Pombo Gira Rainha dos Sete Cruzeiros

A Pombo Gira Rainha dos Sete Cruzeiros da Calunga (Pombo Gira dos Sete Cruzeiros), é uma entidade muito forte, e todo cuidado deve ser tomado no que se refere à sua evocação, conjuração ou mesmo quanto a sua incorporação. Como seu próprio nome já diz, trabalha com as radiações e energias do Cruzeiro do cemitério.
 
Seus despachos, oferendas, ebós, amalás e similares, na maioria dos casos devem ser colocados neste local, mudando apenas por ordem explicita da mesma. Atua esta entidade, em casos onde casais estejam brigando, chegando ao ponto de poderem se matar.
Possui esta entidade a capacidade de anular quaisquer trabalhos feitos dentro do cemitério, ou mesmo no Cruzeiro, que possuam este objetivo, ou seja de destruir por completo um casamento, uma família.
É sua força também requisitada, quando há problemas com um dos cônjuges, por exemplo, quando há frigidez, impotência, e similares, e que por conseqüência destes distúrbios físicos venha ocorrer transtornos na vida do casal. Os resultados são os melhores, havendo a extinção radical destes problemas. 
 
É também muito requisitada esta entidade, quando o consulente, é vítima de perseguições, injustiças e demandas espirituais. Esta pomba Gira, tem grande destaque pois é a companheira de Exala uma lascívia, e é grande auxiliadora em casos de amor, somente em casos de amor, mas amor de verdade, podendo ser funesto os resultados de sua ajuda a paixões pérfidas.
 
É de uma beleza e vaidade raras. Admira verdadeiramente as pessoas que lutam por seus ideais. Aprecia ser presenteada, contudo não exige presentes por seus trabalhos, exige sim, os materiais necessários para realização de seus encantamentos e realização de seus trabalhos.
 
Há quem confunda a Rainha do Cruzeiro com a Rainha das Sete encruzilhadas, mais saibam que são duas entidades de muito respeito, mas bem distintas… A Rainha do Cruzeiro governa com o Exu do Cruzeiro das Almas , todos os cruzeiros centrais do campo santo, onde são enviados todas aquelas entidades que querem fazer parte do Reino dos Exus e esperam a suas distintas colocações e seleção. 
 
Para fazer parte deste povo maravilhoso, não basta querer, tem que merecer e ser capaz de assumir e cumprir todas as missões especificadas pelo astral médio e superior. A Pombo-Gira Rainha do Cruzeiro trabalha para a Rainha das sete encruzilhadas, elas pertencem a mesma falange, mais suas funções se diferenciam no mundo astral.
 
A Rainha do Cruzeiro é uma pomba-gira muito exigente e muito fria no seu modo de agir, pois esta mais acostumada a lidar com espíritos mais perversos. Por isto quando chega no mundo, vem para brindar, e dançar… não gosta de muitas brincadeiras, faz a sua gira e já procura um lugar para sentar! Quando simpatiza com alguém esta pessoa já tem sua proteção de graça, mais quando não gosta, faz questão de ignorar, mostrando que dela nada irão ter. 
 
Adora usar poucas roupas e insinuantes, mais quase sempre está enrolada em uma capa de veludo preto e bordo. Tem verdadeiro facínio por perfumes e rosas vermelhas e brancas. Suas oferendas não podem faltar cigarrilhas e champanhes doces e caras.
 
 
Lenda
 
 
O Senhor das Encruzilhadas, quando chegou no mundo astral, pegou a gira do cruzeiro como companheira e ela lhe mostrou todo o astral inferior, e nestas andanças ao limbo ele encontra sua antiga mulher que era sua Rainha na vida terrena a qual nunca esqueceu e então passou a cuida-la. 
 
Quando o exu Mor nomeou o Senhor das Encruzilhadas em Rei das Sete Encruzilhadas… ele ordenou que a Gira do Cruzeiro tomasse conta do astral inferior lhe dando o título de Rainha do Cruzeiro… e foi viver com sua antiga mulher no médio astral… onde a titulou como Rainha das Sete encruzilhadas, dando a ela todos os poderes que a ele foi dado pelo o Exu Mor.
 
