O Malandro


Zé

Quando se fala em “malandro”, na linguagem cotidiana, a primeira ideia que nos ocorre é a do boêmio, do jogador inveterado de cartas ou de dados, do amante da noite, da música e das rodas de danças, que vivia de expedientes, carregava navalha ou faca e fugia da polícia.   

O “malandro” carioca faz lembrar aquele que vivia na Lapa, que gostava de samba e passava as noites na gafieira, chegando a ser personagem de peças teatrais, de músicas e de muitas histórias. Já o “malandro” de Pernambuco vivia nas danças do coco e do xaxado, passando as noites no forró. O que eles têm em comum? Eram todos marginalizados pela sociedade, vistos como “gente à toa”. Porém, sobreviveram a esse clima adverso, vivendo sem acesso a uma boa instrução ou a bons empregos; nem sempre conseguiram, senão com muita dificuldade, dar alguma instrução aos filhos. Nem por isso perderam a alegria, o gosto pela música e pela dança, pelo carteado, pela conversa noite adentro, de alguma forma conseguindo manter suas raízes religiosas e tradições ancestrais, dando “um jeitinho” de ser felizes.  

Por trás dos arquétipos da Umbanda, vamos encontrar, no mais das vezes, a Mão da Espiritualidade Superior a corrigir grandes equívocos e injustiças sociais e a nos fazer refletir, enquanto nos auxilia nos problemas do cotidiano. E hoje temos, na presença da Linha de Malandros, uma excelente oportunidade de refletir sobre algumas questões, em especial: primeiro, que nem tudo que parece ruim de fato o é; e segundo, que de tudo se pode extrair algo de bom e de positivo. Do que poderia ter sido uma experiência de todo ruim, esses Espíritos extraíram uma lição de flexibilidade. E aquilo que para uma sociedade hipócrita parecia ser neles um mal era, muito ao contrário, a prova de valor de um povo que manteve fidelidade às suas raízes e não se deixou vencer pelo meio hostil.   

Os Malandros vêm até nós, pelas Mãos do Alto, para nos ensinar “a boa malandragem”: fazer limonada com os limões azedos que recebemos dos outros; escorregar e levantar rapidinho, sem perder a compostura e a elegância, e já sair dançando e cantando; aprender jogar “o jogo da vida” e ser um bom parceiro de jogo, aprendendo a rir das tristezas e de si mesmo; assumir ser o que se é, sem hipocrisias, e fazer todo o Bem que se possa; não se prender a padrões e valores externos, mas ficar centrado em si mesmo e na sua Fé, sem nunca desacreditar da Vida Maior, cujo amparo permeia todos os nossos caminhos diários.  

Pensar que os Malandros podem nos ensinar tudo isso brincando, de um jeito tão despojado, é o bastante para se quebrar velho ditado que dizia: ”de onde não se espera é que não sai nada”. Porque as aparências enganam!…   Então, não vamos viver de aparências e nem pelas aparências. Vamos viver a vida com Amor, Respeito e Fé.

Vamos acreditar em nosso poder interior, que é Deus em nós. Vamos aprender a nos centrar e a nos conhecer intimamente, despertando nossas capacidades e valores acumulados ao longo desta e de outras encarnações e que ainda dormem dentro de nós, mas que podem ser despertados pelo nosso querer, por nossa vontade de superar as dificuldades, por nossa firme determinação de curar nossos pensamentos menos felizes e de encontrar respostas para as nossas necessidades, para enfim chegarmos a um caminho de felicidade, aqui e agora.marketing digital

 

Exú das Matas

Exu das Matas  chefiado por Exu Rei das Matas. Comanda todos os Exus que trabalham no verde ou locais que tenham árvores (à não ser de cemitérios, pois pertence a outro reino). Líder de falange, trabalha tanto para Oxóssi como para Ossâim. Tem seu ponto de força firmado em matas fechadas ou à beira de lago circulado por verde. Quando ele está incorporado observa tudo a sua volta, costuma falar mais do que ouve pois já observou a pessoa que irá conversar. 

É muito evidente o seu extinto de caçador, mostra-se muito ágil quando incorporado lembrando jovens índios caçadores, porém ao falar nos passa a impressão de ser um velho sábio, assim como um grande Pajé. Exu das Matas é conhecedor dos mistérios das ervas, raízes, sementes, folhas, flores e frutos. Costuma ensinar o preparo dos banhos, chás, pós, óleos para a cura da alma e do corpo. 

Exige dos seus filhos o estudo religioso, a disciplina e o respeito com o próximo, pois costuma dizer que nada adianta a entidade ter o conhecimento se o cavalo esta despreparado como ser humano e como médium para auxiliar. Não admite traição e mentiras. Agora, não se esqueça de pedir licença quando adentrar a Mata de Oxossi, pois ela tem um Guardão. 

