esclarecida, nem pelas próprias identidades que trabalham com D. Rainha das Sete Encruzilhadas. Esta desconfiança gerou porque D. Padilha de Castela se titulava Rainha e sempre saudava as sete encruzilhadas, onde morava o seu rei e de onde ela reinava.

 

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