A Rainha do Cruzeiro se sentido abandonada pelo Exu Rei, resolveu formar seu próprio reinado e nomeou o Exu do Cruzeiro das almas como seu fiel escudeiro e namorado.
 
Os dois juntos governam os reinos dos cruzeiros das almas, mais também recebem suas oferendas em encruzilhadas. É falso quando dizem que as duas Rainhas é uma só ou que ambas se odeiam… São rainhas de reinos distintos que quando na terra muito se respeitam.
 
A Rainha do cruzeiro gosta de trabalhar para a sedução pois é uma pomba-gira muito sedutora, costuma se apresentar com cabelos loiros acastanhados, Olhos claros e chamativos seus trajes são curtos negros e vermelhos, trabalha para a guerra e amarração de casais que se amam, mais nunca peça a ela para separar um casal, pois ela se aborrecerá profundamente com quem for lhe pedir este intento! 

O que é ser Umbandista?

Ser umbandista não é ser apenas religioso. 
É ser cristão. 
Ser umbandista não é ostentar uma crença. 
É vivenciar a fé sincera. 
Ser umbandista não é ter uma religião especial. 
É saber que tem grande responsabilidade para consigo mesmo e para com o próximo. 
Ser umbandista não é querer superar o próximo. 
É querer superar a si mesmo através da reforma íntima e das boas ações.
Ser umbandista não é construir templos de pedra. 
É transformar o coração em templo eterno. 
Ser umbandista não é apenas aceitar a reencarnação. 
É compreendê-la como manifestação da Justiça Divina e caminho natural para a perfeição. 
Ser umbandista não é só comunicar-se com os Espíritos, porque todos indistintamente se comunicam, mesmo sem o saber. 
É comunicar-se com os bons Espíritos para se melhorar e ajudar os outros a se melhorarem também.
Ser umbandista não é apenas consumir as obras espíritas para obter conhecimento e cultura. 
É transformar os livros e suas mensagens, em lições vivas para a própria mudança. 
É ter grande conhecimento sem no entanto vivenciar é o mesmo que falar e não fazer. 
Ser umbandista não é internar-se no Centro Espírita ou Terreiro, fugindo do mundo para não ser tentado. 
É conviver com todas as situações, sem alterar-se. 
O umbandista consciente é umbandista no centro, terreiro, em casa, na rua, no trânsito, na fila, ao telefone, sozinho ou no meio da multidão, na alegria e na dor, na saúde e na doença. 
Ser umbandista não é ser diferente. 
É ser exatamente igual a todos, porque todos são iguais perante Deus. 
Não é mostrar-se que é bom e sim provar a si próprio que se esforça para ser bom, porque ser bom deve ser um estado normal do homem consciente. 
Anormal é não ser bom. 
Ser umbandista não é curar ninguém. 
É contribuir para que alguém trabalhe a sua própria cura. 
Ser umbandista não é tornar o doente um dependente dos supostos poderes dos outros. 
É ensinar-lhe a confiar nos poderes de Deus e na sua própria fé, que estão na sua vontade sincera e perseverante de melhorar a si próprio. 
Ser umbandista não é consolar-se em receber. 
É confortar-se em dar, porque pelas leis naturais da vida, “é mais bem aventurado dar do que receber”. 
E por fim, ser umbandista não é esperar que Deus desça até onde nós estamos. 
É subir ao encontro de Deus, elevando-se moralmente e esforçando-se para melhorar sempre, buscando sempre o auxílio ao próximo, a pratica do bem e da caridade. 
Isto é ser umbandista!

 

Como o Cigano expulsa fantasmas

Os fantasmas, aparições ou assombrações, estão entre os fenômenos insólitos mais antigos de que se tem notícia. Não há uma definição correta sobre eles. O mais comum é relacionar aparições, com assombrados, que surgem em cemitérios, casas velhas. Matas, castelos e tendas ciganas. É como uma pessoa já morta que surge com as roupas que morreu. Atravessam objetos sólidos, uivam, gemem e até podem conversar com os vivos.