Laroiê, Exu das Matas! Ê Mogibá! Eu te saúdo, Exu das Matas! 

Rituais Ciganos

                         Ritual Cigano para atrair dinheiro para sua casa

1 punhado de folhas de louro (seco)

1 punhado de erva-doce (seca)

1 recipiente para queimar as ervas

Como Fazer:

Faça uma defumação com as folhas de louro e erva-doce, dos fundos de sua casa, até a porta da frente, dizendo:
“Que esta casa tenha sempre dinheiro e fartura”.

Ritual Cigano para o trabalho

1 maçã vermelha
2 pregos novos

Como fazer:

Obs: Ideal fazer este encanto numa sexta-feira 13.
Pegue a maça vermelha e crave os dois pregos em pontos opostos da fruta. Vá até uma árvore, que poderá ser até em sua residência e enterre-a aos pés da árvore, mas não esqueça de marcar bem o local. É importante que durante este ritual você tenha o pensamento centralizado em seu desejo e necessidade de um emprego. Quando você conseguir o emprego, desenterre a maça, guarde os pregos, como um amuleto de proteção do seu trabalho e a fruta jogue no lixo.

Ritual cigano para o amor

1 maça vermelha
1 pires ou prato branco
1 rolinho de fita vermelha
2 colheres de mel de abelha

Como fazer:

Corte a maça no meio (de cima para baixo). Escreva num pedacinho de papel o nome de seu amor e coloque o papel no meio das duas partes da maça. Coloque o mel junto ao papel e feche a maça. Com a linha vermelha envolva toda a maça(envolva-a com a linha) e coloque num pires ou prato branco. Deixe num local escondido de sua casa durante 7 dias. No oitavo dia coloque a maça com o prato no jardim.
Se você ainda não tem um pretendente, coloque no papel um amor de verdade” assim com certeza você vai encontrar alguém muito especial.

Ritual Cigano para a saúde 

1 dente de alho
1 pedaço de papel com o nome das pessoas que moram em sua casa

Como fazer:

Enrole o dente de alho com o papel que tem o nome das pessoas que moram em sua casa, depois envolva tudo num plástico transparente, por fim, prenda com fita adesiva num quadro de sua casa. É muito importante que durante o ritual você peça a proteção de Santa Sara.

Ritual Cigano para esquecer um amor

1 pedaço de papel branco

Como fazer:

Numa noite de domingo, escreva em um papel branco o nome da pessoa que você quer esquecer, dobre o papel sete vezes, enterre-o em um jardim e jogue sete punhados de terra sobre ele, dizendo: “Que a força desta terra cubra os meus pensamentos e eu esqueça o fulano”. Em sete semanas a pessoa não fará mais parte dos seus pensamentos amorosos.