 

Os ciganos acreditam em fantasmas e os chamam de mullos. Geralmente os ciganos os veem a noite, quando dançam em volta da fogueira. Eles aparecem fazendo barulhos horrendos, arrastando correntes ou chorando.
 
As velhas gitanas com tochas tentam afastá-los. As crianças correm. Os kakus jogam suas espadas, seus bastões e lutam com eles. Para eles, são pessoas que mataram gitanos e continuam com seu ódio.
 
Outras vezes são aparições religiosas, ou seja, santos que protegem ciganos como a Virgem de Macarenha.
 
Os fantasmas são corpos astrais, ou seja, uma espécie de cópia do corpo humano, porém feitos de energia não materializadas. Casas e castelos assombrados foram motivos de muitas histórias de terror. Há sussurros, gemidos e lamentos. 
 
Os ciganos fazem simpatias para afastar fantasmas há séculos. E em certa época, os ciganos entraram em locais sagrados dos templários, para aprender como defender a clã.
 
Uivos, gritos, gargalhadas se escutaram. Ciganos caíam. E um Baró armou um caldeirão de fogo e pediu que eles se afastassem. 
 
A simpatia foi assim: 
 
Pegue um caldeirão e jogue álcool e fósforo na caldeira. Acenda no quintal. Espere até o fogo se apagar e ordene que o fantasma vá para o fogo. Ele vai sumir nas cinzas.
Sempre que você ouvir coisas estranhas ou sentir mau cheiro, use a força cigana; ela é eterna e sempre será.

Porque Vestir Roupa Branca Nas Sexta-feira?

Na cidade Ilé-Ifé existe um templo muito antigo, onde todas as sextas-feiras as pessoas se trajam de branco e vão Orar para Ifá, pedindo harmonia para suas vidas e paz no planeta.

 

Isso, pelo fato da “sexta feira” ser considerado o dia, mais terrível da semana, extremamente pesado e mais agitado comparado aos outros dias.

 

Porque?

 

É sabido que é na sexta feira que os tratados de guerra são fechados, geralmente é quando são assinadas as declarações de falência financeira, rescisões de contratos (prejuízos – perdas), também é o dia que mais ocorre todo tipo de conflitos e fatalidades como: brigas, traições, separações conjugais, internação em hospitais, acidentes e maior número de mortes no mundo.

 

Por outro lado, é também o dia de folia com bebedeiras, libertinagem, embriaguez, maior uso de drogas, vandalismo, abuso sexual, confusões, traições conjugais, inimizades.

 

Portanto, à sexta feira é o dia em que mais ocorre perdas, roubos, prisões, intrigas, provocações, fofocas, discussões, acidentes e muitas outras fatalidades com avultosos números de óbitos no mundo inteiro.

 

Agora fica bem esclarecido que os reais motivos de nos trajarmos com roupas brancas nas sextas-feiras é na finalidade de entrarmos em sintonia com a luz e a pureza de Ifá e Obatalá.

 

Dessa forma, nos manteremos neutros e isolados dessas possíveis fatalidades, fermentadas pelas forças malignas, chamadas de AJOGUN.

Oxóssi mata a grande Dan (Lenda)

Conta a lenda que certo dia, Oxóssi chegou em sua aldeia quase arriado pelo peso da capanga, das cabaças vazias, pelo cansaço de rastrear a caça rara.

 

Oxum sua mulher e mãe de seu filho olhou para ele e pensou “só caçou desgraça, pois a desgraça para Oxóssi foi prevista por Ifá que alertou Oxum”, porém quando ela contou a Oxóssi sobre essa previsão, ele disse que a desgraça era a fome.

 

A mulher sem leite, a criança sem carinho e que desgraça maior era o medo do homem. Quando Oxóssi se aproximou de Oxum ela notou que ele trazia algo na capanga. Sentiu medo e alegria. Havia caça na capanga do marido e aí imaginou se seria um bicho de pêlo, se seria um bicho de pena. Ansiosa perguntou a ele que respondeu: “-Trago a carne que rasteja na terra, trago a carne que rasteja na terra e na água, no mato, e no rio, o bicho que se enrosca em si mesmo”. Falando isso retirou da capanga, os pedaços de uma grande cobra.

 

O bicho revira a cabeça. Revirava a cabeça e os olhos, agitava a língua partida e cantava:

 

- “Não sou bicho de pena para Oxóssi matar”.

 

A cobra pretendia dizer com certeza que pertencia a Xangô e Oxóssi não poderia tê-la matado.

 

Oxum fugiu temendo a vingança de Xangô e foi consultar Ifá que disse:

 

 – “A justiça será feita, assim o corpo de Oxóssi irá desaparecer, apagando-se da memória da grande cobra. O ouê desaparecerá da vingança de Xangô e fazia parte da punição que Oxóssi saísse da memória do povo de Ketú”.

 

E ele ficou por sete anos esquecido.

 

No dia do Oruncó, o nome do Orixá de cada um, o povo de Ketú começou a chorar por não lembrar o nome de seu rei. Abaixaram-se os olhos e tentaram compreender porque nunca se lembravam dele. Então Ifá ensinou-lhes um Orô, reza que se faz para o sacrifício dos animais. Após o Orô o povo começou a se lembrar de Oxóssi.

 

Ifá disse que esse era o Orô de Oxóssi, o Orixá caçador. Orixá da caça. Corajoso rei de Ketú, rei da caça que nada temia e preservava a vida dos seus filhos e dos filhos dos filhos de seus filhos. Em síntese, desconsiderar as previsões de Ifá e matar a serpente sagrada, com certeza Odé morreu, mas graças a piedade de Ifá que ouviu o lamento de Oxum e de seu povo, encantou-se, renasceu na figura de Oxóssi, o guerreiro caçador, senhor das matas, destemido rei de Alaketú.

Pombo Gira Cigana Sete Facadas

De beleza exuberante e inteligência rara, Elisa se achava uma mulher sem sorte. Vivia infeliz: todos que a cercavam, todos a quem amava pareciam sofrer com ela. Uma maldição, pensava ela. Casada, logo o marido passou a se servir de putas, embora amasse e desejasse a mulher, que só penetrou uma vez, na primeira noite. Apesar de seu tremendo desejo por Elisa, só alcançava a ereção com outras. Ela sofria pelas dores do marido. Ele a acusava de rejeitá-lo e batia nela.

No começo, nem tudo era sofrimento. Daquela única vez nasceu Vitória. A menina cresceu bonita e saudável até os sete anos. Depois começou a definhar. “É a maldição!”, Elisa se culpava. O marido se enterrou de vez nos puteiros, ia chorar sua desventura no colo das putas. Todas as especialidades médicas foram consultadas, todas as promessas foram pagas, todas as rezas foram rezadas.
 
Consultados médiuns e videntes, cartomantes e benzedeiras, padres, pastores e profetas, nada. A saúde da menina decaía dia a dia. Até que Elisa foi bater à porta de mãe Júlia, famosa mãe-de-santo. “Você nasceu com a beleza de Oxum e a majestade de Xangô, mas seu coração é de pombo gira”, disse-lhe a mãe-de-santo, depois de consultar os búzios.
 
A vida recatada de Elisa, seu senso de pudor, sua modéstia, a repressão de costumes que ela mesma se impunha, a falta de interesse pelo sexo, tudo isso negava os sentimentos de seu coração, contrariava sua natureza. A cura, a redenção dela e dos seus, tinha uma só receita: libertar seu coração, deixar sua pombo gira viver. Foi a sentença da mãe-de-santo. 
 

Leve e livre.

Ali mesmo, naquele dia e hora, sem saber como nem por quê, Elisa se deixou possuir por três homens que, no terreiro, tocavam os atabaques. O prazer foi imenso. Sentiu-se leve e livre pela primeira vez na vida.
 
Pensando na filha, voltou correndo para casa e encontrou a menina melhor, muito melhor: corria sorridente, pedia comida, queria brincar.
 