Lenda da Champanhe na Umbanda

O CHAMPAGNE SEMPRE FOI UMA BEBIDA FINA, USADA PARA COMEMORAR OS MOMENTOS DE FESTA E ALEGRIA, A UMBANDA COM SUAS ORIGENS ESCRAVAS, INDÍGENAS, NÃO TINHA ACESSO A ESSA BEBIDA, SÓ QUANDO SOBRAVA OU ERA JOGADA FORA.
NOSSOS GUIAS QUE SÃO NOSSOS MESTRES NOS TROUXERAM DE PRESENTE A LENDA DA CHAMPAGNE NA UMBANDA, POIS QUANDO A UMBANDA COMEÇOU A EXISTIR OFICIALMENTE, OS FILHOS DE FÉ QUERIAM AGRADAR A MÃE YEMANJÁ, MÃE OXUM, MÃE IANSÃ, NANÁ BURUQUE, E A SENHORA POMBA GIRA. NO INÍCIO DESTE SÉCULO, NO RIO, EXISTIA UMA VELHA PORTUGUESA, FILHA DE IANSÃ, QUE CULTUAVA O SEU ORIXÁ NOS SEUS OTÁS COM ÁGUA BENTA E COM ELA MORAVA UMA MULHER NEGRA, EX-ESCRAVA, QUE LHE SERVIA COMO EMPREGADA.
A PORTUGUESA PEDIU PARA ELA IR BUSCAR ÁGUA BENTA PARA COLOCAR AOS PÉS DO SEU ORIXÁ. NO CAMINHO ENCONTROU QUATRO MARINHEIROS BÊBADOS, QUE JOGARAM VÁRIAS GARRAFAS DE CHAMPANHE SEMI-CHEIAS, FORA. CURIOSA, A MULHER PROVOU DA BEBIDA E GOSTOU. FOI BEBENDO ATÉ ADORMECER. AO ACORDAR, FICOU APAVORADA, POIS PERDERA A HORA E NÃO DAVA MAIS TEMPO DE IR À IGREJA PEGAR A ÁGUA BENTA. NERVOSA, LEMBROU DAS CHANPAGNES E ENCHEU A SUA BILHA.
AO CHEGAR EM CASA, A PORTUGUESA, FURIOSA, GRITOU ONDE ELA ESTIVERA PARA TER DEMORADO TANTO, MAS A NEGRA, MUITO FALANTE, DISSE QUE A STA. BÁRBARA, OU MELHOR, MÃE IANSÃ TINHA APARECIDO, DIZENDO QUE NÃO QUERIA MAIS ÁGUA BENTA, QUERIA ALGO MELHOR, DIFERENTE, UMA BEBIDA FINA, DOCÊ. A PORTUGUESA NÃO ACREDITANDO NA NEGRA MENTIROSA, PEGA A BILHA ABRE E SENTE O CHEIRO DOCÊ DA CHAMPAGNE, PERGUNTANDO:
- QUEM TE DEU?
- FOI STA. BÁRBARA
- MENTIROSA
- EU NÃO MENTI, SENHORA. MÃE IANSÃ ME MOSTROU A ÁGUA QUE ELA GOSTAVA MAIS, AFINAL, PARA O ORIXÁ NOS DÁ MIÔ, OS SANTOS VÃO GOSTA MUITO MAIS
A PORTUGUESA FICOU PENSATIVA, PROVOU O CHAMPAGNE, E PARECIA QUE TINHA UM GOSTO QUE JAMAIS TINHA PROVADO. MUITO, VAIDOSA, PENSOU BEM, POIS NEM SEMPRE TINHA VONTADE DE MANDAR BUSCAR ÁGUA BENTA E SE A NEGRA AFRICANA FALOU ELA DEVIA TER UMA RAZÃO.
A PORTUGUESA ERA FILHA DE SANTO DE UMA TENDA DE UMBANDA NA RUA DA ASSEMBLÉIA E EXPLICOU AO PAI DO SANTO A SUA MUDANÇA, POIS ASSIM SEUS SANTOS QUERIAM.
TODOS COMEÇARAM A OBSERVAR A MUDANÇA DA PORTUGUESA O COMO ACHARAM SER
MODA DA EUROPA, COISA GRÃNFINA, PASSARAM A ESPALHAR A MODA NAS OFERENDAS, SEM SABEREM QUE A LENDA DO CHAMPAGNE NA UMBANDA VEIO DE UMA NEGRA EX-ESCRAVA.
LUIZ ROBERTO DE OXALÁ

A Importância da Galinha d’Angola no Culto aos Orixás

Naquele tempo a galinha d’angola era inteiramente preta e vivia só e infeliz dentro da mata. Para resolver seus problemas de solidão, foi consultar o adivinho de Obatalá para que lhe indicasse um ebó que lhe permitisse conseguir uma companheira como todos os demais bichos possuíam. Chegando à casa do adivinho, o pobre animal não foi por ele recebido porque, sendo completamente preto, não poderia entrar numa casa onde o Orixá do Branco era cultuado, pois a cor preta era considerada como uma grande ofensa.
Desolado, o bicho que apesar de viver só era muito rico, reuniu uma grande quantidade de alimentos e saiu sem rumo, na esperança de encontrar em outro lugar qualquer, alguém que lhe fizesse companhia.
Depois de muito caminhar encontrou, numa clareira, um velho muito estropiado que gemendo, estendeu-lhe as mãos dizendo:
- “DÁ-ME UM POUCO DE COMIDA E DE ÁGUA, POIS ESTOU EXAUSTO E JÁ NÃO POSSO CONSEGUIR ALIMENTO PARA MINHA PRÓPRIA SOBREVIVÊNCIA”.
Condoído, Etú serviu de seu próprio alimento ao velho e saciou-lhe a sede com a água que trazia dentro de uma cabaça.
Logo que acabou de comer, o pobre velho, de tão enfraquecido, caiu em sono profundo e, ao despertar muitas horas depois, deparou com Etú que preocupado, velava por seu sono.
Já refeito, o velho perguntou:
- “que fazes sozinho no interior desta floresta? não sabes que ela é sagrada e que só os iniciados podem adentrá-la?”.
- “ando sem destino. nasci só e sempre vivi só. minha aparência é muito repugnante e minha feiura impede que as pessoas permitam que me aproxime delas”. Replicou a ave.
- “tua feiura exterior nada é, comparada com tua beleza interior. aproxima-te mais e, como recompensa pela tua bondade, modificarei um pouco a tua aparência”.
Ordenou o velho.
Pegando pó de efun o velho, que outro não era que o próprio OBATALÁ, soprou sobre o corpo de Etú deixando-o, a partir de então, todo pintalgado. Reunindo alguns elementos sagrados, modelou um cone que colocou no alto de sua cabeça dizendo:
- “A PARTIR DE HOJE, SERÁS O ANIMAL MAIS IMPORTANTE NA RELIGIÃO DOS ORIXÁS, NADA PODERÁ SER FEITO SEM A TUA COLABORAÇÃO E, COMO SINAL DESTA IMPORTÂNCIA, SERÁS O ÚNICO DENTRE OS SERES VIVOS A PORTAR O OXÚ, SÍMBOLO DA ALIANÇA FORMALIZADA ENTRE O INICIADO E SEU ORIXÁ. POSSUIRÁS, ALEM DISTO, TANTAS FÊMEAS QUANTAS QUISERES E TUA PROLE SERÁ NUMEROSA E SE ESPALHARÁ SOBRE A TERRA”.
Por este motivo a galinha d’angola possui o corpo coberto de pintas e carrega sobre a cabeça uma crista cônica, assemelhando-se ao neófito durante o ritual da iniciação. Sua presença em todas as cerimônias iniciáticas é indispensável e todos os Orixás a exigem em seus rituais.