No dia seguinte, Elisa voltou ao terreiro. “Seu caminho é longo ainda”, mãe Júlia disse. Depois a abençoou e se despediu. Um dos homens com quem se deitara no dia anterior lhe deu um endereço no centro da cidade, um local de meretrício, que Elisa começou a freqüentar. Passava as tardes lá, enquanto o marido trabalhava. Voltava para casa mais feliz e esperançosa, a menina melhorava a olhos vistos.
 
Para preservar a honra do marido, Elisa se vestia de cigana, cobrindo o rosto com um véu. O mistério tornava tudo mais excitante. A clientela crescia. O marido soube da nova prostituta e quis experimentar. Na cama com a Cigana, o prazer foi surpreendente, muito maior do que sentira com Elisa e que nunca fora superado com outra mulher. Seria escravo da Cigana se ela assim o desejasse. Mas a Cigana nunca mais quis recebê-lo.
 
A insistência dele foi inútil. “Um dia te mato na porta do cabaré”, ele a ameaçou, ressentido e enciumado. Ela se manteve irredutível.
 
Num entardecer de inverno, ele esperou pela Cigana na porta do puteiro e, na penumbra, lhe deu sete facadas. Assustado, olhou o corpo ensangüentado da morta estirado no chão e reconheceu, no piscar do néon do cabaré, o rosto desvelado de Elisa. Um enfarto o matou ali mesmo.
 
Longe dali, no terreiro de mãe Júlia, o ritmo dos tambores era arrebatador. As filhas-de-santo giravam na roda, esperando a incorporação de suas entidades.
Na gira, exus e pombo giras eram chamados. Os clientes, que lotavam a platéia, esperavam sua vez de falar de seus problemas e resolver suas causas. As entidades foram chegando, e o ambiente se encheu de gargalhadas e gestos obscenos. O ar cheirava a suor, perfume barato, fumaça de tabaco, cachaça e cerveja. A força invisível da magia ia se tornando mais espessa, quase podia ser tocada.
 
Cada entidade manifestada no transe se identificava cantando seu ponto. De repente, uma filha-de-santo iniciante, e que nunca entrara em transe, incorporou uma pombo gira.
 
Com atrevimento ela se aproximou dos atabaques e cantou o seu ponto, que até então ninguém ali ouvira: 
 
“Você disse que me matava
na porta do cabaré
Me deu sete facadas
mas nenhuma me acertou
Sou Pombo gira Cigana
aquela que você amou
Cigana das Sete Facadas
aquela que te matou”.
 
Mãe Júlia correu para receber a pombo gira, abraçou-a e lhe ofereceu uma taça de champanhe. “Seja bem-vinda, minha senhora. Seu coração foi libertado”, disse a mãe-de-santo, se curvando.
Pombo gira Cigana das Sete Facadas retribuiu o cumprimento e, gargalhando, se pôs a dançar no centro do salão.

Zé Pilintra (Samir Castro)

MALANDRO

Sou de Alagoas

Sou da Bahia

Sou do Rio de Janeiro

Sou Zé Baiano

Sou Zé da Lapa

Sou Zé do Morro

Sou Zé da Encruzilhada

Sou Zé Malandro

Sou Zé

Sou a astucia do novo

Sou a sabedoria do velho

Sou Exú

Sou Preto-Velho

Sou Criança

Sou o Caboclo

Sou o Baiano

Sou a Direita

Sou a Esquerda

Sou o equilíbrio

Do Bem Do Mal

Da Vida Da Morte

Sou o Caminho

Sou as Escolhas

Sou aquele que te acode nos momentos de aflição

Sou aquele que te orienta quando mais precisa

Sou a mão que ajuda os fracos e acalenta os fortes

Sou a mão que castiga o errado e ajuda o certo

Eu sou Zé Pilintra

Zé Pilintra das Almas, da Estrada, do Cruzeiro, do Cemitério, da Encruzilhada, da Calunga, da Lapa, da Bahia e de tantos outros lugares.

Sou simplesmente

Zé Pilintra e sempre estarei ao seu lado

No momento que mais precisar

 

Autor Samir Castroauto estima

 

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