Pombo Gira Viúva Negra

A Pomba Gira Viúva Negra, sempre foi muito bela, lindo olhar sedutor… Mas tinha sérios problemas para conseguir namorados, e um relacionamento duradouro, e um dia em um momento de raiva, ela decidiu se entregar a magias, encantamentos e feitiços.

 

Se tornando assim uma feiticeira muito forte! E o seu encantamento sedutor passou a encantar todos os homens que a viam, e fazendo assim, muitos homens cometerem loucuras infundadas.

 

Com o passar dos anos, a Viúva Negra, começou a usar suas magias, e feitiçaria para enriquecer, e casou-se muitas vezes, se tornando viúva inúmeras vezes. Ficou então conhecida como a Viúva Negra.

 

Na umbanda, ela vem, muito sedutora e cheia de encantamentos, auxilia as mulheres e homens em relacionamentos, para conseguir amores; Sempre vestida de preto com um véu sobre seus longos cabelos negros… Na Quimbanda, conhecida como uma feiticeira muito poderosa que faz encantamentos e feitiços para a prosperidade, riqueza e para conseguir amarrar grandes amores.

 

Pouco conhecida na Umbanda, por ser confundida muitas vezes por Cigana das Rosas, por trazer sempre em suas mãos um buquê de rosas vermelhas… Mas todos já ouviram falar desta feiticeira bela e poderosa! Ela morreu viúva, mas muito rica, e é considerada feiticeira poderosa, trabalha junto de Maria Padilha do Cruzeiro das Almas, nossa Rainha Feiticeira.

Malandra Maria do Morro

 

theredhatA Malandra Maria do Morro é uma malandra que desencarnou há bem pouco tempo, mas foi rapidamente aceita e tratada para ajudar as pessoas. Maria do Morro nasceu, viveu e morreu no morro. Nasceu de família simples e tinha muitos irmãos, porém o pai abandonou a família quando ainda era pequena. Sua mãe era lavadeira e ela a ajudava como podia arrumando a casa, cozinhando e cuidando dos irmãos.

Maria do Morro amava a favela, amava o jeito como as pessoas viviam ali, amava o samba e foi no samba que se apaixonou por um negro forte, alto, sambista, era um Malandro e levava uma vida bandida. Ele compôs muitos sambas em homenagem a ela e procurava sempre levá-la para as boemias, porém Maria do Morro era muito ciumenta e ele muito malandro e mesmo morando juntos a união não deu certo. Os dois brigavam muito e ele a deixava em casa para ir para as farras. Maria era muito esperta e não queria ser passada para trás e numa dessas brigas ela quebrou uma garrafa e partiu para cima do Malandrão que sacou uma arma e deu três tiros em Maria. Vieram pessoas de todos os lugares e a senhora lavadeira quando viu sua filha estirada no chão morta, se pôs a chorar.

O malandrão tentou pular o muro e ficou preso num beco sem saída e acabou preso. Maria desencarnada, sentia fortes dores na cabeça e ficou desesperada ao ver seu corpo sangrando e sua mãe debruçada chorando. Gritou. Gritou muito mas ninguém podia ouvi-la, foi assim que ela viu uma luz que vinha de longe e que tomava a forma de uma mulher e esta lhe disse:

Maria não temas, suas dores logo cessarão, sua mãe irá melhorar e você receberá ajuda. Esta mulher tirou Maria daquele lugar e a levou para um terreiro de Umbanda e a explicou sobre os trabalhos na linha da malandragem. Maria nunca havia sido religiosa, mas gostou do que ouvia a respeito da caridade e do amor ao próximo, atuando num trabalho como entidade na Linha das Malandras. Após meses e meses se preparando, Maria recebeu o nome de Maria do Morro. Ela perdoou o homem que a matou mas jurou nunca mais amar ninguém.clique aqui

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